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News Categories: Educação Financeira

08 out
By: Blog SIAS 0

Como falar de dinheiro com seus filhos

Não existe idade certa para começar a falar sobre dinheiro. Mas é fato que grande parte dos problemas relacionados a dinheiro se deve a falta de educação financeira básica. Portanto, quanto mais cedo o tema for tratado entre as crianças, de maneira simples e franca, maiores as chances delas manterem uma relação saudável com o consumo quando se tornarem adultas.

Pensando nisso, o site Como Investir, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), reuniu cinco dicas de como tratar o tema com os pequenos. Confira:

1 – Exemplo em 1° lugar
Desde muito novas, as crianças observam todas as atividades cotidianas. Ainda que não entendam de onde vem o dinheiro, são capazes de perceber o ato de comprar algo ou pagar uma conta. Por esse motivo, o exemplo dos responsáveis é fundamental. As crianças assimilam e absorvem desde cedo os hábitos de consumo e poupança de uma família.

Segundo Ana Leoni, superintendente de Educação da Anbima, é importante mostrar que o dinheiro não “brota do chão”, que é fruto de esforço. “Quando seu filho pedir um brinquedo mais caro, mostre a ele que aquele item requer uma economia maior do que uma barra de chocolate, por exemplo.”

2 – Aprendendo no dia a dia
Muitos pais evitam falar sobre dinheiro para os filhos, e isso transforma o assunto em um tabu. Claro que não é necessário entrar em detalhes, contar para seu filho qual o seu salário, por exemplo. No entanto, as situações do cotidiano podem servir para ensinar muito sobre educação financeira.

Um passeio no shopping pode ser uma oportunidade para discutir porque o preço do mesmo produto varia em diferentes lojas ou, também, para falar das diferenças entre as coisas que “devemos” e as que “desejamos” comprar.

3 – Pra começar, o cofrinho
O “cofrinho” também é uma boa maneira de ensinar dinheiro para as crianças. Há uma série de conceitos que podem ser englobados neste exemplo: explicar sobre o valor de diferentes moedas, sobre o que é poupar, como guardar dinheiro aos poucos para adquirir algo melhor futuramente. “O cofrinho é uma experiência que mistura a necessidade de disciplina, de se planejar e de poupar para conquistar o que se deseja. É positivo exercitar isso desde cedo até porque traz uma sensação de independência e autonomia para os pequenos”, explica Ana.

Uma boa forma de ensinar o valor do dinheiro pode ser, por exemplo, propondo que as crianças guardem uma moeda por dia para poder comprar um chocolate no fim de semana. Com atividades como essa as crianças já se familiarizam com os números.

4 – Depois, a mesada (ou semanada)
A mesada é um elemento eficaz de educação financeira. Combinar um dia do mês para fazer o “pagamento” e deixar que as crianças decidam o que fazer com o dinheiro estimula o amadurecimento emocional e financeiro delas.

Inclusive, é fundamental que os pais também cumpram as regras da mesada. Se o dinheiro acabar e as crianças quiserem mais, lembre-as da data do próximo pagamento e aproveite para falar sobre a importância de controlar os gastos ao longo do tempo.

Caso tenha dúvidas sobre a quantidade de dinheiro que se deve dar às crianças, a Ana sugere que seja um real por ano de idade. Por exemplo, a menina de 8 anos ganharia R$ 8 por semana, e o de 10 anos, R$ 10. A família também pode conversar sobre quais itens devem ser cobertos por este valor e elaborar um pequeno orçamento. “Talvez a criança precise de três mesadas para comprar aquilo que deseja, é aí que a importância do autocontrole e do planejamento entram em cena”, comenta Ana.

5 – Ajude a fazer o planejamento
Se seu filho recebe mesada, você pode ajudá-lo a planejar os gastos com o dinheiro, elaborando um pequeno orçamento com as despesas previstas.

Ajude a crianças a pensar nos gastos, no que ela poderá comprar com o dinheiro que conseguir juntar. Pensem juntos em objetivos e calculem quanto tempo de economia será necessário.

Fonte: Infomoney

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08 out
By: Blog SIAS 0

Conheça 5 decisões erradas sobre aposentadoria

Muitas das nossas decisões sobre temas da Educação Financeira são ainda tomadas com base em crenças populares e experiências práticas das pessoas. Isto pode funcionar algumas vezes, mas é mais fruto da sorte do que de um julgamento correto. E você não deveria tomar atitudes assim com relação à sua Aposentadoria.

