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08 out
By: Blog SIAS 0

Campanha de Vacinação contra o Sarampo já começou

A partir de segunda-feira (7), o Brasil inicia nova Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo em todos os postos de saúde, com foco em dois grupos. O primeiro vai de 7 a 25 de outubro e irá imunizar crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, com o dia D de vacinação no dia 19 de outubro. Já o segundo grupo, previsto para iniciar no dia 18 e novembro, será direcionado para adultos na faixa-etária de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia. A meta é vacinar 2,6 milhões crianças na faixa prioritária e 13,6 milhões adultos. Para isso, o Ministério da Saúde garantiu a maior compra de vacinas contra o sarampo dos últimos 10 anos. Ao todo, 60,2 milhões de doses da tríplice viral foram adquiridas para garantir o combate à doença nos municípios.

“Vacina é um direito da criança. Ela não consegue ir sozinha a uma unidade de saúde para se vacinar. Pais, responsáveis, avós chequem a carteira de vacinação como ato de respeito e de amor”, enfatizou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Se estiver incompleta, leve a criança para tomar a segunda dose. Se a criança não tiver tomado nenhuma, ela deve tomar a primeira dose e, na sequência, a segunda”, explicou o ministro.

Para incentivar a vacinação de crianças, o Ministério da Saúde irá disponibilizar R$ 206 milhões que serão destinados aos municípios que cumprirem duas metas estabelecidas pela pasta. Para receber esse recurso adicional, os gestores terão que informar mensalmente o estoque das vacinas poliomielite, tríplice viral e pentavalente e atingir 95% de cobertura vacinal contra o sarampo em crianças de 1 a 5 anos de idade com a primeira dose da vacina tríplice viral. ”

Vacinar contra o sarampo é importante para evitar complicações como cegueira e infecções generalizadas que podem levar a óbito. Por isso, o Governo Federal em parceria com os estados e municípios estão unindo esforços para vacinar 39,9 milhões de brasileiros, 20% da população, que hoje estão suscetíveis ao vírus do sarampo, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar da faixa etária de 20 a 29 anos concentrar a maior parte desses brasileiros (35%), são os menores de 5 anos o grupo mais suscetível para complicações do sarampo.

Desde o início do ano, foram distribuídas 25,5 milhões de doses da vacina tríplice viral para garantir a todos os estados a vacinação de rotina, as ações de interrupção da transmissão do vírus e a dose extra chamada de ‘dose zero’ a todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias.

DADOS DE SARAMPO
Nos últimos 90 dias, o Brasil registrou 5.404 casos confirmados de sarampo. Dos casos confirmados nesse período, 97% (5.228) estão concentrados em 173 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana. Os outros 176 casos foram registrados em 18 estados (RJ, MG, MA, PR, PI, SC, RS, CE, MS, PB, PE, PA, DF, RN, ES, GO, BA E SE). Os dados estão no novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta-feira (4/10).

Foram confirmados seis óbitos por sarampo no Brasil, sendo cinco em São Paulo e um em Pernambuco. Quatro óbitos ocorreram em menores de 1 ano de idade e dois em adultos com 31 e 42 anos.

DEZ PASSOS PARA AMPLIAÇÃO DAS COBERTURAS VACINAIS
Durante a coletiva, o Ministério da Saúde anunciou dez passos para garantir a ampliação das coberturas vacinais nas unidades de saúde do país. As medidas estão direcionadas aos trabalhadores que garantem a vacinação da população. Entre as iniciativas estão manter a sala de vacina aberta todo o horário de funcionamento da unidade; evitar barreiras de acesso como a não obrigatoriedade do comprovante de residência para vacinação, bastando apenas o cartão do SUS; aproveitar as oportunidades de vacinação como consultas ou outros procedimentos na unidade de saúde para verificar situação vacinal.

