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News Categories: Educação Financeira

09 dez
By: Blog SIAS 0

12 dicas financeiras para iniciar 2021

Depois de um ano de 2020 totalmente atípico, todo mundo já foca a esperança em um ano de 2021 mais leve. Um dos pontos que são primordial nessa busca é o lado financeiro, que para muitos está muito fragilizado.

Importante lembrar que o próximo ano já se mostra complicado, com o fim dos benefícios governamentais e também com uma alta da inflação para itens básicos de nosso dia a dia. Ainda existe o risco do descontrole de gastos no fim de ano, com a euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar para o merecido descanso.

Além disso têm aquelas que já chegam com o começo do ano e complicam ainda mais as finanças – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras. Por isso, nesse período é fundamental promover uma “faxina” financeira no orçamento, tentar minimizar esses gastos nos orçamentos e implantar imediatamente a educação financeira, fazendo com que esse problema não se repita.

Quando se aprofunda nos conhecimentos de educação financeira, podemos ver que o problema não é o quanto se ganha, mas como se gasta. Mas vamos às primeiras orientações:

  1. Registre mês a mês numa agenda, caderno ou de forma eletrônica os compromissos que ocorrerão em 2021 (aniversários, datas comemorativas como: Dia das Mães, Dos Namorados, Dos Pais, Das Crianças, além de compromissos como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar etc.);
  2. Para cada evento é preciso registrar o valor de intenção do investimento e de gasto;
  3. Se tiver prestações já assumidas, você deverá registrar, também, nos respectivos meses;
  4. No começo do ano faça reuniões com a família, inclusive as crianças, e converse sobre os sonhos realizados e os sonhos que querem realizar neste novo ano e nos próximos;
  5. Para cada sonho desejado é preciso que se registre o quanto custa, o quanto será guardado e por quanto tempo será realizado;
  6. Ter no mínimo três sonhos para cada membro da família (curto até um ano, médio até dez anos e de longo acima de dez anos). Para as crianças os sonhos possuem tempos diferentes: curto até um mês, médio até seis meses e longo até um ano;
  7. Nas famílias brasileiras, em pesquisas já realizadas, foi constatado que existem excessos de despesas de, em média, 20% (energia elétrica, água, alimentação, telefone, etc.). É preciso realizar um diagnóstico financeiro minucioso por categoria de despesa pelo período de 30 dias, incluindo até mesmo o cafezinho e as gorjetas. É dessa forma que você descobrirá para onde está indo cada centavo do seu dinheiro;
  8. Elabore um orçamento financeiro diferente dos últimos anos, que deverá ter a seguinte composição: Ganho (-), Sonhos e (-) Despesas, priorizar os sonhos antes das despesas é o segredo para realizá-los;
  9. Para que a realização dos sonhos seja possível, é preciso poupar (guardar dinheiro) para cada um, respeitando o tempo estipulado;
  10. Tenha bem claro onde investir o dinheiro para a realização dos sonhos (curto prazo – Tesouro Direto, caderneta de poupança; médio prazo – CDB, Tesouro Direto, fundos de investimentos, e longo prazo – Tesouro Direto, previdência privada e ações);
  11. Aprenda a comprar apenas o que é realmente necessário e elimine desperdícios. O consumo consciente é importante para todos;
  12. Ajuste sua vida financeira ao seu real padrão de vida, pois de nada adianta ter muitas coisas para ostentar se o resultado será ter dívidas e um futuro incerto. É preciso ter uma visão clara do que se pode ou não.

Fonte: https://administradores.com.br/artigos/12-orienta%C3%A7%C3%B5es-para-iniciar-a-virada-financeira-em-2021

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09 dez
By: Blog SIAS 0

Pandemia eleva interesse por educação financeira

Pandemia prejudica o orçamento do brasileiro, mas eleva interesse por educação financeira, diz pesquisa.

30% dos brasileiros atrasaram mais as contas, mas 41% passaram a pesquisar mais sobre educação financeira durante a pandemia, segundo o Instituto Locomotiva.

A crise econômica provocada pela Covid-19 teve impactos negativos sobre o orçamento dos brasileiros, mas, ao mesmo tempo, pode ter contribuído para elevar o interesse da população sobre o tema da educação financeira. É o que mostram os dados de uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, a pedido da XPeed, braço educacional do grupo XP Inc.

Segundo o levantamento, feito com 1.500 pessoas em outubro deste ano, três em cada dez brasileiros passaram a atrasar mais o pagamento de contas durante a pandemia e 51% disseram estar insatisfeitos com a situação financeira atual.

“O brasileiro chegou na pandemia enfrentando o que talvez tenha sido a maior crise econômica da nossa história. O vírus encontrou no Brasil uma situação de desigualdade, na qual apenas uma parcela da população até então tinha condições de planejar com calma o seu futuro”, comenta Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Os resultados do levantamento foram apresentados por Meirelles na abertura da Semana de Educação Financeira, evento online e gratuito, organizado pela Xpeed, que acontece entre os dias 23 a 27 de novembro, junto à Enef, a semana de incentivo à educação financeira realizada no país todo.

A pesquisa também revelou que, nos últimos 12 meses, sete em cada dez entrevistados passaram pela experiência de ver as contas não fecharem; e 58% disseram que a atual condição financeira impede a realização de objetivos que consideram importantes. No longo prazo, o quadro não muda muito: apenas 31% se sentem confiantes sobre seu planejamento para a aposentadoria.

Apesar de os dados retratarem uma situação financeira desconfortável em boa parte da população, também mostram que a pandemia pode ter estimulado a busca por mais conhecimento sobre finanças.

Cerca de quatro em cada dez entrevistados (41%) passaram a pesquisar mais sobre educação financeira durante a pandemia. Para 47% dos participantes, a pandemia contribuiu para que fossem feitos mais planos sobre o futuro. E 53% disseram que a chegada da Covid os incentivou a sair da zona de conforto.

