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News Categories: Saúde

25 nov
By: Blog SIAS 0

Outubro Rosa e Novembro Azul contra o câncer

As cores são fundamentais em nossa vida. Dependendo de sua tonalidade e intensidade, por exemplo, podem despertar sensações e sentimentos como a raiva, calma, felicidade e tristeza. Além disso, elas têm um papel social muito importante, sendo utilizadas até mesmo em campanhas de conscientização, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul.

Saber utilizar as cores da maneira correta é muito importante para que esse tipo de proposta dê certo. E podemos considerar esses movimentos como verdadeiros casos de sucesso, pois vêm contribuindo para a prevenção de sérios problemas de saúde e para uma maior longevidade da população!

Por conta disso, em nossa conversa de hoje, discutiremos os principais aspectos dessas campanhas e como elas promovem a conscientização das doenças que apresentam os maiores graus de mortalidade entre homens e mulheres de todo o mundo. Boa leitura!

Outubro Rosa e Novembro Azul: cores como ferramenta de conscientização
Como mencionado no início deste texto, as cores têm um importante papel em nossas vidas. Elas são, inclusive, utilizadas em hospitais e outros estabelecimentos com propostas curativas e relaxantes, buscando deixar o ambiente mais acolhedor para pacientes e pessoas em situação de vulnerabilidade.

No mais, elas também são muito importantes nas campanhas de conscientização. Todos os meses do ano recebem uma cor associada a um problema específico, aumentando a propagação de informação sobre esses temas.

Os mais famosos, no entanto, são o Outubro Rosa e o Novembro Azul, que associam cores normalmente relacionadas com itens masculinos e femininos a problemas que acometem homens e mulheres ao redor de todo o mundo — o câncer de próstata e o câncer de mama.

A história do Outubro Rosa: a luta contra o câncer de mama
O câncer de mama é um problema que mata milhões de mulheres todos os anos — e também pode acometer os homens, ainda que em muito menor escala.

A alta mortalidade dessa doença está relacionada à dificuldade de diagnóstico do tumor. Contudo, quando é precocemente identificada, a enfermidade pode ser tratada e apresenta altas taxas de sucesso, fazendo com que a mulher possa levar uma vida normal por muitos e muitos anos.

Para incentivar a realização dos exames preventivos, a campanha Outubro Rosa surgiu na década de 1990, chegando ao Brasil no início dos anos 2000.

Atualmente, o movimento está presente em todo o mundo e tem contribuído fortemente para a conscientização sobre esse problema.

A história do Novembro Azul: a luta contra o câncer de próstata
Após o começo do sucesso da campanha Outubro Rosa, surgiu, em 2003, um movimento internacional conhecido como Movember (uma mistura entre as palavras mo — diminutivo de moustache, ou seja, bigode — e november, que significa novembro). Ele falava sobre uma série de problemas de saúde relacionados ao público masculino.

No Brasil, ele recebeu a roupagem de Novembro Azul e também tem sido uma importante ferramenta na conscientização desse grupo contra outra doença altamente perigosa, o câncer de próstata.

Conscientizar os homens, que são mais resistentes aos exames preventivos, é um passo fundamental para aumentar o rastreio desse tipo de problema. Assim, é possível tratá-lo com muito mais eficácia, permitindo, também, uma vida completamente saudável para o paciente.

Como você pôde ver, Outubro Rosa e Novembro Azul são campanhas essenciais para a qualidade de vida da população mundial. Elas auxiliam diretamente na conscientização das pessoas acerca de dois dos principais tipos de câncer, contribuindo para que homens e mulheres saibam como se prevenir contra essas doenças.

Vale destacar que, além do acompanhamento médico e realização de exames preventivos, é importante contar com um seguro de vida que contemple a cobertura para doenças graves, como diferentes tipos de câncer. Assim, caso seja acometido pelo tumor, terá maior tranquilidade para arcar com os custos de remédios e transporte, por exemplo, que não são cobertos pelo plano de saúde.