Além disso, monitorar a cobertura vacinal, identificando pessoas que estão com pendências vacinais, com a busca ativa de usuários faltosos e com estratégias comunitárias, reconhecendo populações em vulnerabilidade; garantir o registro adequado da vacinação utilizando tanto o cartão ou caderneta de vacinação do usuário quanto os sistemas da estratégia e-SUS AB.

Orientar a população sobre atualização do calendário vacinal também faz parte dos dez passos para ampliação das coberturas vacinais, promovendo ações coletivas de educação em saúde com a comunidade para a prevenção de doenças por meio da vacinação. Além disso, é de extrema importância combater qualquer informação falsa sobre vacinação, identificando e dialogando com as famílias resistentes sobre a vacinação, explicando a segurança e benefícios da vacinação.

Também é preciso intensificar as ações de vacinação em situações de surto, com monitoramento de surtos ativos e com estratégias de resposta rápida no enfrentamento à situação; promover a disponibilidade e a qualidade das vacinas ofertadas à população, planejando o quantitativo de doses necessárias e monitorando continuamente as condições de armazenamento das vacinas. É importante, como parte dos dez passos, garantir pessoal treinado e habilitado para vacinar durante todo o tempo de funcionamento da unidade.

 

Fonte: Ministério da Saúde

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08 out
By: Blog SIAS 0

Como falar de dinheiro com seus filhos

Não existe idade certa para começar a falar sobre dinheiro. Mas é fato que grande parte dos problemas relacionados a dinheiro se deve a falta de educação financeira básica. Portanto, quanto mais cedo o tema for tratado entre as crianças, de maneira simples e franca, maiores as chances delas manterem uma relação saudável com o consumo quando se tornarem adultas.

Pensando nisso, o site Como Investir, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), reuniu cinco dicas de como tratar o tema com os pequenos. Confira:

1 – Exemplo em 1° lugar
Desde muito novas, as crianças observam todas as atividades cotidianas. Ainda que não entendam de onde vem o dinheiro, são capazes de perceber o ato de comprar algo ou pagar uma conta. Por esse motivo, o exemplo dos responsáveis é fundamental. As crianças assimilam e absorvem desde cedo os hábitos de consumo e poupança de uma família.

Segundo Ana Leoni, superintendente de Educação da Anbima, é importante mostrar que o dinheiro não “brota do chão”, que é fruto de esforço. “Quando seu filho pedir um brinquedo mais caro, mostre a ele que aquele item requer uma economia maior do que uma barra de chocolate, por exemplo.”

2 – Aprendendo no dia a dia
Muitos pais evitam falar sobre dinheiro para os filhos, e isso transforma o assunto em um tabu. Claro que não é necessário entrar em detalhes, contar para seu filho qual o seu salário, por exemplo. No entanto, as situações do cotidiano podem servir para ensinar muito sobre educação financeira.

Um passeio no shopping pode ser uma oportunidade para discutir porque o preço do mesmo produto varia em diferentes lojas ou, também, para falar das diferenças entre as coisas que “devemos” e as que “desejamos” comprar.

3 – Pra começar, o cofrinho
O “cofrinho” também é uma boa maneira de ensinar dinheiro para as crianças. Há uma série de conceitos que podem ser englobados neste exemplo: explicar sobre o valor de diferentes moedas, sobre o que é poupar, como guardar dinheiro aos poucos para adquirir algo melhor futuramente. “O cofrinho é uma experiência que mistura a necessidade de disciplina, de se planejar e de poupar para conquistar o que se deseja. É positivo exercitar isso desde cedo até porque traz uma sensação de independência e autonomia para os pequenos”, explica Ana.

Uma boa forma de ensinar o valor do dinheiro pode ser, por exemplo, propondo que as crianças guardem uma moeda por dia para poder comprar um chocolate no fim de semana. Com atividades como essa as crianças já se familiarizam com os números.

4 – Depois, a mesada (ou semanada)
A mesada é um elemento eficaz de educação financeira. Combinar um dia do mês para fazer o “pagamento” e deixar que as crianças decidam o que fazer com o dinheiro estimula o amadurecimento emocional e financeiro delas.