“A crise poderia deixar as pessoas simplesmente mais apavoradas, mas os brasileiros não estão mais olhando para o futuro com aquele voluntarismo do passado, de quem tinha que vender o almoço para comprar o jantar, mas com uma visão mais estratégica. Ainda faltam ferramentas para essas pessoas, mas está cada dia mais claro que a grande demanda desses brasileiros é chegar ao futuro de uma forma muito melhor do que os seus pais

Conhecimento financeiro

Desde 2011, quando o Banco Central (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) criaram a Semana Nacional de Educação Financeira (Enef) junto a outras entidades, o evento, que começou com poucas e tímidas ações, vem ganhando corpo, com mais iniciativas realizadas ano após ano. Um dos aspectos mais interessantes que a Enef traz é justamente o levantamento de dados que permitem refletir sobre o nível de conhecimento financeiro da população.

A pesquisa da Xpeed e do Instituto Locomotiva, por exemplo, mostra que apenas um em cada dez brasileiros (8%) acertaram todas as respostas de um questionário formado por perguntas sobre investimentos, que passaram por tópicos como juros compostos e rendimentos.

Segundo a pesquisa, apenas quatro em cada dez brasileiros sabem o que são juros compostos e 56% erraram a resposta que avaliou se os participantes compreendem os efeitos concretos da inflação.

Mas ainda que o conhecimento financeiro seja limitado, vontade de aprender é o que não falta: 90% dos brasileiros disseram que gostariam de saber como investir, planejar recursos para o futuro e organizar receitas e despesas.

Izabella Mattar, CEO da Xpeed, comenta que o assunto tem ganhado mais relevância, mas reconhece que os desafios são grandes. “As pessoas ainda têm muitas crenças limitantes relacionadas ao dinheiro. Muitas delas acreditam que as aplicações financeiras são restritas a quem tem muito dinheiro e não sabem que ao se organizar é possível ter acesso a bons investimentos”, diz.

Fonte: www.infomoney.com.br/minhas-financas/pandemia-prejudica-o-orcamento-do-brasileiro-mas-eleva-interesse-por-educacao-financeira-diz-pesquisa/

 

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31 jan
By: Blog SIAS 0

Esteja preparado para o Imposto de Renda 2020

Imposto de Renda 2020, mesmo ainda faltando algum tempo para começar a entrega, muita gente começa a procurar informações sobre o tema, ainda assim, é comum que a grande maioria das pessoas empurre o assunto com a barriga, para a última hora.

Quem faz a entrega nos primeiros dias acaba sempre contando com maior rapidez na hora de receber a restituição do imposto, dinheiro que normalmente chega em boa hora e que ajuda muita gente.

Quem deixa para a última hora também acaba correndo maior risco de não encontrar alguma documento e se complicar na hora de acertar as contas com o Leão.

Quem precisa fazer a declaração de imposto de Renda?
Estão obrigados a declarar o imposto de renda 2020 contribuintes que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano de 2019.

Também precisam fazer a declaração os contribuintes que se enquadrarem nas seguintes situações:

  • Assalariados, aposentados ou pensionistas com renda mensal superior a R$ 1.903,98.
  • Contribuintes que tiveram rendimentos não tributáveis (seguro desemprego, vale transporte, etc) acima de R$ 40.000,00.
  • Trabalhadores rurais com rendimento bruto anual superior a R$ 128.308,50.
  • Contribuintes que investiram qualquer valor em ações em bolsa, criptomoedas e similares.
  • Contribuintes com imóvel ou terrenos com valor superior a R$ 300 mil.

O que vou precisar para fazer a declaração de imposto de renda
Para fazer a declaração de imposto de renda alguns documentos são indispensáveis. São documentos que comprovam sua identidade como os números de RG, CPF, Título de eleitor e também os dados que comprovam a residência do contribuinte.

Também são necessários para a declaração alguns documentos importantes que se referem a renda do contribuinte, como:

  • Informes de rendimento das fontes pagadoras;
  • Informes de rendimento das instituições financeiras;
  • Informes de rendimento de bens móveis e imóveis recebidos;
  • Darf´s;
  • Notas fiscais de serviços que garantem dedução de imposto.

Aposentados, pegue o informe de rendimento no INSS
Os aposentados e pensionistas podem verificar o informe de rendimento diretamente pelo site da Previdência Social. É fundamental verificar se os valores recebidos estão dentro da faixa de obrigatoriedade da declaração.

A Previdência costuma disponibilizar o informe para download no final do mês de fevereiro.

Recibos e notas fiscais: o que não pode faltar
As despesas com médicos, dentistas e outros profissionais de saúde, exames, internações e planos de saúde podem ser deduzidas integralmente no Imposto de Renda, mas precisam estar bem organizadas.

Lembre-se que é importante guardar os papéis por no mínimo cinco anos, a Receita Federal pode solicitar a comprovação da veracidade das informações.

A organização é tudo, por isso separe todos os recibos, notas fiscais e boletos de despesas pagas ao longo do ano passado.

Fique atento, confirme se os papéis discriminam o nome do prestador, endereço, o serviço prestado, valor, CPF ou CNPJ de quem prestou o serviço, além do seu nome completo e CPF.

Gastos com educação
Como de costume a Receita Federal só aceitará a dedução de despesas com escolas de ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação ou técnico.

Portanto, não tente lançar gastos com cursos extracurriculares, como inglês ou balé, nem com cursinhos preparatórios para a faculdade, porque não serão considerados.

A Receita Federal também não aceita despesas com compra de livros, uniforme ou qualquer tipo de material escolar também não são aceitas.