Vamos analisar 5 destas crenças que você pode estar seguindo, mas não deveria!

1. Ainda sou muito jovem para pensar em Aposentadoria.
Esta é o mais clássico dos erros que cometemos neste tema. O ser humano, por natureza, não é muito bom para pensar a longo prazo: para nós, um ‘futuro distante’ significa no máximo 5 ou 10 anos do presente! Tanto é verdade que existem pessoas com 40 ou 45 anos que ainda acham que não precisam pensar na velhice.

Todos sabemos que quanto mais jovem se começa a economizar, mais teremos os juros compostos nos ajudando a garantir um futuro tranquilo.

Não se esqueça: já está tarde para começar a pensar na aposentadoria!

2. Calcular errado a idade máxima de vida.
A nossa expectativa de vida está aumentando cada vez mais, à medida que novos avanços na medicina curativa e preventiva aparecem. Por isso, não seja pessimista na hora de calcular até que idade irá viver!

Pesquise sempre a idade média de vida da região que você mora. E lembre-se que isso é uma média: há pessoas que vivem menos e outras que vivem mais! Em que grupo você quer estar?

3. Cuidar da Aposentadoria não é só se preocupar com o dinheiro.
Normalmente, a principal preocupação que temos é garantir um rendimento mínimo para quando a nossa idade já não permitir que nossa força de trabalho gere algum dinheiro lícito. Este pode ser o principal, mas este não deve ser o único aspecto para nos preocuparmos.

É preciso nos preparar para algo diferente nesta fase da vida: se não estivermos empregados, o que faremos todos os dias? Acordaremos cedo para fazer exercícios ou só ficaremos assistindo à televisão?

Guarde dinheiro. Mas preocupe-se também em dar um sentido, um significado especial e motivador para continuar levando uma vida feliz.

4. Em caso de problemas de saúde mais grave, vou recorrer ao atendimento público.
Isto pode realmente ser uma estratégia correta para outros países mais desenvolvidos. Mas no nosso país, infelizmente a realidade é outra.

Considere que você terá altos gastos médicos em sua Aposentadoria. E planeje-se para isso.

5. Vou viver de juros das minhas aplicações.
Correto! Pelo menos em parte …

Uma das maneiras de manter o rendimento é ter uma boa reserva de dinheiro aplicada em investimentos. Mas esta não deve ser a única estratégia a ser adotada.

O ideal é a diversificação: ter alternativas diferentes para se atingir o objetivo final. Assim, além dos investimentos, é preciso buscar planos de previdência (público e privado) e outras rendas como aluguéis ou investimentos em empresas (seja diretamente ou por meio da bolsa de valores).

Fonte: Blog Minhas Economias

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08 out
By: Blog SIAS 0

Objetivos Financeiros para alcançar até os 30.

Qual a sua idade? Está perto dos seus vinte anos? Se sim, você tem cerca de 10 anos de alcançar uma idade muito boa com relação à sua Vida Financeira: os 30 anos. Como você quer estar financeiramente quando chegar lá? Se você já passou dos 30, nunca é tarde para analisar o que deveria ser feito!

Os “30 anos” representam um marco, um ponto de inversão em nossa vida financeira.

Até esta idade, normalmente estamos gastando muito mais que ganhando: tivemos que pagar pelos estudos durante vários anos e, mesmo que tenhamos trabalhado desde cedo, o salário provavelmente não foi dos melhores.

A partir do 30 a nossa situação no trabalho já deveria estar melhorando, pois já vamos ter mais experiência e os cargos de chefia começam a ficar ao nosso alcance, gerando uma renda melhor.

Por outro lado, outros tipos de gastos vão surgir, como a compra do imóvel, o casamento e os filhos.

Enfim: de uma maneira geral, como deveria estar a sua situação financeira nesta idade? Vamos a alguns pontos que podem ser analisados.

1. Dívidas.
Nesta idade você não deveria ter nenhuma dívida. Claro que sempre há exceções, mas via de regra pouca coisa justifica uma dívida muito alta. Se este for o caso, significa que você gastou muito dinheiro na sua juventude.

Eventualmente você poderá ter algum tipo de financiamento, caso tenha adquirido algum imóvel recente. Mas neste caso você tem que garantir que tem condições de pagar as parcelas sem colocar em risco a sua saúde financeira.

2. Investimentos.
Não é preciso ter um valor muito grande nesta idade, mas o mais importante é ter algum dinheiro investido e, principalmente, ter um bom conhecimento do mercado financeiro.