Inclusive, é fundamental que os pais também cumpram as regras da mesada. Se o dinheiro acabar e as crianças quiserem mais, lembre-as da data do próximo pagamento e aproveite para falar sobre a importância de controlar os gastos ao longo do tempo.

Caso tenha dúvidas sobre a quantidade de dinheiro que se deve dar às crianças, a Ana sugere que seja um real por ano de idade. Por exemplo, a menina de 8 anos ganharia R$ 8 por semana, e o de 10 anos, R$ 10. A família também pode conversar sobre quais itens devem ser cobertos por este valor e elaborar um pequeno orçamento. “Talvez a criança precise de três mesadas para comprar aquilo que deseja, é aí que a importância do autocontrole e do planejamento entram em cena”, comenta Ana.

5 – Ajude a fazer o planejamento
Se seu filho recebe mesada, você pode ajudá-lo a planejar os gastos com o dinheiro, elaborando um pequeno orçamento com as despesas previstas.

Ajude a crianças a pensar nos gastos, no que ela poderá comprar com o dinheiro que conseguir juntar. Pensem juntos em objetivos e calculem quanto tempo de economia será necessário.

Fonte: Infomoney

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08 out
By: Blog SIAS 0

Conheça 5 decisões erradas sobre aposentadoria

Muitas das nossas decisões sobre temas da Educação Financeira são ainda tomadas com base em crenças populares e experiências práticas das pessoas. Isto pode funcionar algumas vezes, mas é mais fruto da sorte do que de um julgamento correto. E você não deveria tomar atitudes assim com relação à sua Aposentadoria.

Vamos analisar 5 destas crenças que você pode estar seguindo, mas não deveria!

1. Ainda sou muito jovem para pensar em Aposentadoria.
Esta é o mais clássico dos erros que cometemos neste tema. O ser humano, por natureza, não é muito bom para pensar a longo prazo: para nós, um ‘futuro distante’ significa no máximo 5 ou 10 anos do presente! Tanto é verdade que existem pessoas com 40 ou 45 anos que ainda acham que não precisam pensar na velhice.

Todos sabemos que quanto mais jovem se começa a economizar, mais teremos os juros compostos nos ajudando a garantir um futuro tranquilo.

Não se esqueça: já está tarde para começar a pensar na aposentadoria!

2. Calcular errado a idade máxima de vida.
A nossa expectativa de vida está aumentando cada vez mais, à medida que novos avanços na medicina curativa e preventiva aparecem. Por isso, não seja pessimista na hora de calcular até que idade irá viver!

Pesquise sempre a idade média de vida da região que você mora. E lembre-se que isso é uma média: há pessoas que vivem menos e outras que vivem mais! Em que grupo você quer estar?

3. Cuidar da Aposentadoria não é só se preocupar com o dinheiro.
Normalmente, a principal preocupação que temos é garantir um rendimento mínimo para quando a nossa idade já não permitir que nossa força de trabalho gere algum dinheiro lícito. Este pode ser o principal, mas este não deve ser o único aspecto para nos preocuparmos.

É preciso nos preparar para algo diferente nesta fase da vida: se não estivermos empregados, o que faremos todos os dias? Acordaremos cedo para fazer exercícios ou só ficaremos assistindo à televisão?

Guarde dinheiro. Mas preocupe-se também em dar um sentido, um significado especial e motivador para continuar levando uma vida feliz.

4. Em caso de problemas de saúde mais grave, vou recorrer ao atendimento público.
Isto pode realmente ser uma estratégia correta para outros países mais desenvolvidos. Mas no nosso país, infelizmente a realidade é outra.

Considere que você terá altos gastos médicos em sua Aposentadoria. E planeje-se para isso.

5. Vou viver de juros das minhas aplicações.
Correto! Pelo menos em parte …

Uma das maneiras de manter o rendimento é ter uma boa reserva de dinheiro aplicada em investimentos. Mas esta não deve ser a única estratégia a ser adotada.