Fonte: InfoMoney

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08 out
By: Blog SIAS 0

Campanha de Vacinação contra o Sarampo já começou

A partir de segunda-feira (7), o Brasil inicia nova Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo em todos os postos de saúde, com foco em dois grupos. O primeiro vai de 7 a 25 de outubro e irá imunizar crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, com o dia D de vacinação no dia 19 de outubro. Já o segundo grupo, previsto para iniciar no dia 18 e novembro, será direcionado para adultos na faixa-etária de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia. A meta é vacinar 2,6 milhões crianças na faixa prioritária e 13,6 milhões adultos. Para isso, o Ministério da Saúde garantiu a maior compra de vacinas contra o sarampo dos últimos 10 anos. Ao todo, 60,2 milhões de doses da tríplice viral foram adquiridas para garantir o combate à doença nos municípios.

“Vacina é um direito da criança. Ela não consegue ir sozinha a uma unidade de saúde para se vacinar. Pais, responsáveis, avós chequem a carteira de vacinação como ato de respeito e de amor”, enfatizou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Se estiver incompleta, leve a criança para tomar a segunda dose. Se a criança não tiver tomado nenhuma, ela deve tomar a primeira dose e, na sequência, a segunda”, explicou o ministro.

Para incentivar a vacinação de crianças, o Ministério da Saúde irá disponibilizar R$ 206 milhões que serão destinados aos municípios que cumprirem duas metas estabelecidas pela pasta. Para receber esse recurso adicional, os gestores terão que informar mensalmente o estoque das vacinas poliomielite, tríplice viral e pentavalente e atingir 95% de cobertura vacinal contra o sarampo em crianças de 1 a 5 anos de idade com a primeira dose da vacina tríplice viral. ”

Vacinar contra o sarampo é importante para evitar complicações como cegueira e infecções generalizadas que podem levar a óbito. Por isso, o Governo Federal em parceria com os estados e municípios estão unindo esforços para vacinar 39,9 milhões de brasileiros, 20% da população, que hoje estão suscetíveis ao vírus do sarampo, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar da faixa etária de 20 a 29 anos concentrar a maior parte desses brasileiros (35%), são os menores de 5 anos o grupo mais suscetível para complicações do sarampo.

Desde o início do ano, foram distribuídas 25,5 milhões de doses da vacina tríplice viral para garantir a todos os estados a vacinação de rotina, as ações de interrupção da transmissão do vírus e a dose extra chamada de ‘dose zero’ a todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias.

DADOS DE SARAMPO
Nos últimos 90 dias, o Brasil registrou 5.404 casos confirmados de sarampo. Dos casos confirmados nesse período, 97% (5.228) estão concentrados em 173 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana. Os outros 176 casos foram registrados em 18 estados (RJ, MG, MA, PR, PI, SC, RS, CE, MS, PB, PE, PA, DF, RN, ES, GO, BA E SE). Os dados estão no novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta-feira (4/10).

Foram confirmados seis óbitos por sarampo no Brasil, sendo cinco em São Paulo e um em Pernambuco. Quatro óbitos ocorreram em menores de 1 ano de idade e dois em adultos com 31 e 42 anos.

DEZ PASSOS PARA AMPLIAÇÃO DAS COBERTURAS VACINAIS
Durante a coletiva, o Ministério da Saúde anunciou dez passos para garantir a ampliação das coberturas vacinais nas unidades de saúde do país. As medidas estão direcionadas aos trabalhadores que garantem a vacinação da população. Entre as iniciativas estão manter a sala de vacina aberta todo o horário de funcionamento da unidade; evitar barreiras de acesso como a não obrigatoriedade do comprovante de residência para vacinação, bastando apenas o cartão do SUS; aproveitar as oportunidades de vacinação como consultas ou outros procedimentos na unidade de saúde para verificar situação vacinal.

Além disso, monitorar a cobertura vacinal, identificando pessoas que estão com pendências vacinais, com a busca ativa de usuários faltosos e com estratégias comunitárias, reconhecendo populações em vulnerabilidade; garantir o registro adequado da vacinação utilizando tanto o cartão ou caderneta de vacinação do usuário quanto os sistemas da estratégia e-SUS AB.

Orientar a população sobre atualização do calendário vacinal também faz parte dos dez passos para ampliação das coberturas vacinais, promovendo ações coletivas de educação em saúde com a comunidade para a prevenção de doenças por meio da vacinação. Além disso, é de extrema importância combater qualquer informação falsa sobre vacinação, identificando e dialogando com as famílias resistentes sobre a vacinação, explicando a segurança e benefícios da vacinação.