Não se esqueça de juntar e organizar os boletos ou recibos de pagamento, que devem trazer o nome da escola e o CNPJ, além do nome do aluno. Além das despesas próprias com educação, você também pode abater os gastos dos seus dependentes e alimentandos

Estar preparado é sempre a melhor opção
Chegamos ao final do mês de janeiro, até o início do período de declaração você terá um bom tempo para se organizar e ficar tranquilo no momento de preparar e enviar sua declaração de imposto de renda.

Por enquanto, opte por organizar e separar todos os documentos necessários para ganhar tempo e não correr nenhum risco de complicar o envio da declaração.

Fonte: site Dinheirama

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31 jan
By: Blog SIAS 0

Planejamento financeiro familiar equilibrado

A elaboração de um planejamento financeiro familiar assegura o detalhamento do cenário econômico do lar, permite prever instabilidades e definir ações de preservação do patrimônio.

A constituição do documento, além disso, garante maior controle sobre as receitas e despesas mensais. Isso, sem dúvida, é essencial para atribuir sustentabilidade e independência financeira à unidade familiar.

Planejamento financeiro familiar ajuda a alcançar objetivos
A ideia central do planejamento familiar é compreender a situação econômica vivenciada e projetar medidas a serem adotadas para alcançar determinado objetivo financeiro. Para isso, os integrantes podem estabelecer metas de curto e longo prazo e, a partir delas, criar etapas a serem seguidas por determinado período.

Ao elaborar esse plano, portanto, é indispensável fazer diagnósticos sobre todas as receitas e despesas da casa, avaliando os gastos fixos e variáveis e as previsões orçamentárias da família.

Posteriormente, a partir das informações levantadas, será possível repensar a destinação de recursos para reorganizar a vida econômica. Como resultado desse movimento para a ordenação das finanças, a família poderá alcançar maior estabilidade, quitar dívidas e realizar seus projetos pessoais.

Saúde financeira também melhora com bom planejamento
O processo para a elaboração do planejamento financeiro familiar exige, como citado anteriormente, uma análise sobre a realidade financeira do lar e a definição exata de objetivos econômicos e projetos a serem realizados.

É por essa razão que o documento constitui uma ferramenta importante para ajudar a família a racionar o uso dos recursos pelos seus integrantes. Por meio dela, os familiares poderão reunir esforços para pensar em ações para a retomada da sustentabilidade do lar.

A partir do planejamento, ainda, a unidade familiar poderá alcançar maior liberdade e autonomia financeira a longo prazo, podendo realizar sonhos, como adquirir a casa própria, viajar e investir na carreira profissional.

Passo a passo para conquistar um planejamento financeiro familiar equilibrado
Para elaborar um planejamento financeiro equilibrado e usufruir de todos os benefícios que ele atribui à unidade familiar, basta seguir algumas dicas. Veja a seguir.

Liste todos os gastos da família
O primeiro passo para constituir um plano equilibrado é listar todos os gastos da família. Para que esse levantamento seja eficaz, é indispensável considerar os custos de todos os integrantes e, também, os investimentos operados.

A partir dessa medida, será possível verificar quais são as maiores fontes de escoamento de recursos da casa e se elas são, de fato, necessárias. Dessa maneira, gastos supérfluos poderão ser cortados do orçamento mensal.

Sem dúvidas, essa etapa é fundamental para, logo de início, observar quais adaptações devem ser feitas pelos membros da família.

Determine objetivos em conjunto
Posteriormente, será preciso determinar objetivos comuns aos integrantes da família e estabelecer um prazo para que sejam concretizados.

Essa definição é valiosa para o direcionamento de ações coerentes com os propósitos dos integrantes. Afinal, a programação tem que seguir um norte certo — que pode ser adaptado com o tempo conforme as vontades dos familiares.

Se um dos objetivos é, por exemplo, que as crianças se formem na faculdade, não é adequado para o planejamento cortar gastos com educação, visto que isso que contribui para a realização do sonho em questão. Nessa hipótese, vale conferir outras fontes de escoamento de recursos materiais que consomem o orçamento do lar.

Inclua as crianças no planejamento
Outro ponto relevante para a elaboração de um planejamento equilibrado é a inclusão dos filhos em seu processo de criação. Isso porque a reorganização financeira envolverá todos os integrantes familiares e, eventualmente, implicará em restrições em relação aos gastos das crianças e adolescentes.

Por essa razão, é preciso ouvi-los, de modo a demonstrar sua importância no processo de cumprimento das metas estabelecidas e para determinar contrapartidas aos cortes orçamentários impostos.

Os benefícios dessa atitude serão inúmeros. Entre eles, é possível citar o aumento da cumplicidade entre os membros e o fortalecimento do espírito colaborativo para o alcance de projetos comuns.

Crie reservas de emergência e de longo prazo
Um dos elementos indispensáveis para um planejamento financeiro equilibrado é a previsão de reservas de emergência. O ideal é que, a partir da análise dos gastos e do corte de custos, a família consiga economizar dinheiro e destinar uma parcela de seu orçamento mensal para a constituição desses fundos.

Dessa maneira, além de reordenar a economia da casa, será possível se prevenir de imprevistos futuros que ocasionam prejuízos à saúde financeira.

Determine os melhores investimentos
Para alcançar a independência financeira e ter maior qualidade de vida em família, é de extrema importância investir os valores poupados.

O capital estagnado, ao longo dos anos, pode ocasionar prejuízos ou representar perdas significativas de oportunidades de mercado. Por essa razão, deve-se verificar possibilidades de atualização dos valores e de rendimento dos recursos.

Portanto, para conseguir que o valor retorne de maneira satisfatória, estude quais são os melhores tipos de investimentos, de acordo com o seu perfil, e defina as formas mais adequadas para aplicar o patrimônio acumulado. Assim, estará compondo uma reserva robusta em aplicações que podem vir a agregar à renda da família posteriormente.