A partir de agora você provavelmente terá mais dinheiro sobrando para investir. Mas não adianta ter o que investir mas não saber onde investir com sabedoria, conhecendo o seu perfil de risco e as opções do mercado.

Lembre-se: mesmo não tendo dinheiro nos seus 20 anos, prepare-se para saber onde investir quando estiver em melhores condições financeiras.

3. Aposentadoria.
Muito cedo ainda para pensar em aposentadoria? Não mesmo. O ideal seria começar até antes, mas se isto não ocorreu, comece já aos 30 anos a planejar a sua velhice.

E não pense apenas no lado financeiro, é preciso ter uma visão completa: como vai estar a sua saúde até lá? O que você vai estar fazendo? Como você quer envelhecer?

4. Hábitos financeiros
Um hábito é algo que fazemos de modo automático, sem ter que pensar sobre a atividade e com a sensação de pouco esforço necessário. E uma vez criado o hábito, é pouco provável que você “se livre” dele.

O difícil mesmo é criar o hábito. Exige dedicação, tempo e resiliência.

Por isso comece desde cedo a desenvolver os hábitos saudáveis relacionados à Educação Financeira: preparar o Orçamento, criar reserva de emergência, avaliar quais tipos de seguros são importantes, etc.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

5 hábitos que vão sabotar as suas Finanças Pessoais

Já ouviu falar em comportamentos sabotadores? São aqueles vícios que praticamos a toda hora, mas nem nos damos conta disso. Eles estão presentes em vários aspectos de nossa vida, inclusive em nossas Finanças Pessoais, e prejudicam de maneira perversa a nossa situação presente e futura. Como identificar estes hábitos ruins?

Leia a descrição abaixo de alguns destes comportamentos e analise se você costuma praticá-los com regularidade. E seja honesto consigo mesmo!

1. Trocar de celular todo ano.

É tentador possuir sempre a última inovação tecnológica, principalmente nos casos dos telefones celulares. A cada ano, novas funcionalidades ‘imprescindíveis’ são adicionadas e os aparelhos ficam cada vez mais elegantes.

Mas isso tem um custo … e não é pequeno (veja aqui o texto sobre quanto pode ser este valor).

O mais difícil é que este comportamento parece ser algo inofensivo. E traz uma satisfação muito grande!
Avalie se você está trocando o seu celular constantemente. Se for impossível evitar, tente ao mesmo aumentar o intervalo de tempo antes de comprar um novo.

2. Ser muito otimista.

Ninguém aqui está pedindo para você ser um pessimista, daqueles que só conseguem enxergar um futuro cheio de problemas. Mas também não é muito aconselhável ser um otimista sem restrições.

Os “muito otimistas não conseguem fazer um planejamento financeiro mais conservador. Como tudo “sempre vai dar certo”, eles não se preocupam em fazer uma reserva contra imprevistos, por exemplo. Ou seja, eles não se preparam para eventuais condições adversas no futuro.

Também na área de investimentos, os otimistas podem deixar de analisar riscos importantes e assim não tomar as melhores decisões.
Enfim, nunca perca a esperança nem o bom humor. Mas é importante ter sempre os pés no chão, mesmo que os sonhos estejam bem altos!

3. Fugir do Planejamento e Controle Financeiro.

Da mesma forma que há pessoas que detestam ir ao médico, muita gente inventa mil desculpas para não fazer um bom Controle Financeiro.

De forma até inconsciente, estas pessoas criam situações que justificam este comportamento: é a planilha que é muito difícil de ser usada, o aplicativo de Controle que dá problema, é a falta de tempo para anotar todas as despesas, etc.

Fuja deste comportamento. É preciso disciplina e força de vontade para iniciar um novo hábito.

4. Deixar os seus investimentos apenas na mão do gerente do banco.

Cuidar de dinheiro pode ser uma atividade chata para muita gente e, por isto mesmo, acabam deixando para o gerente do banco cuidar. O problema aqui é que nem sempre ele fará as melhores escolhas para você, além de acabar limitando as opções de investimento apenas aos produtos oferecidos pelo próprio banco.

Pesquisar e estudar as modalidades de investimento disponíveis no mercado, de modo a não ficar preso apenas nas opções que o seu gerente de banco oferece, pode representar um bom dinheiro a mais em seu orçamento. No longo prazo, certamente irá levar a uma vida muito mais tranquila e proveitosa.