O ideal é a diversificação: ter alternativas diferentes para se atingir o objetivo final. Assim, além dos investimentos, é preciso buscar planos de previdência (público e privado) e outras rendas como aluguéis ou investimentos em empresas (seja diretamente ou por meio da bolsa de valores).

Fonte: Blog Minhas Economias

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08 out
By: Blog SIAS 0

Objetivos Financeiros para alcançar até os 30.

Qual a sua idade? Está perto dos seus vinte anos? Se sim, você tem cerca de 10 anos de alcançar uma idade muito boa com relação à sua Vida Financeira: os 30 anos. Como você quer estar financeiramente quando chegar lá? Se você já passou dos 30, nunca é tarde para analisar o que deveria ser feito!

Os “30 anos” representam um marco, um ponto de inversão em nossa vida financeira.

Até esta idade, normalmente estamos gastando muito mais que ganhando: tivemos que pagar pelos estudos durante vários anos e, mesmo que tenhamos trabalhado desde cedo, o salário provavelmente não foi dos melhores.

A partir do 30 a nossa situação no trabalho já deveria estar melhorando, pois já vamos ter mais experiência e os cargos de chefia começam a ficar ao nosso alcance, gerando uma renda melhor.

Por outro lado, outros tipos de gastos vão surgir, como a compra do imóvel, o casamento e os filhos.

Enfim: de uma maneira geral, como deveria estar a sua situação financeira nesta idade? Vamos a alguns pontos que podem ser analisados.

1. Dívidas.
Nesta idade você não deveria ter nenhuma dívida. Claro que sempre há exceções, mas via de regra pouca coisa justifica uma dívida muito alta. Se este for o caso, significa que você gastou muito dinheiro na sua juventude.

Eventualmente você poderá ter algum tipo de financiamento, caso tenha adquirido algum imóvel recente. Mas neste caso você tem que garantir que tem condições de pagar as parcelas sem colocar em risco a sua saúde financeira.

2. Investimentos.
Não é preciso ter um valor muito grande nesta idade, mas o mais importante é ter algum dinheiro investido e, principalmente, ter um bom conhecimento do mercado financeiro.

A partir de agora você provavelmente terá mais dinheiro sobrando para investir. Mas não adianta ter o que investir mas não saber onde investir com sabedoria, conhecendo o seu perfil de risco e as opções do mercado.

Lembre-se: mesmo não tendo dinheiro nos seus 20 anos, prepare-se para saber onde investir quando estiver em melhores condições financeiras.

3. Aposentadoria.
Muito cedo ainda para pensar em aposentadoria? Não mesmo. O ideal seria começar até antes, mas se isto não ocorreu, comece já aos 30 anos a planejar a sua velhice.

E não pense apenas no lado financeiro, é preciso ter uma visão completa: como vai estar a sua saúde até lá? O que você vai estar fazendo? Como você quer envelhecer?

4. Hábitos financeiros
Um hábito é algo que fazemos de modo automático, sem ter que pensar sobre a atividade e com a sensação de pouco esforço necessário. E uma vez criado o hábito, é pouco provável que você “se livre” dele.

O difícil mesmo é criar o hábito. Exige dedicação, tempo e resiliência.

Por isso comece desde cedo a desenvolver os hábitos saudáveis relacionados à Educação Financeira: preparar o Orçamento, criar reserva de emergência, avaliar quais tipos de seguros são importantes, etc.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

5 hábitos que vão sabotar as suas Finanças Pessoais

Já ouviu falar em comportamentos sabotadores? São aqueles vícios que praticamos a toda hora, mas nem nos damos conta disso. Eles estão presentes em vários aspectos de nossa vida, inclusive em nossas Finanças Pessoais, e prejudicam de maneira perversa a nossa situação presente e futura. Como identificar estes hábitos ruins?