Para além das alternativas convencionais, considere também soluções em seguro de vida. Elas oferecem proteção financeira à unidade familiar em casos de morte, doenças graves ou acidentes do segurado. Sem dúvidas, essa garantia propicia tranquilidade para a manutenção do padrão de vida frente a imprevistos.

A elaboração de um planejamento financeiro familiar permite avaliar a realidade econômica da casa com maior profundidade, perceber falhas na administração dos recursos e criar estratégias para proteger o patrimônio de eventos imprevistos.

Dessa forma, é possível reordenar a destinação das receitas e estabelecer metas para alcançar a saúde financeira do lar e realizar projetos e sonhos comuns.

Fonte: Infomoney

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25 nov
By: Blog SIAS 0

Dívidas: o que considerar para viver longe delas?

Vamos falar sobre dívidas. Será que você, como a maior parte das famílias brasileiras, está endividado? São muitas as nuances sobre o assunto e neste artigo vamos tratar das principais.

Para começar existem as dívidas “saudáveis”, ou seja, aquelas que você faz agora para conseguir resultados melhores adiante, como um investimento em um curso ou equipamentos para a empresa por exemplo. E existem as dívidas que você simplesmente faz ou que aparecem na sua vida devido a circunstâncias emergenciais.

E também são diferentes os perfis de quem deve: O primeiro é aquele que se tornou devedor por circunstâncias fora do habitual, como a perda de um emprego. É alguém que não gosta de dever por aí e que, não fosse o acontecido, estaria com as contas em ordem e no máximo com algumas compras parceladas a ir pagando. Quem é que nunca passou por isso, não é mesmo?

Depois também existe o perfil de quem vive endividado porque as despesas habituais são maiores que a receita. É alguém que não costuma gastar além da conta, mas realmente o que entra não é suficiente para pagar os gastos básicos.

E, finalmente, temos aquele que poderia ter uma vida financeira equilibrada, ganha bem, mas vive gastando mais do que pode e em coisas que não deve. Como resolver cada uma das situações?

Renda extra e autoconhecimento para lidar com as dívidas
Quem está passando por um momento emergencial deve considerar que vai passar, como tudo na vida. Quem é que nunca passou por apertos de todas as formas, não é mesmo? O que é preciso fazer nesta fase é tentar cortar ao máximo as despesas e ir trabalhando para conseguir um dinheiro a mais na conta. Você pode tentar freelas ou atividades proporcionadas pela economia criativa.

Quem tem receita menor que as despesas, ainda que as despesas sejam básicas, deve urgentemente arrumar meios de ganhar mais, seja procurando um novo trabalho ou fazendo extras. Caso contrário, estará sempre gastando mais do que o padrão permite e tenderá a não conseguir sair dessa situação.

Já quem está endividado por “escolha própria” porque poderia fazer diferente, deve tentar entender o que está acontecendo para que eventuais frustrações ou falta de ânimo estejam parando nas compras. Muitas vezes o problema é emocional.

Somos seres humanos e é natural que busquemos refúgio em coisas que nos façam momentaneamente bem. O problema é quando esse tipo de coisa se torna frequente e vira uma bola de neve na conta.

Nesse caso, além de auxilio profissional, vale a pena usar táticas como não andar com cartão de crédito e nem dar atenção aquele monte de publicidade que chega no e-mail. Simplesmente delete para não correr o risco!

Vale para todas as situações
É claro que a questão do endividamento é complexa, e estou resumindo os perfis e situações de forma simples neste artigo. Mas é importante entender que independente da situação, resolver a questão das dívidas é fundamental para alguém seguir adiante na vida financeira. Não dá para guardar nem investir se você tiver dívidas pesadas e estiver pagando juros altos por elas.

A melhor coisa a fazer, portanto, é tentar negociar as dívidas com juros altos por outras com juros menores e até, se possível, fazer uma oferta para quitar o que deve. Geralmente os descontos concedidos são altos.

Negocie dívidas o quanto antes
Para negociar você pode conversar diretamente com a instituição para a qual deve, mas hoje felizmente também há alternativas simples, menos burocráticas e que não exigem que a pessoa se apresente pessoalmente nem gaste horas ao telefone tentando negociar.

No último sábado participei de um painel do Dinheirama e da Grão (que antes se chamava Diin) e o tema era endividamento. A fintech convidada foi a Blu 365, que é exatamente uma plataforma de negociação de dívidas.

Sempre digo que acredito muito no potencial das startups porque elas se dispõem a resolver problemas que o mercado tradicional vê, mas em geral não resolve. No caso da Blu, a ideia é possibilitar um acordo online entre devedor e credor, sejam lojas, bancos, etc.

Além disso, a Blu tem o chamado radar Renda Extra, que mapeia uma série de possibilidades para quem quer, além de quitar a dívida, não se endividar mais por falta de dinheiro (algo bem direcionado a um dos perfis de que falei anteriormente).

Há, por exemplo, sugestões para se ganhar dinheiro com pesquisa remunerada, aplicativos de entrega, revenda de produtos, etc.

O importante, caso esteja devendo, é não se desesperar , respirar fundo e entender que as alternativas existem. Lembre-se que a questão do endividamento é algo que pode ser resolvido e você tem todas as possibilidades para retomar o rumo em breve, basta agir realizando o que é possível no momento!

Fonte: Dinheirama

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25 nov
By: Blog SIAS 0

Decisões que podem prejudicar seu Orçamento Familiar

Falta de atitude é um grave problema; atitude demais, em algo errado, também. Essa realidade acaba desencadeando decisões equivocadas e com enorme potencial destrutivo. Escolhi cinco decisões comuns que prejudicam o orçamento familiar. Acompanhe:

Usar sempre a função rotativa do cartão de crédito
O cartão de crédito é uma ótima ferramenta de pagamento e colabora para que muita gente controle o pagamento das despesas de forma consciente e organizada. Conseguir concentrar os gastos, ganhar dias para efetuar o pagamento da fatura e a segurança são alguns pontos de destaque presentes no cartão de crédito.