5. Não fazer exercícios físicos.

Hein? Isso tem a ver com as Finanças Pessoais? Pode parecer que não, mas é um bom exemplo para mostrar que tudo em nossa vida está relacionado.

Ao cultivarmos o hábito de não fazer exercícios, uma série de efeitos são desencadeados:
– A chance de ficarmos doentes aumenta, o que significa mais gastos com remédios e médicos.
– A nossa produtividade no trabalho diminui, o que ocasiona menos promoções e aumentos de salários.
– Como sobra mais tempo para ‘não fazer nada’, a chance de ocuparmos o tempo com outros vícios aumenta ainda mais: comer mais, fumar, beber, ficar só assistindo televisão.

Assim, mexa-se! Os exercícios irão fazer bem a você e ao seu bolso!

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Mesada: Aprenda a falar de dinheiro com crianças

A mesada é um importante instrumento de educação financeira que ensina a criança a fazer escolhas mais responsáveis, planejar, poupar e conquistar sonhos. Através dessa ferramenta, é possível ter um primeiro contato com a administração do próprio dinheiro e também a percepção de que esse é um recurso finito.

De acordo com Ana Paula Pregardier, diretora da Intus Forma Educação Financeira, a experiência de administrar e decidir sobre como utilizar o próprio dinheiro é impactante. “Quando uma criança ou adolescente ganha mesada, começa a construir seus hábitos de economia e consumo que levará para toda a vida. Os pais devem auxiliar os filhos nessa experiência sem substituí-los na tomada de decisão. A tomada de decisão sobre como usar o dinheiro é o ponto-chave de aprendizado, é o momento onde são criados os hábitos financeiros”, destaca.

Quando começar e quanto dar de mesada?
Para Ana Paula, a educação financeira das crianças deve começar desde bebê com o exemplo dos pais, já a mesada deve começar a partir do momento em que a criança consegue fazer contas.

A especialista recomenda que o valor da mesada deve acompanhar a capacidade da criança de contar e calcular. “Se a criança consegue fazer contas de somar e subtrair até dez, deve receber até R$ 10, se consegue fazer as contas até 50, deve receber no máximo R$ 50”, diz.

O que fazer se a situação financeira da família ficar apertada?
É importante que a criança participe da vida financeira da casa. “Ou seja, quando a família se reunir para organizar as contas e fazer o planejamento mensal, deixe que a criança esteja junto. Essa participação ajudará a construir uma cultura de organização financeira”, afirma Ana Paula.

Quando a família ficar “apertada”, a dica é conversar com a criança e deixá-la ajudar na criação de um “plano” para economizar. “Mesmo que as sugestões do filho pareçam ter um impacto monetário pequeno, incentive e componha o plano da família com as estratégias da criança”, ensina.

Os filhos estão liberados para comprar o que desejarem?
De acordo com Ana Paula, deixar o filho comprar tudo o que quiser não traz benefícios para a construção dos hábitos financeiros. “Mesmo que você tenha como comprar tudo, ensine que o dinheiro é um recurso finito. Isso ajudará seu filho a aprender a dar valor as coisas e pensar antes de consumir”.

O que fazer se o filho “falir” antes do final do mês?
Considerando que as crianças não têm contas fixas ou de subsistência para pagar, se “falir” antes do final do mês, é preciso conversar e explicar. “Não dê mais dinheiro, pois assim os filhos começarão a perceber e aprender como suas ações causam resultados (tanto bons, quanto ruins)”, afirma Ana Paula.

Os pais devem remunerar atividades domésticas?
As atividades domésticas fazem parte da vida familiar, por isso é muito importante que as crianças contribuam e ajudem com as atividades que são adequadas a sua faixa etária. Ainda que a mesada deva ser merecida, a recomendação da especialista é que ela não deve ser tratada como um salário ou moeda de troca por trabalho ou comportamento.

Mesada não é só dinheiro
Apesar de ser uma ótima ferramenta para educar financeiramente a nova geração, o educador financeiro Reinaldo Domingos avalia que nem toda mesada envolve dinheiro. Segundo ele, a forma como são inseridos os valores em notas e moedas na vida da criança pode ser associada a questões de sustentabilidade, consumo consciente, coletividade, empreendedorismo e outros temas relevantes.

Autor do livro “Mesada não é só dinheiro – Conheça os 8 tipos e construa um novo futuro”, Domingos acredita que cada tipo de mesada pode ensinar algo para os pequenos. A mesada econômica, por exemplo, baseia-se em economizar o máximo possível, tanto em dinheiro quanto em recursos materiais.