Também é preciso intensificar as ações de vacinação em situações de surto, com monitoramento de surtos ativos e com estratégias de resposta rápida no enfrentamento à situação; promover a disponibilidade e a qualidade das vacinas ofertadas à população, planejando o quantitativo de doses necessárias e monitorando continuamente as condições de armazenamento das vacinas. É importante, como parte dos dez passos, garantir pessoal treinado e habilitado para vacinar durante todo o tempo de funcionamento da unidade.

 

Fonte: Ministério da Saúde

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Dicas para uma aposentadoria mais tranquila

Quando estamos com 20, 30 anos, a aposentadoria parece ser algo muito distante, mas quanto mais cedo fizermos o planejamento para esta fase da vida, melhor poderemos aproveitá-la. Muita gente se preocupa apenas com a questão financeira, mas há outros aspectos que devem ser levados em conta e que, certamente, terão grande impacto nesta fase da vida.

1 – Investir na saúde
O que adianta conseguir se aposentar financeiramente bem, se a saúde (ou melhor, a falta de) não lhe permitir aproveitar a vida? Além disto, manter a saúde acaba ajudando também no aspecto financeiro, pois isto significa um gasto menor com remédios e tratamentos, sem contar ainda com eventuais acompanhantes como enfermeiros ou cuidadores. Por isto, é importante fazer atividade física sempre e ter uma alimentação saudável. Não é preciso abrir mão dos pequenos prazeres da vida: uma cervejinha com os amigos, um doce para acompanhar o café ou o chá, até mesmo um pouquinho da gordura que acompanha a picanha. Basta ter moderação!
Outra coisa importante é estar com os exames médicos em dia. Prevenir doenças acaba representando um ganho financeiro tanto na economia com remédios e tratamentos, quanto na diminuição de faltas no trabalho por problemas de saúde.

2 – Investir em alguma atividade para ser feita no período da aposentadoria
Falamos no item anterior da questão física, mas é importante também não negligenciar a parte mental. Ter uma atividade para quando estiver aposentado ajuda a manter sua saúde mental e pode também vir a ajudar na sua saúde financeira. Você pode simplesmente investir seu tempo em algum hobby, mas pode ser ainda mais interessante trabalhar em algo de seu interesse; melhor ainda se for remunerado ou lhe trouxer algum tipo de receita, que possa complementar a renda de sua aposentadoria
O grande ponto aqui é que você deve planejar esta atividade antes da aposentadoria, para que possa pôr em prática assim que pendurar as chuteiras. Para alguns, algo que seja em tempo parcial funciona melhor, pois libera tempo para dar mais atenção à família ou mesmo para se dedicar a um hobby ou viajar pelo mundo. Outros, no entanto, preferem algo que lhes deem realização pessoal e não se importam de dedicar todo o seu tempo nisto.

3 – Ajustar o padrão de vida
Para muita gente, ter pequenos luxos é o que a vida lhes oferece de melhor. Frequentar lugares badalados, ter sempre o último modelo de celular, dirigir carros de luxo podem trazer satisfação pessoal. No entanto, será que eu consigo manter este mesmo padrão quando eu me aposentar? Na grande maioria das vezes, a resposta é não. E o mais difícil é se acostumar com um padrão de vida mais simples quando se está acostumado com um padrão mais alto. Por isto, é importante listar as prioridades de vida e ajustar o padrão de consumo para um nível que possa ser mantido não só no presente como também no futuro. Isto vale não só para você , como também para a sua família.

Fonte: Blog Minhas Economias

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03 maio
By: Blog SIAS 0

Dia D da campanha de vacina contra gripe de 2019

O 4 de maio marca o Dia D da vacinação para a gripe. O que acontece nesta data e quem pode tomar o imunizante para evitar a infecção pelo vírus.

Com o Dia D, o governo espera se aproximar da meta de 95% de vacinação do público-alvo.

A campanha de vacinação contra a gripe de 2019 terá seu Dia D no 4 de maio, sábado. Nessa data, os postos de saúde abrem excepcionalmente no Brasil inteiro para imunizar todos os grupos prioritários.

Até o dia 30 de abril, 21% do público-alvo foi imunizado. A meta do Ministério da Saúde é aumentar bastante essa porcentagem no fim de semana. Inclusive porque, segundo a programação original, a campanha não passa do dia 31 de maio e o objetivo é alcançar 90% de cobertura.

As puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz) são a turma com mais alta taxa de vacinação: 38,8%. Elas são seguidas das gestantes (33,4%), indígenas (27,6%), crianças (26,4%), idosos (21,5%), trabalhadores de saúde (17,1%) e professores (14,2%).

Além deles, podem tomar o imunizante na rede pública:
• Indivíduos com mais de 60 anos
• Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas
• População privada de liberdade
• Funcionários do sistema prisional
• Membros das forças de segurança (policiais e exército)

Outras pessoas podem buscar sua dose nas clínicas privadas. Nesse caso, é possível buscar a versão tetravalente.

Além das vacinas, o Dia D conta com ampla divulgação sobre a gripe em si. Em cada estado, é possível que shoppings, estações de metrô e outros locais também ofereçam doses contra o vírus influenza.

Essa data especial é firmada bastante tempo antes do inverno – quando os casos da doença aumentam naturalmente – justamente para dar tempo de vacina surtir efeito.

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/dia-d-da-campanha-de-vacina-contra-gripe-de-2019-acontece-neste-sabado/

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26 out
By: Blog SIAS 0

Por que os planos de saúde aumentam tanto de preço?

Todo ano é a mesma coisa: usuários insatisfeitos com os aumentos dos planos de saúde. Em 2018, o teto do reajuste permitido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi de 10%, 6,2% acima da inflação prevista para o ano. É claro que isso mexe muito com o bolso do brasileiro, mas você sabe por que os aumentos são tão altos? Emilio Puschmann, CEO da Amparo Saúde, primeiro centro de saúde por assinatura do país, explica os principais motivos que levam aos valores cada vez mais altos.

1) Exames desnecessários, repetidos e superfaturados
Você já chegou a realizar um exame que seu médico nem chegou a comentar o resultado? Segundo a ANS, os médicos brasileiros já pedem mais exames de tomografia e ressonância do que profissionais de países desenvolvidos. O número desses procedimentos cresceu 22% em dois anos, e a ANS aponta que isso pode indicar que muitas solicitações podem ser indevidas. Além disso, com a falta de um prontuário médico integrado, muitos exames acabam sendo repetidos, causando um gasto desnecessário. Por fim, algumas clínicas cobram valores exorbitantes por exames que têm um custo muito baixo. Podemos tomar como exemplo o exame de colesterol, que tem um custo médio de R$ 5, mas que pode custar até R$ 50 em determinados centros médicos.

2) Internações desnecessárias e alto tempo médio de internação
Nem toda doença demanda, necessariamente, uma internação. As internações desnecessárias, junto com fraudes nos convênios, correspondem a 30% dos gastos no Brasil. Existem hospitais que possuem práticas antiéticas de internações, e quem acaba pagando a conta são as operadoras de saúde.

3) Excesso de visitas no pronto socorro
Será que o paciente precisa ir ao hospital toda vez que tem um resfriado? Um acompanhamento médico contínuo, por meio do qual o paciente possui contato constante com sua equipe médica, pode reduzir drasticamente as visitas desnecessárias ao pronto-socorro. Cerca de 80% das queixas dos pacientes podem ser resolvidas com uma consulta ao médico de família, por exemplo. Além disso, muitas pessoas com problemas simples acabam saindo ainda mais doentes por conta da concentração de pessoas contaminadas no pronto socorro.

4) Visitas a especialistas diretamente sem orientação e coordenação adequada
Como saber se é necessário procurar um pneumologista ou um otorrinolaringologista? Muitos usuários de convênios procuram especialistas por conta própria, sem saber qual a real necessidade. Isso causa muitas consultas desnecessárias e, consequentemente, aumenta o número de visitas ao consultório, demandando um desembolso alto para os convênios e perda de tempo para os pacientes.

5) Falta de compartilhamento, padronização e consolidação adequada dos dados dos pacientes em tempo real
Prontuários dos pacientes em papel, ou prontuários eletrônicos sem parametrização e integração, são um dos maiores problemas na coleta e padronização das informações, pois não permitem que uma rede de especialistas tenha acesso aos dados. Um sistema integrado entre todos os profissionais e setores envolvidos (clínicas, consultórios, hospitais e laboratórios), reduz o tempo e ajuda no tratamento do paciente, colaborando para um diagnóstico mais assertivo e eficaz.