Infelizmente, algumas pessoas enxergam o cartão de crédito como “dinheiro grátis”. Ok, posso estar exagerando, mas ao olhar com calma a atitude de algumas pessoas, parece que não enxergam que mais cedo ou mais tarde a fatura chegará e que o pagamento precisará ser feito.

Essas pessoas que gastam demais, contando com o limite do cartão, esquecem de levar em conta o que de fato é mais importante: o próprio limite de orçamento familiar. Não tendo o dinheiro para pagamento integral da fatura do cartão, a saída é utilizar a função do rotativo do cartão de crédito.

O erro é muito grave, já que de acordo com a pesquisa mensal de juros da Anefac, em agosto de 2014 a taxa média do rotativo do cartão é de 238,67% ao ano. O número é grande, mas o estrago financeiro é enorme. Quem está nessa situação precisa rapidamente tomar duas medidas fundamentais:

  • Admitir a culpa pelo erro, afinal o culpado não é o cartão e sim quem foi lá e digitou a senha na hora de efetuar o pagamento;
  • Eliminar a dívida o mais rapidamente possível, afinal com os juros em 238% ao mês, qualquer orçamento pessoal explode. Analise com cuidado a situação e utilize uma linha de crédito com juros mais baixos para quitar a dívida. Um bom exemplo para essa situação é o crédito consignado que possui taxas bem inferiores.

Fazer compras com pressa
Quem não gosta de dar uma passadinha no shopping? Muita gente encara o ato de ir às compras como uma terapia, um lugar onde é possível esquecer os problemas do dia a dia. Sem perceber, algumas pessoas que agem dessa maneira acabam criando problemas para o orçamento no decorrer do tempo.

A excelente Adriana Rodopoulos já abordou o assunto algum tempo atrás, aqui mesmo no Dinheirama, e nos brindou com uma intrigante reflexão: afinal, a compra por impulso é boa para quem?

Naquele momento, vivíamos a febre das compras coletivas, onde o discurso das promoções parecia obrigar as pessoas comprar. As promoções, ou apenas a ideia de que elas existem, nos impulsionam a comprar além das nossas possibilidades. Acompanhe abaixo um trecho do artigo escrito pela Adriana:

“Quando verificamos que o valor que realmente será pago é bem menor do que aquele que está em destaque, a nossa mente nos aplica outro golpe, nos informando que aquele é um ‘ótimo negócio’, uma ‘promoção imperdível’.

Para quem termina a avaliação neste estágio e opta pela compra, é tarde: este consumidor provavelmente comprou por impulso. E aí há dois grandes problemas:

1. O primeiro deles é saber se o preço com desconto, ainda que bastante inferior ao preço cheio, vai caber no bolso ou não. Essa análise fica comprometida porque o ponto de partida da avaliação é ou preço cheio ou o desconto e não a disponibilidade financeira;

2. O segundo ponto é avaliar se o cliente terá condições de usufruir do produto ou serviço dentro do prazo estipulado e das condições impostas pelo anunciante. O preço pode ser tão atraente que os detalhes da compra (as famosas ‘letrinhas miúdas’) são ignorados.”

Mais do que nunca, o poder de compra das famílias está baixo. De acordo com recentes pesquisas, a Classe C, que segurou por vários anos o crescimento do país, parou de consumir, e uma das razões para isso acontecer agora é o alto endividamento das famílias.

O momento é de cautela e planejamento. As compras por impulso precisam ser substituídas pelo consumo cada vez mais consciente.

Usar o cheque especial como complemento de renda e ao mesmo tempo investir na caderneta de poupança
A correria do dia a dia não deixa tempo para planejarmos quase nada e acabamos agindo boa parte do tempo no chamado “piloto automático”. Assim, acabamos adotando algumas práticas pelo impulso, sem racionalizar e efetivamente ter a certeza de estar fazendo a coisa certa.

Muita gente comete um desses erros que considero grave simplesmente por desconhecimento ou por ingenuidade. Conheci muitas pessoas que utilizam a linha de crédito conhecida como cheque especial, pagando juros médios de 13,5% ao mês (medidos em setembro, de acordo com o Banco Central), e ao mesmo tempo “investem” na caderneta de poupança (rendimento próximo de 3,5% ao ano).

Não é preciso muito esforço matemático para perceber o grave erro: tomar dinheiro emprestado do banco pagando juros de 13% ao mês e manter dinheiro aplicado na poupança, que paga 3,5% ao ano.

Acredito que o erro acontece, na maioria dos casos, por desconhecimento e comodismo das pessoas. Cheque especial é uma linha de crédito emergencial que, dada a sua facilidade de aquisição e uso, torna o dinheiro que é emprestado extremamente caro.

As pessoas devem ter a consciência de que é imprescindível ter uma reserva de emergência capaz de cumprir o papel do cheque especial. Se o gasto está maior do que a receita sempre, obrigando o uso do cheque especial, é fundamental ajustar o orçamento e cortas despesas que não sejam extremamente necessárias. A regra é clara: ninguém pode gastar mais do que ganha.

Dar valor demais ao status
Um dos graves problemas da atualidade é a necessidade de muita gente de parecer e mostrar ser alguém que de fato não é. A ideia de demonstrar ser alguém bem-sucedido, que tem tudo do bom e do melhor é extremamente cultuada e venerada pelas pessoas. Ter parece ter virado sinônimo de Ser.

Hoje é muito comum, por exemplo, observar nas redes sociais um bocado de pessoas competindo para demonstrar quem fez a viagem mais interessante, quem tem o carro mais desejado e por ai vai. É a ditadura do Ter em detrimento do que é realmente mais importante, o Ser.