“Uma lâmpada acesa sem precisar, além de televisão e computador ligados sem ser usados, elevam o valor da conta no fim do mês e acarretam no adiamento da realização de sonhos e desejos”, explica Reinaldo.

Outro tipo de mesada defendida por Domingos é a de troca, que pode ajudar as crianças a adquirirem coisas novas e a se desfazerem das que não usam mais. “As crianças podem trocar brinquedos, livros, figurinhas. Não gastar e ter o hábito de trocar dará a elas a liberdade de escolha com relação ao uso do dinheiro, além de possibilitar o exercício do desapego”, enfatiza.

Já a mesada empreendedora nasce do desejo de ganhar o próprio dinheiro, como fruto da imaginação e criatividade de criar algo que interesse a outras pessoas. Dessa forma, a criança pode ganhar dinheiro fazendo doces, vendendo desenhos, brinquedos de sucata e etc. Vale ressaltar que essa deve ser uma atividade recreativa, e deve ser encarada com prazer, e não como um trabalho remunerado.

Fonte: Dinheirama

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Quanto dinheiro preciso poupar todo mês?

Bem, a resposta ideal é: guarde o maior valor possível todos os meses. Mas isso não ajuda muito, certo? Não há exatamente um valor certo a poupar, mas seria bom termos alguma espécie de parâmetros comparativos. Ou pelo menos algumas diretrizes para buscar o valor ideal para cada um.

1. Comece com um percentual pequeno de seu salário: 10%.

A maneira mais fácil de iniciar o hábito de poupar é guardar 10% do seu salário, religiosamente. Pode ser que em algum mês você poderá guardar mais e em outros meses menos. Se isso acontecer:

– Nos meses que você puder guardar mais, faça isso e considere o montante adicional como uma reserva.

– Nos meses que você não conseguir chegar nos 10%, use a sua reserva para completar a diferença.

Com isso você também já começará a criar outro hábito importante: sempre manter uma reserva para imprevistos.

A medida que o seu salário melhore e você tenha um melhor controle financeiro, vá aumentando gradativamente o percentual do seu salário que é poupado.

2. Defina um objetivo e um prazo para alcança-lo.

Dizem que todo rico foi, no passado, um pobre com um grande objetivo ou sonho. Ou seja, é sempre mais fácil de se motivar a poupar quando temos um objetivo bem definido. Por exemplo, comprar um imóvel, um carro, fazer uma viagem, etc.

Além do aspecto motivacional, o objetivo com prazo permite você calcular exatamente o valor que terá que poupar por mês. E assim também ficará mais fácil controlar se você está conseguindo seguir à risca o plano de realizar o seu objetivo.

3. Defina como será a sua aposentadoria.

Um dos objetivos de sua vida poderia ser a busca de uma aposentadora tranquila. Para isso, entenda quais são seus objetivos de longo prazo e quando eles deverão ocorrer. Isso lhe ajudará a melhor calcular o quanto você pode gastar hoje sem comprometer o futuro.

4. Analise a qualidade de vida que você está levando.

Há também uma outra maneira de medir se o quanto você está poupando é adequado ou não: analise a qualidade da vida que você está levando.

Se a sua vida é cercada de luxos e mimos constantes, provavelmente você está gastando muito! E consequentemente estará poupando pouco.

De preferência, também procure a opinião de alguma pessoa próxima que possa lhe dar uma opinião confiável: afinal, nesta situação a nossa própria opinião pode não ser tão isenta quanto deveria ser.

Fonte: Blog Minhas Economias

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24 maio
By: Blog SIAS 0

6ª Semana Nacional de Educação Financeira

A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para promover ações de educação financeira de entidades públicas e privadas.

Ano passado, foram quase 7.000 ações, de 280 instituições, alcançando mais de 4 milhões de pessoas em todo o Brasil.

A sexta edição ocorrerá de 20 a 26 de maio de 2019. Você tem acesso às informações dos eventos na Agenda disponível em http://semanaenef.gov.br/iniciativas/agenda.php?, repleta de ações gratuitas oferecidas pelos membros do Comitê e seus parceiros.

A educação financeira tem como objetivo conscientizar o indivíduo sobre a importância do planejamento financeiro, para que desenvolva uma relação equilibrada com o dinheiro e decisões acertadas sobre finanças e consumo.