Leia a descrição abaixo de alguns destes comportamentos e analise se você costuma praticá-los com regularidade. E seja honesto consigo mesmo!

1. Trocar de celular todo ano.

É tentador possuir sempre a última inovação tecnológica, principalmente nos casos dos telefones celulares. A cada ano, novas funcionalidades ‘imprescindíveis’ são adicionadas e os aparelhos ficam cada vez mais elegantes.

Mas isso tem um custo … e não é pequeno (veja aqui o texto sobre quanto pode ser este valor).

O mais difícil é que este comportamento parece ser algo inofensivo. E traz uma satisfação muito grande!
Avalie se você está trocando o seu celular constantemente. Se for impossível evitar, tente ao mesmo aumentar o intervalo de tempo antes de comprar um novo.

2. Ser muito otimista.

Ninguém aqui está pedindo para você ser um pessimista, daqueles que só conseguem enxergar um futuro cheio de problemas. Mas também não é muito aconselhável ser um otimista sem restrições.

Os “muito otimistas não conseguem fazer um planejamento financeiro mais conservador. Como tudo “sempre vai dar certo”, eles não se preocupam em fazer uma reserva contra imprevistos, por exemplo. Ou seja, eles não se preparam para eventuais condições adversas no futuro.

Também na área de investimentos, os otimistas podem deixar de analisar riscos importantes e assim não tomar as melhores decisões.
Enfim, nunca perca a esperança nem o bom humor. Mas é importante ter sempre os pés no chão, mesmo que os sonhos estejam bem altos!

3. Fugir do Planejamento e Controle Financeiro.

Da mesma forma que há pessoas que detestam ir ao médico, muita gente inventa mil desculpas para não fazer um bom Controle Financeiro.

De forma até inconsciente, estas pessoas criam situações que justificam este comportamento: é a planilha que é muito difícil de ser usada, o aplicativo de Controle que dá problema, é a falta de tempo para anotar todas as despesas, etc.

Fuja deste comportamento. É preciso disciplina e força de vontade para iniciar um novo hábito.

4. Deixar os seus investimentos apenas na mão do gerente do banco.

Cuidar de dinheiro pode ser uma atividade chata para muita gente e, por isto mesmo, acabam deixando para o gerente do banco cuidar. O problema aqui é que nem sempre ele fará as melhores escolhas para você, além de acabar limitando as opções de investimento apenas aos produtos oferecidos pelo próprio banco.

Pesquisar e estudar as modalidades de investimento disponíveis no mercado, de modo a não ficar preso apenas nas opções que o seu gerente de banco oferece, pode representar um bom dinheiro a mais em seu orçamento. No longo prazo, certamente irá levar a uma vida muito mais tranquila e proveitosa.

5. Não fazer exercícios físicos.

Hein? Isso tem a ver com as Finanças Pessoais? Pode parecer que não, mas é um bom exemplo para mostrar que tudo em nossa vida está relacionado.

Ao cultivarmos o hábito de não fazer exercícios, uma série de efeitos são desencadeados:
– A chance de ficarmos doentes aumenta, o que significa mais gastos com remédios e médicos.
– A nossa produtividade no trabalho diminui, o que ocasiona menos promoções e aumentos de salários.
– Como sobra mais tempo para ‘não fazer nada’, a chance de ocuparmos o tempo com outros vícios aumenta ainda mais: comer mais, fumar, beber, ficar só assistindo televisão.

Assim, mexa-se! Os exercícios irão fazer bem a você e ao seu bolso!

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Mesada: Aprenda a falar de dinheiro com crianças

A mesada é um importante instrumento de educação financeira que ensina a criança a fazer escolhas mais responsáveis, planejar, poupar e conquistar sonhos. Através dessa ferramenta, é possível ter um primeiro contato com a administração do próprio dinheiro e também a percepção de que esse é um recurso finito.