Anteriormente, aqui no Dinheirama abordei o assunto e escrevi um texto sobre o status e a necessidade de demonstrar o poder através das redes sociais. Quero aqui compartilhar um dos pensamentos propostos no texto, acompanhe:

“A verdade é que as redes sociais e a exposição característica de uma vida desejada serve como uma fuga da realidade, uma tentativa de diminuir o sofrimento com a vida real e seus inúmeros problemas e desafios.

Essa tentativa de fuga pode ser muito cruel, tanto para si como para os outros, já que alimenta a necessidade de ostentar, infla o ego e desperta inveja. O sapato, o carro e o celular novo que estão exibidos nas fotos não retratam, em boa parte dos casos, a real situação das pessoas.”

Estou convencido de que, para muitas pessoas, as redes sociais se tornaram uma ferramenta depressiva e perigosa. Muita gente se tornou pior com a necessidade de exposição e arrastou para essa realidade outros que se viram diminuídos por não terem a condição de acompanhar e ter a mesma “vida perfeita” dos amigos.

O resultado? Para não ficar “em baixa”, o jeito foi recorrer ao dinheiro emprestado para continuar comprando e ostentando. O endividamento cresceu e há muita gente vivendo uma vida artificial nas redes sociais, mas penosa e caríssima no mundo real.

Muita gente está agindo de forma absolutamente danosa, gastando o dinheiro que não tem, para comprar coisas de que não precisa, para impressionar pessoas de que ela não gosta. Esse pensamento retrata com exatidão o que acontece hoje na sociedade de maneira geral.

Comprar porque está barato, não porque precisa
O mês de novembro já está chegando. E daí? Bom, em novembro aqui no Brasil vem ganhando impulso uma data muito conhecida nos EUA, onde os lojistas oferecem aos consumidores oportunidades reais de desconto em diversos produtos. Conheço muita gente que relata descontos de até 80% em produtos na chamada Black Friday norte-americana.

No Brasil, infelizmente a coisa foi distorcida e muita gente acabou entrando de gaiato no discurso e na publicidade feita nos anos anteriores. Os problemas foram tão graves que os órgãos de defesa do consumidor precisaram intervir e notificar diversas lojas que maquiaram os preços para oferecer às pessoas descontos que não existiam de fato.

Quando a vontade ou o sonho de ter algo encontra a palavra “promoção”, essa situação cria no nosso cérebro a “desculpa perfeita” para comprarmos o queremos sem culpa, ainda que não tenhamos o dinheiro para tanto ou que a promoção seja artificial, falsa.

Em outros casos, onde as promoções acontecem de fato, também é preciso cautela. Não é porque algo está em promoção que devemos simplesmente comprar. O consumo precisa partir da conscientização em organizar o orçamento e planejar as compras, seja quando ela for necessária, seja quando ela for possível de acordo com o orçamento familiar.

Precisamos, como sociedade e como consumidores, adotar uma postura diferente, aprendendo a negociar preços e condições melhores e também não aceitando promoções falaciosas.

Orçamento familiar: conclusão
Tornar-se alguém rico e bem-sucedido muitas vezes passa pela necessidade de eliminar erros cometidos diante de decisões simples de compra e uso do crédito. O sistema financeiro brasileiro é desafiador na medida em que cobra juros elevados nos empréstimos.

O orçamento familiar deve ser tratado como uma prioridade e não como um simples resultado de ações sem planejamento realizadas ao longo do tempo.

Você concorda com minhas observações? Ficarei muito contente em contar com a sua participação. Aproveite o espaço de comentários abaixo e registre sua opinião. Obrigado e até a próxima!

Fonte: Dinheirama

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08 out
By: Blog SIAS 0

Como falar de dinheiro com seus filhos

Não existe idade certa para começar a falar sobre dinheiro. Mas é fato que grande parte dos problemas relacionados a dinheiro se deve a falta de educação financeira básica. Portanto, quanto mais cedo o tema for tratado entre as crianças, de maneira simples e franca, maiores as chances delas manterem uma relação saudável com o consumo quando se tornarem adultas.

Pensando nisso, o site Como Investir, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), reuniu cinco dicas de como tratar o tema com os pequenos. Confira:

1 – Exemplo em 1° lugar
Desde muito novas, as crianças observam todas as atividades cotidianas. Ainda que não entendam de onde vem o dinheiro, são capazes de perceber o ato de comprar algo ou pagar uma conta. Por esse motivo, o exemplo dos responsáveis é fundamental. As crianças assimilam e absorvem desde cedo os hábitos de consumo e poupança de uma família.

Segundo Ana Leoni, superintendente de Educação da Anbima, é importante mostrar que o dinheiro não “brota do chão”, que é fruto de esforço. “Quando seu filho pedir um brinquedo mais caro, mostre a ele que aquele item requer uma economia maior do que uma barra de chocolate, por exemplo.”

2 – Aprendendo no dia a dia
Muitos pais evitam falar sobre dinheiro para os filhos, e isso transforma o assunto em um tabu. Claro que não é necessário entrar em detalhes, contar para seu filho qual o seu salário, por exemplo. No entanto, as situações do cotidiano podem servir para ensinar muito sobre educação financeira.

Um passeio no shopping pode ser uma oportunidade para discutir porque o preço do mesmo produto varia em diferentes lojas ou, também, para falar das diferenças entre as coisas que “devemos” e as que “desejamos” comprar.

3 – Pra começar, o cofrinho
O “cofrinho” também é uma boa maneira de ensinar dinheiro para as crianças. Há uma série de conceitos que podem ser englobados neste exemplo: explicar sobre o valor de diferentes moedas, sobre o que é poupar, como guardar dinheiro aos poucos para adquirir algo melhor futuramente. “O cofrinho é uma experiência que mistura a necessidade de disciplina, de se planejar e de poupar para conquistar o que se deseja. É positivo exercitar isso desde cedo até porque traz uma sensação de independência e autonomia para os pequenos”, explica Ana.