Quando o cidadão entende os fatores que influenciam suas escolhas financeiras, consegue equilibrar seus desejos imediatos com suas necessidades de longo prazo. Um dos efeitos disso é o aumento do hábito de poupar, outro importante pilar da educação financeira. O cidadão financeiramente educado contribui para o bem-estar coletivo, seja porque essa qualificação resulta em um sistema financeiro mais sólido e eficiente, seja porque cada pessoa tem melhores condições para lidar com emergências e momentos difíceis da vida.

Participe!

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22 mar
By: Blog SIAS 0

Como economizar até R$ 500,00 por mês?

Está difícil fazer o dinheiro durar o mês inteiro? Pode parecer impossível … e, na maioria das vezes, é quase isso! Mas, geralmente, o que ocorre é que estamos tão acostumados com alguns tipos de gastos que nem cogitamos a possibilidade de ‘cortá-los’. Por isso, vamos fazer um exercício aqui para que você consiga economizar pelo menos R$ 500 por mês!

Como você pode imaginar, para conseguir este nosso objetivo, vamos ter que deixar de gastar, o que é uma maneira bonita de dizer que vamos eliminar despesas e comprar menos. Aqui vão algumas dicas:

1. Troque o seu carro por outro, “um nível abaixo” do atual
Sim, isso vai ser ‘dolorido’, mas é de grande ajuda para o seu orçamento. Já falamos várias vezes aqui que carro não é investimento e que, além do custo do automóvel em si, há uma série de outros gastos associados: IPVA, seguro, manutenção, combustível, etc.
Não estamos pedindo para você vender o seu automóvel e só andar de transporte público (o que seria realmente interessante, mas pouco viável em muitos casos). O que queremos é somente que você ‘desça um degrau’ e use um carro mais simples.
Por exemplo, se você tem um carro que vale hoje R$ 50.000, que tal trocá-lo por outro mais simples que custe R$ 40.000? Isso dá uma economia de R$ 10.000! Considerando que o carro será trocado a cada 4 anos, a economia anual é de R$ 2.500, em uma conta bastante simplista.
Temos que somar ainda a economia adicional nos impostos e seguro, estimados em cerca de R$ 350 por ano.
Chegamos a R$ 2.850 por ano … ou R$ 237,50 por mês.

2. Corte o plano de TV a cabo
Como? Ficar sem assistir aquele seriado preferido? Ok, não prometi nada 100% agradável … mas ninguém vai se matar com este tipo de corte. Afinal, em vez de ficar parado na frente da TV, não é melhor fazer um exercício ou ler um livro?
E também não precisa eliminar totalmente o seu plano de TV a cabo. Mas troque-o pelo pacote mais simples, o que já vai lhe proporcionar um bom número de canais de entretenimento. E, já que estamos radicalizando, aproveite para diminuir também um pouco o seu plano de internet!
Com tudo isso, uma redução de cerca de R$ 80,00 mensais é totalmente viável!

3. Diminua o número de “cafés gourmet”
Tomar aquele cafezinho expresso depois do almoço está virando quase uma atividade obrigatória, ainda mais estando junto com os seus colegas de trabalho. Não sei se todos os cafés são ‘gourmet’, mas o preço deles certamente o são: podem chegar facilmente a valores acima de R$ 4,00!
Supondo que você tome um destes a cada dia de trabalho, temos 20 por mês. Digamos que você consiga diminuir este número à metade: a economia seria de R$ 40,00 por mês!

4. Não troque o seu telefone (‘smartphone’) por outro mais moderno
Este caso é bem parecido com o do carro, a diferença é que talvez não valha trocar o seu atual telefone, já que o aparelho usado tem um valor muito baixo na hora da revenda.
Mas, se você está pensando em comprar aquele último lançamento de ‘smartphone’ que tem 1001 utilidades, lembre-se que quem tem que ser ‘smart’ é você: o seu telefone pode ser um pouco mais ‘burro’.
Só evitando este gasto você pode economizar no mínimo uns R$1.500. Considerando que esta nova compra é feita a cada 2 anos, a economia anual é de R$ 750 … ou R$ 62,50 mensais.
E aproveite também para rever o seu plano de telefonia, principalmente no quesito conexão à internet que costuma encarecer bastante o valor a ser pago. Dá para economizar facilmente cerca de R$ 40,00 por mês com alguns sacrifícios a mais.

5. Comer fora? Escolha bem a ocasião
Atualmente o custo de se fazer uma refeição em restaurantes, principalmente nas grades cidades, está cada vez mais alto. Sem contar o valor que normalmente você vai gastar com o estacionamento (o famoso ‘vallet service’) no próprio local.
Um jantar a dois em um restaurante razoável dificilmente sairá por menos de R$ 60,00 por pessoa.
Não estamos pedindo muito: deixando de ir somente uma vez a menos, você já terá a economia de R$ 60,00 por mês!