6) Falta de coordenação do cuidado
Muitas vezes os problemas de saúde começam com sintomas não muito bem definidos, e uma busca sem direcionamento dos serviços médicos pode acarretar em inúmeras consultas e exames desnecessários. O ideal é que um médico pessoal indique o especialista quando necessário e, ao mesmo tempo, avalie o quadro completo, as medicações em uso e outros fatores. É importante que o generalista consiga ajudar o paciente a trafegar pelo sistema de saúde para que o mesmo possa juntar todas as informações.

Fonte: Monitor Mercantil

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21 set
By: Blog SIAS 0

Brasil bate meta de vacinação contra sarampo e polio.

Meta de vacinar 95% do público-alvo foi alcançada. Apesar disso, em um segmento específico, mais de 500 mil crianças não foram vacinadas.

O Brasil atingiu a meta geral de vacinação de crianças contra sarampo e poliomelite estabelecida pelo Ministério da Saúde. Apesar de a campanha ter sido prorrogada até 14 de setembro, em uma das faixas etárias a meta não foi alcançada, com déficit de mais de meio milhão de crianças sem imunização.

A meta do governo era vacinar 95% do público-alvo (crianças de 1 a cinco anos). Segundo o balanço final divulgado nesta segunda-feira (17), a cobertura vacinal ficou em 95,4% para a pólio e 95,3% para sarampo, totalizando 10,7 milhões de crianças vacinadas.

Porém, 516 mil crianças não receberam as doses recomendadas. A única faixa etária que não chegou ao índice de 95% foi a de um ano de idade, cuja cobertura está em 88%. Apesar do fim da campanha, a vacina continua disponível o ano inteiro nos postos de saúde.

Ainda segundo o ministério, 15 estados conseguiram alcançar a meta para ambas as vacinas e São Paulo e Tocantins alcançaram a meta para a vacina da pólio. Alagoas, Rio Grande do Norte, Amazonas, Bahia, Acre, Pará, Piauí, Roraima, Rio de Janeiro e o Distrito Federal não atingiram a meta de vacinação.

Já entre os 5.570 municípios, 4.390 atingiram a meta. Segundo nota do ministério, os gestores têm até o dia 28 de setembro para informar no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI) do Ministério da Saúde os dados de vacinação da campanha.

“Portanto, estados e municípios tem até esse período para buscar a meta da campanha e vacinar as crianças de um a menores de cinco anos”, diz a nota.

Casos de sarampo no Brasil

Até o dia 12 de setembro, o Brasil registrou 1.673 infecções por sarampo, sendo que 7.812 ainda estão sob investigação dos órgãos de saúde. O país enfrenta dois surtos da doença, nos estados do Amazonas e Roraima.

Oito pessoas morreram de sarampo no Brasil neste ano – 4 em Roraima e 4 no Amazonas.
Já em relação à poliomelite trata-se de uma precaução, já que 312 cidades estão abaixo da meta preconizada para o controle da doença. Não há, contudo, casos de paralisia infantil no Brasil.
O país erradicou a poliomielite do território em 1994.

Fonte: Portal G1

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31 ago
By: Blog SIAS 0

Últimos dias da campanha contra pólio e sarampo

Até esta quinta-feira (30), 2,5 milhões de crianças ainda não tinham sido imunizadas.

A Campanha Nacional de Vacinação Contra o Sarampo e a Pólio termina nesta sexta-feira (31), mas as cidades que não atingiram 95% de cobertura terão um dia extra com postos e unidades de saúde abertos neste sábado (1º). O Ministério da Saúde informou na quinta (30) que apenas o Amapá havia atingido a meta e que 2,5 milhões de crianças ainda não tinham sido imunizadas no país.

A campanha tem por objetivos:
• Vacinar quem nunca tomou a vacina;
• Completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as vacinas;
• Dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

Esse tipo de campanha que inclui o reforço da dose, informa o Ministério da Saúde, acontece de quatro em quatro anos e já estava prevista no orçamento da pasta. Esse ano, no entanto, a campanha é ainda mais importante dada à volta da circulação do sarampo no território brasileiro e a ameaça da poliomielite.