Uma boa forma de ensinar o valor do dinheiro pode ser, por exemplo, propondo que as crianças guardem uma moeda por dia para poder comprar um chocolate no fim de semana. Com atividades como essa as crianças já se familiarizam com os números.

4 – Depois, a mesada (ou semanada)
A mesada é um elemento eficaz de educação financeira. Combinar um dia do mês para fazer o “pagamento” e deixar que as crianças decidam o que fazer com o dinheiro estimula o amadurecimento emocional e financeiro delas.

Inclusive, é fundamental que os pais também cumpram as regras da mesada. Se o dinheiro acabar e as crianças quiserem mais, lembre-as da data do próximo pagamento e aproveite para falar sobre a importância de controlar os gastos ao longo do tempo.

Caso tenha dúvidas sobre a quantidade de dinheiro que se deve dar às crianças, a Ana sugere que seja um real por ano de idade. Por exemplo, a menina de 8 anos ganharia R$ 8 por semana, e o de 10 anos, R$ 10. A família também pode conversar sobre quais itens devem ser cobertos por este valor e elaborar um pequeno orçamento. “Talvez a criança precise de três mesadas para comprar aquilo que deseja, é aí que a importância do autocontrole e do planejamento entram em cena”, comenta Ana.

5 – Ajude a fazer o planejamento
Se seu filho recebe mesada, você pode ajudá-lo a planejar os gastos com o dinheiro, elaborando um pequeno orçamento com as despesas previstas.

Ajude a crianças a pensar nos gastos, no que ela poderá comprar com o dinheiro que conseguir juntar. Pensem juntos em objetivos e calculem quanto tempo de economia será necessário.

Fonte: Infomoney

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08 out
By: Blog SIAS 0

Conheça 5 decisões erradas sobre aposentadoria

Muitas das nossas decisões sobre temas da Educação Financeira são ainda tomadas com base em crenças populares e experiências práticas das pessoas. Isto pode funcionar algumas vezes, mas é mais fruto da sorte do que de um julgamento correto. E você não deveria tomar atitudes assim com relação à sua Aposentadoria.

Vamos analisar 5 destas crenças que você pode estar seguindo, mas não deveria!

1. Ainda sou muito jovem para pensar em Aposentadoria.
Esta é o mais clássico dos erros que cometemos neste tema. O ser humano, por natureza, não é muito bom para pensar a longo prazo: para nós, um ‘futuro distante’ significa no máximo 5 ou 10 anos do presente! Tanto é verdade que existem pessoas com 40 ou 45 anos que ainda acham que não precisam pensar na velhice.

Todos sabemos que quanto mais jovem se começa a economizar, mais teremos os juros compostos nos ajudando a garantir um futuro tranquilo.

Não se esqueça: já está tarde para começar a pensar na aposentadoria!

2. Calcular errado a idade máxima de vida.
A nossa expectativa de vida está aumentando cada vez mais, à medida que novos avanços na medicina curativa e preventiva aparecem. Por isso, não seja pessimista na hora de calcular até que idade irá viver!

Pesquise sempre a idade média de vida da região que você mora. E lembre-se que isso é uma média: há pessoas que vivem menos e outras que vivem mais! Em que grupo você quer estar?

3. Cuidar da Aposentadoria não é só se preocupar com o dinheiro.
Normalmente, a principal preocupação que temos é garantir um rendimento mínimo para quando a nossa idade já não permitir que nossa força de trabalho gere algum dinheiro lícito. Este pode ser o principal, mas este não deve ser o único aspecto para nos preocuparmos.

É preciso nos preparar para algo diferente nesta fase da vida: se não estivermos empregados, o que faremos todos os dias? Acordaremos cedo para fazer exercícios ou só ficaremos assistindo à televisão?

Guarde dinheiro. Mas preocupe-se também em dar um sentido, um significado especial e motivador para continuar levando uma vida feliz.

4. Em caso de problemas de saúde mais grave, vou recorrer ao atendimento público.
Isto pode realmente ser uma estratégia correta para outros países mais desenvolvidos. Mas no nosso país, infelizmente a realidade é outra.

Considere que você terá altos gastos médicos em sua Aposentadoria. E planeje-se para isso.

5. Vou viver de juros das minhas aplicações.
Correto! Pelo menos em parte …

Uma das maneiras de manter o rendimento é ter uma boa reserva de dinheiro aplicada em investimentos. Mas esta não deve ser a única estratégia a ser adotada.

O ideal é a diversificação: ter alternativas diferentes para se atingir o objetivo final. Assim, além dos investimentos, é preciso buscar planos de previdência (público e privado) e outras rendas como aluguéis ou investimentos em empresas (seja diretamente ou por meio da bolsa de valores).

Fonte: Blog Minhas Economias

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08 out
By: Blog SIAS 0

Objetivos Financeiros para alcançar até os 30.

Qual a sua idade? Está perto dos seus vinte anos? Se sim, você tem cerca de 10 anos de alcançar uma idade muito boa com relação à sua Vida Financeira: os 30 anos. Como você quer estar financeiramente quando chegar lá? Se você já passou dos 30, nunca é tarde para analisar o que deveria ser feito!

Os “30 anos” representam um marco, um ponto de inversão em nossa vida financeira.

Até esta idade, normalmente estamos gastando muito mais que ganhando: tivemos que pagar pelos estudos durante vários anos e, mesmo que tenhamos trabalhado desde cedo, o salário provavelmente não foi dos melhores.

A partir do 30 a nossa situação no trabalho já deveria estar melhorando, pois já vamos ter mais experiência e os cargos de chefia começam a ficar ao nosso alcance, gerando uma renda melhor.

Por outro lado, outros tipos de gastos vão surgir, como a compra do imóvel, o casamento e os filhos.

Enfim: de uma maneira geral, como deveria estar a sua situação financeira nesta idade? Vamos a alguns pontos que podem ser analisados.