6. Totalizando tudo
Somando todas as economias, chegamos a R$ 520,00 por mês! Muito bom, certo? E tenho a certeza de que se você pensar em outros possíveis cortes, é fácil chegar a R$ 1.000,00 mensais.
Bem, pode ser que nem todos os casos acima se aplicam a você. Ou, então, você pode ser aquela pessoa que já economiza normalmente e consegue poupar algum valor todo mês. Ainda assim, não deixe de sempre buscar maneiras de gastar bem. Afinal, “despesas são como unhas, temos sempre que cortá-las, senão, elas crescem”.

Fonte: Blog Minhas Economias

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22 mar
By: Blog SIAS 0

1º emprego: como economizar para realizar sonhos

O tão sonhado primeiro emprego chegou. Ele é o primeiro contato dos jovens com o dinheiro por meio do trabalho e não mais de mesadas ou extras recebidos de familiares para curtir o final de semana.

É comum que o primeiro salário seja destinado para a compra de algum “sonho de consumo”, como um tênis da moda ou aquela viagem no feriado com os amigos, mas é essencial que após fazer essa extravagância seja feito um planejamento para os próximos salários e para que este tipo de atitude não vire rotina ou uma forma de recompensa por ter trabalhado duro durante o período.

Para realizar seus sonhos no futuro é preciso focar e planejar desde o primeiro emprego e pra isso a Boa Vista preparou algumas dicas para você cuidar do seu dinheiro e curtir a vida numa Boa.

1. Não gaste mais do que ganha
Pode parecer óbvio, mas junto com o primeiro emprego, chega também a abertura de uma conta corrente e linhas de crédito (cartões de crédito, crediários, empréstimos etc.). É importante manter os pés no chão e não se enrolar gastando o saldo da conta e os limites de crédito.

2. Coloque tudo no “papel”
Coloque no papel ou planilha todos os seus rendimentos e todos os gastos, desde o pagamento da fatura do cartão até o docinho após o almoço. O celular pode ser um aliado, pois fica mais fácil anotar tudo com algo que está sempre à mão. Para ajudar nessa tarefa, você pode consultar nosso modelo de planilha do orçamento doméstico.

3. Invista em educação
Para crescer na carreira, conquistar cargos e salários maiores, o ideal é investir parte do salário em cursos que possam agregar ao seu currículo, como: idiomas, graduação, intercâmbios e profissionalizantes. O resultado costuma aparecer a médio ou longo prazo e o conhecimento adquirido permanecerá durante toda a carreira, diferentemente de um item comprado que depois de um tempo sofre desvalorização.

4. Crie o hábito de investir parte do salário
A vantagem de quem está ingressando no mercado de trabalho é a ausência de hábitos ruins para o bolso neste momento. Um erro comum é achar que se deve guardar apenas o que “sobra” do salário; o ideal é programar um valor fixo que deve ser depositado mensalmente. É possível deixar programado para que o valor seja debitado automaticamente em sua conta corrente.

5. Estabeleça metas
Seja aquela viagem de férias dos sonhos, um intercâmbio para o exterior ou um carro novo, estabelecer metas pode ajudar para que você se programe. Faça cotações e veja quanto é preciso guardar todos os meses para conquistar o que quer.

6. Reserva de emergência
Destine uma parte do que receber para uma poupança de emergência. É uma forma de conseguir agir com mais tranquilidade em eventuais problemas que possam surgir, como: perder o emprego, gastos extras com saúde ou roubo.

7. Tipos de aplicações financeiras
Buscar informações sobre as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, faz parte da sua educação financeira e da meta de construir um patrimônio a médio ou longo prazo.

 

Fonte: Blog Consumidor Positivo

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12 fev
By: Blog SIAS 0

Mesada: aprenda a utilizar do jeito certo

Mesada aos filhos. Está aí um assunto que deixa praticamente todos os pais com a orelha em pé.
E não é por menos. As dúvidas são muitas sobre aderir ou não a esta prática, e as experiências (e resultados) são divergentes.

A pergunta que fica é: como dar mesadas aos seus filhos sem que isso gere desarmonia familiar, atritos entre cônjuges, anseios entre as crianças?