Quem deve ser vacinado?
• Contra a poliomielite: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou. Em casos de nenhuma dose, será aplicada a Vacina Inativada Poliomielite. Em caso de uma ou mais doses, será aplicada a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.
• Contra o sarampo: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou.
• Não devem ser vacinadas: crianças de 1 até 5 anos que tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Casos de sarampo
O Brasil tem 1.553 casos confirmados de sarampo em 2018. Já em relação à paralisia infantil, trata-se de uma precaução, já que 312 cidades estão abaixo da meta preconizada para o controle da doença e um caso foi registrado na Venezuela em junho. Não há, contudo, casos de paralisia infantil no Brasil.
O país erradicou a poliomielite do território em 1994; já o certificado de eliminação do sarampo havia sido alcançado em 2016.

Fonte: G1

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06 ago
By: Blog SIAS 0

Começa a campanha contra pólio e sarampo

Crianças de 1 até 5 anos podem ser vacinadas mesmo se já tomaram a vacina anteriormente. Quem já tomou a vacina, receberá reforço, diz o ministério.

A campanha nacional de vacinação contra poliomielite e sarampo começa nesta segunda-feira (6) e vai até o dia 31 de agosto. Crianças entre 1 e 5 anos podem ser levadas ao posto de saúde para receber vacina, independente se já tomaram o imunizante ou não (com exceção para quem tomou a vacina mais recentemente, nos últimos 30 dias).

O Ministério da Saúde espera vacinar 11,2 milhões de crianças e a meta é chegar a pelo menos 95% delas. A campanha tem por objetivos:

1. Vacinar quem nunca tomou a vacina;
2. Completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as vacinas;
3. Dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

A campanha nacional vai até o final do mês e trata-se de uma campanha de mobilização, já que a vacina contra o sarampo fica disponível o ano inteiro nos postos de saúde. No dia 18 de agosto, acontecerá o Dia D de mobilização, quando os mais de 36 mil postos de vacinação no país estarão abertos ofertando as vacinas.

Esse tipo de campanha que inclui o reforço da dose, informa o Ministério da Saúde, acontece de quatro em quatro anos e já estava prevista no orçamento da pasta. Esse ano, no entanto, a campanha é ainda mais importante dada à volta da circulação do sarampo no território brasileiro e a ameaça da poliomielite.

“A cobertura vacinal elevada faz a doença desaparecer. E é por isso que devemos continuar vacinando nossos filhos, para manter essas doenças longe do Brasil”, disse Gilberto Occhi, ministro da Saúde, em nota.

Em alguns estados, como São Paulo, a campanha de vacinação começou no sábado (4). Em Roraima e no Amazonas, estados mais atingidos pelo sarampo, as campanhas já começaram e estão ligadas ao surto.

O Brasil tem 822 casos confirmados de sarampo em 2018. Já em relação à paralisia infantil, trata-se de uma precaução, já que 312 cidades estão abaixo da meta preconizada para o controle da doença e um caso foi registrado na Venezuela em junho. Não há, contudo, casos de paralisia infantil no Brasil.

O país erradicou a poliomielite do território em 1994; já o certificado de eliminação do sarampo havia sido alcançado em 2016.

O ministério informou que para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a Vacina Inativada Poliomielite. Já os que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.

Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola), seja qual for a situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

Quem deve ser vacinado?

• Contra a poliomelite: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou. Em casos de nenhuma dose, será aplicada a Vacina Inativada Poliomielite. Em caso de uma ou mais doses, será aplicada a Vacina Oral Poliomielite, a famosa “gotinha”.
• Contra o sarampo: crianças de 1 até 5 anos independentemente de quantas doses já tomou.
• Não devem ser vacinadas: crianças de 1 até 5 anos que tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Este ano a madrinha da campanha é a apresentadora Xuxa Meneghel. O Zé Gotinha, símbolo das campanhas contra a pólio nos anos 80, também faz parte da campanha atual.

Durante o lançamento da campanha o Ministério da Saúde declarou que “oferta todas as vacinas recomendadas pela OMS no Calendário Nacional de Vacinação”. Ao todo, são 19 para combater mais de 20 doenças, em todas as faixas etárias.

Segundo o ministério, por ano, são distribuídos em todo o país cerca de 300 milhões de doses de vacinas. Para a campanha de 2018 foram adquiridas 28,3 milhões doses das vacinas, um total de R$ 160,7 milhões.