1. Dívidas.
Nesta idade você não deveria ter nenhuma dívida. Claro que sempre há exceções, mas via de regra pouca coisa justifica uma dívida muito alta. Se este for o caso, significa que você gastou muito dinheiro na sua juventude.

Eventualmente você poderá ter algum tipo de financiamento, caso tenha adquirido algum imóvel recente. Mas neste caso você tem que garantir que tem condições de pagar as parcelas sem colocar em risco a sua saúde financeira.

2. Investimentos.
Não é preciso ter um valor muito grande nesta idade, mas o mais importante é ter algum dinheiro investido e, principalmente, ter um bom conhecimento do mercado financeiro.

A partir de agora você provavelmente terá mais dinheiro sobrando para investir. Mas não adianta ter o que investir mas não saber onde investir com sabedoria, conhecendo o seu perfil de risco e as opções do mercado.

Lembre-se: mesmo não tendo dinheiro nos seus 20 anos, prepare-se para saber onde investir quando estiver em melhores condições financeiras.

3. Aposentadoria.
Muito cedo ainda para pensar em aposentadoria? Não mesmo. O ideal seria começar até antes, mas se isto não ocorreu, comece já aos 30 anos a planejar a sua velhice.

E não pense apenas no lado financeiro, é preciso ter uma visão completa: como vai estar a sua saúde até lá? O que você vai estar fazendo? Como você quer envelhecer?

4. Hábitos financeiros
Um hábito é algo que fazemos de modo automático, sem ter que pensar sobre a atividade e com a sensação de pouco esforço necessário. E uma vez criado o hábito, é pouco provável que você “se livre” dele.

O difícil mesmo é criar o hábito. Exige dedicação, tempo e resiliência.

Por isso comece desde cedo a desenvolver os hábitos saudáveis relacionados à Educação Financeira: preparar o Orçamento, criar reserva de emergência, avaliar quais tipos de seguros são importantes, etc.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

5 hábitos que vão sabotar as suas Finanças Pessoais

Já ouviu falar em comportamentos sabotadores? São aqueles vícios que praticamos a toda hora, mas nem nos damos conta disso. Eles estão presentes em vários aspectos de nossa vida, inclusive em nossas Finanças Pessoais, e prejudicam de maneira perversa a nossa situação presente e futura. Como identificar estes hábitos ruins?

Leia a descrição abaixo de alguns destes comportamentos e analise se você costuma praticá-los com regularidade. E seja honesto consigo mesmo!

1. Trocar de celular todo ano.

É tentador possuir sempre a última inovação tecnológica, principalmente nos casos dos telefones celulares. A cada ano, novas funcionalidades ‘imprescindíveis’ são adicionadas e os aparelhos ficam cada vez mais elegantes.

Mas isso tem um custo … e não é pequeno (veja aqui o texto sobre quanto pode ser este valor).

O mais difícil é que este comportamento parece ser algo inofensivo. E traz uma satisfação muito grande!
Avalie se você está trocando o seu celular constantemente. Se for impossível evitar, tente ao mesmo aumentar o intervalo de tempo antes de comprar um novo.

2. Ser muito otimista.

Ninguém aqui está pedindo para você ser um pessimista, daqueles que só conseguem enxergar um futuro cheio de problemas. Mas também não é muito aconselhável ser um otimista sem restrições.

Os “muito otimistas não conseguem fazer um planejamento financeiro mais conservador. Como tudo “sempre vai dar certo”, eles não se preocupam em fazer uma reserva contra imprevistos, por exemplo. Ou seja, eles não se preparam para eventuais condições adversas no futuro.

Também na área de investimentos, os otimistas podem deixar de analisar riscos importantes e assim não tomar as melhores decisões.
Enfim, nunca perca a esperança nem o bom humor. Mas é importante ter sempre os pés no chão, mesmo que os sonhos estejam bem altos!

3. Fugir do Planejamento e Controle Financeiro.

Da mesma forma que há pessoas que detestam ir ao médico, muita gente inventa mil desculpas para não fazer um bom Controle Financeiro.

De forma até inconsciente, estas pessoas criam situações que justificam este comportamento: é a planilha que é muito difícil de ser usada, o aplicativo de Controle que dá problema, é a falta de tempo para anotar todas as despesas, etc.

Fuja deste comportamento. É preciso disciplina e força de vontade para iniciar um novo hábito.

4. Deixar os seus investimentos apenas na mão do gerente do banco.

Cuidar de dinheiro pode ser uma atividade chata para muita gente e, por isto mesmo, acabam deixando para o gerente do banco cuidar. O problema aqui é que nem sempre ele fará as melhores escolhas para você, além de acabar limitando as opções de investimento apenas aos produtos oferecidos pelo próprio banco.

Pesquisar e estudar as modalidades de investimento disponíveis no mercado, de modo a não ficar preso apenas nas opções que o seu gerente de banco oferece, pode representar um bom dinheiro a mais em seu orçamento. No longo prazo, certamente irá levar a uma vida muito mais tranquila e proveitosa.

5. Não fazer exercícios físicos.

Hein? Isso tem a ver com as Finanças Pessoais? Pode parecer que não, mas é um bom exemplo para mostrar que tudo em nossa vida está relacionado.

Ao cultivarmos o hábito de não fazer exercícios, uma série de efeitos são desencadeados:
– A chance de ficarmos doentes aumenta, o que significa mais gastos com remédios e médicos.
– A nossa produtividade no trabalho diminui, o que ocasiona menos promoções e aumentos de salários.
– Como sobra mais tempo para ‘não fazer nada’, a chance de ocuparmos o tempo com outros vícios aumenta ainda mais: comer mais, fumar, beber, ficar só assistindo televisão.

Assim, mexa-se! Os exercícios irão fazer bem a você e ao seu bolso!

Fonte: Blog Minhas Economias

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