Antes de seguirmos, saiba que, se bem feita, a prática é saudável e pode ensinar seus filhos a lidar com o dinheiro da forma correta e com ótimos resultados.

Para termos uma melhor compreensão do lado positivo da mesada, listamos algumas dicas para você aprender e aplicar, conforme a realidade de sua estrutura familiar.

Defina a periodicidade das mesadas

Entre as formas de como aprender a dar mesadas a seus filhos está o fator idade e periodicidade. Até uns 6 anos, por exemplo, a mesada aos filhos deve ser eventual, e não frequente. Isso faz com que as crianças comecem a compreender o que é o dinheiro.

É importante este contato com o assunto, e os pais precisam se policiar para tratar o tema de forma natural, e não como se o dinheiro fosse algo “sujo” ou “escasso”. Lembre-se que por mais que você ensine por palavras, as crianças irão aprender mesmo é pelo seu exemplo.

Entre os 6 e 8 anos aproximadamente, o fator periodicidade entra em questão. Nessa idade, o intervalo entre a mesada pode ser semanal, para a criança começar a se habituar.

Como nessa faixa etária a maioria das crianças ainda não compreende bem a questão da periodicidade, este será um bom exercício.

Assim ela irá aprendendo aos poucos sobre o valor do dinheiro no tempo, e passará a perceber a necessidade de controlar a quantidade de gasta.

Entre os 8 e 11 anos, os pais já podem planejar a mesada dos filhos para que aconteçam a cada 15 dias. Agora a criançada já começa a se acostumar com a ideia do aumento desse intervalo de tempo.

Quando romperem com a barreira dos 11 anos aproximadamente, as crianças já podem praticar o intervalo mensal, exatamente como é na vida da maioria dos adultos.

Noções de orçamento

Desse ponto em diante, entra um aprendizado dos mais importantes, e que devem perdurar por toda a vida: o orçamento familiar.

É a partir daí que elas podem começar a compreender como os pais precisam lidar com os compromissos regulares que envolvem o dinheiro.

É importante que os filhos percebam e participem, entendo como acontecem os gastos recorrentes, os urgentes, e principalmente como poupar dinheiro para adquirir um bem de maior valor.

Valor da mesada

Outra dúvida muito recorrente é qual deve ser o valor dessa mesada. Uma coisa importante na hora de definir isso é que os pais expliquem aos filhos a situação financeira da família.

Os filhos não precisam de mesadas altas. O principal objetivo da mesada é que ela seja uma ferramenta de educação financeira que gere resultados positivos.

Assim, defina um valor que seja suficiente para eles comprarem algumas coisas corriqueiras que gostam, e que permita que eles administrem esses recursos para precisarem poupar, se desejarem comprar algo mais caro.

Observe e instrua

Depois de toda esta rotina estabelecida, lembre-se de acompanhar frequentemente a maneira como seus filhos lidam com a mesa.

Instrua-os a controlar os gastos num caderninho desde cedo. Dê a orientação adequada caso observe que eles estejam se comportando como “gastadores”.

Explique que se pouparem parte da mesada e somarem à mesada do mês seguinte, poderão ter mais poder de compra.

Alguns cuidados

Não penso que seja bom a criança utilizar esse dinheiro da mesada para pagar, por exemplo, cursos extracurriculares, como inglês, natação, música, etc.

Também não deve ser utilizada como uma “barganha” para os pais conseguirem que a criança tire notas altas ou mesmo realize algumas tarefas domésticas, que na verdade são obrigações.

Atitudes assim podem desvirtuar o objetivo principal da mesada, conforme comentei.

Considerações finais

Por fim, utilize essas dicas para trabalhar o assunto com seus filhos, mas sempre lembrando que cada família possui situações financeiras diferentes.

O importante é que você perceba a essência por trás do assunto, e independente se você concorda ou discorda daquilo que foi escrito aqui, não deixe de trabalhar a educação financeira com seus filhos.

Por fim, também recordando outro ponto, seja você o exemplo maior para seus filhos. Eles dificilmente irão aprender algo que você fala, se verem você fazendo outra coisa.

Faço votos para que esse assunto prospere na sua casa e na vida de seus filhos. O dinheiro está presente em quase tudo o que fazemos. Ele é um instrumento de melhoria da sua qualidade de vida.

Despeço-me deixando este vídeo bacana que gravei com a amiga Ana Paula Hornos, que é educadora financeira infantil. Ela deixa mais alguns insights importantes relacionados ao tema. Abraços e até breve!

Fonte: Conrado Navarro – Site Dinheirama

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