Ainda segundo dados do ministério, todos os estados já estão abastecidos com 871,3 mil doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), 14 milhões da Vacina Oral Poliomielite (VOP) e 13,4 milhões da Tríplice viral.

Poliomelite

Não há novos casos de poliomielite no Brasil. No entanto, os casos da doença aumentaram em outros países, como alertou a Organização Mundial da Saúde.

O Ministério da Saúde informou que 312 municípios brasileiros estão com baixa cobertura para a vacina contra a poliomelite: eles não chegaram a vacinar nem metade das crianças menores de um ano. Os dados são os últimos disponíveis, referente ao ano de 2017.

A recomendação internacional para o controle da doença é de que pelo menos 95% das crianças sejam vacinadas. Atualmente, a média nacional de cobertura é de 77%.

Fonte: G1

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13 jul
By: Blog SIAS 0

Saúde: Alerta amarelo na vacinação

Queda na cobertura vacinal se deveu principalmente ao desleixo dos pais

É preocupante a notícia de que a cobertura vacinal no Brasil está caindo. Em 2017, o Ministério da Saúde esperava imunizar 95% das crianças com menos de um ano, mas só conseguiu índices que variam entre 71% (tetra viral) e 91% (BCG).

A boa nova é que, pelo menos por enquanto, não há indícios de que a diminuição da procura pelas imunizações tenha motivação religiosa ou ideológica, como ocorre em partes da África e também em países ricos como os EUA e o Reino Unido.

Embora um ou outro imunizante tenha sido objeto de boatos infundados sobre sua segurança, a queda na cobertura aqui se deveu principalmente ao desleixo dos pais. A melhor evidência disso é que uma vacina ministrada em dose única na maternidade, como a BCG, ficou bem perto da meta, enquanto as que exigem repetidos reforços são as que mais se afastam dela. É mais fácil combater preguiça do que ideologia.

Eu relutaria, porém, em adotar as medidas mais vigorosas que o Estado está autorizado a utilizar contra os pais que não mantêm em dia a caderneta de vacinação dos filhos. O arsenal inclui até ações penais. O sistema de saúde precisa ser visto como um aliado confiável da família, não como um oponente que impõe suas vontades recorrendo à força. Fazê-lo só criaria espaço para as visões paranoicas sobre o papel do Estado, que são o principal alimento dos movimentos antivacinais mundo afora.

Aqui, não basta vencer; é preciso convencer. E argumentos não faltam. Vacinas, não custa lembrar, são, ao lado do saneamento básico, a maior conquista da civilização no campo da saúde pública. Foram essas duas medidas as principais responsáveis por reduzir a mortalidade infantil da casa das várias centenas por mil nascidos vivos no início do século 20 para cerca de 30 hoje (média mundial). Essa brutal redução nos óbitos infantis é que explica a maior parte do salto da expectativa de vida global, que foi de 31 anos em 1900 para 72 anos hoje.

Fonte: Hélio Schwartsman – Folhapress

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13 jul
By: Blog SIAS 0

Planos de saúde apresentam estabilidade

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, no último dia 05, os dados de abril sobre beneficiários de planos de saúde. Em comparação ao mês de março, houve uma ligeira alta de 216 mil consumidores do serviço de assistência privada à saúde – alavancado pelos planos coletivos empresariais que, nesse período, registraram mais 201 mil beneficiários. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, o segmento teve um pequeno incremento de 34 mil vidas.

“Esses primeiros quatro meses do ano estão sendo marcados pela estabilidade nos dados de beneficiários de planos de saúde. O segmento é muito atrelado ao desempenho econômico do país. Após um período acentuado de crise, a recuperação da economia está sendo lenta e gradual. Como a principal forma de contratação do serviço é por intermédio dos planos coletivos empresariais, o segmento funciona como um termômetro da economia”, explica Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

No último ano, 16 dos 26 estados registraram crescimento desse indicador: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Por sua vez, os planos exclusivamente odontológicos mantiveram o ritmo de crescimento dos últimos anos, totalizando 23,1 milhões de consumidores em abril – aumento de 212 mil beneficiários na comparação com o mês anterior e de 1,3 milhão em relação ao mesmo período de 2017.

Fonte: FenaSaúde

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