De acordo com Ana Paula Pregardier, diretora da Intus Forma Educação Financeira, a experiência de administrar e decidir sobre como utilizar o próprio dinheiro é impactante. “Quando uma criança ou adolescente ganha mesada, começa a construir seus hábitos de economia e consumo que levará para toda a vida. Os pais devem auxiliar os filhos nessa experiência sem substituí-los na tomada de decisão. A tomada de decisão sobre como usar o dinheiro é o ponto-chave de aprendizado, é o momento onde são criados os hábitos financeiros”, destaca.

Quando começar e quanto dar de mesada?
Para Ana Paula, a educação financeira das crianças deve começar desde bebê com o exemplo dos pais, já a mesada deve começar a partir do momento em que a criança consegue fazer contas.

A especialista recomenda que o valor da mesada deve acompanhar a capacidade da criança de contar e calcular. “Se a criança consegue fazer contas de somar e subtrair até dez, deve receber até R$ 10, se consegue fazer as contas até 50, deve receber no máximo R$ 50”, diz.

O que fazer se a situação financeira da família ficar apertada?
É importante que a criança participe da vida financeira da casa. “Ou seja, quando a família se reunir para organizar as contas e fazer o planejamento mensal, deixe que a criança esteja junto. Essa participação ajudará a construir uma cultura de organização financeira”, afirma Ana Paula.

Quando a família ficar “apertada”, a dica é conversar com a criança e deixá-la ajudar na criação de um “plano” para economizar. “Mesmo que as sugestões do filho pareçam ter um impacto monetário pequeno, incentive e componha o plano da família com as estratégias da criança”, ensina.

Os filhos estão liberados para comprar o que desejarem?
De acordo com Ana Paula, deixar o filho comprar tudo o que quiser não traz benefícios para a construção dos hábitos financeiros. “Mesmo que você tenha como comprar tudo, ensine que o dinheiro é um recurso finito. Isso ajudará seu filho a aprender a dar valor as coisas e pensar antes de consumir”.

O que fazer se o filho “falir” antes do final do mês?
Considerando que as crianças não têm contas fixas ou de subsistência para pagar, se “falir” antes do final do mês, é preciso conversar e explicar. “Não dê mais dinheiro, pois assim os filhos começarão a perceber e aprender como suas ações causam resultados (tanto bons, quanto ruins)”, afirma Ana Paula.

Os pais devem remunerar atividades domésticas?
As atividades domésticas fazem parte da vida familiar, por isso é muito importante que as crianças contribuam e ajudem com as atividades que são adequadas a sua faixa etária. Ainda que a mesada deva ser merecida, a recomendação da especialista é que ela não deve ser tratada como um salário ou moeda de troca por trabalho ou comportamento.

Mesada não é só dinheiro
Apesar de ser uma ótima ferramenta para educar financeiramente a nova geração, o educador financeiro Reinaldo Domingos avalia que nem toda mesada envolve dinheiro. Segundo ele, a forma como são inseridos os valores em notas e moedas na vida da criança pode ser associada a questões de sustentabilidade, consumo consciente, coletividade, empreendedorismo e outros temas relevantes.

Autor do livro “Mesada não é só dinheiro – Conheça os 8 tipos e construa um novo futuro”, Domingos acredita que cada tipo de mesada pode ensinar algo para os pequenos. A mesada econômica, por exemplo, baseia-se em economizar o máximo possível, tanto em dinheiro quanto em recursos materiais.

“Uma lâmpada acesa sem precisar, além de televisão e computador ligados sem ser usados, elevam o valor da conta no fim do mês e acarretam no adiamento da realização de sonhos e desejos”, explica Reinaldo.

Outro tipo de mesada defendida por Domingos é a de troca, que pode ajudar as crianças a adquirirem coisas novas e a se desfazerem das que não usam mais. “As crianças podem trocar brinquedos, livros, figurinhas. Não gastar e ter o hábito de trocar dará a elas a liberdade de escolha com relação ao uso do dinheiro, além de possibilitar o exercício do desapego”, enfatiza.

Já a mesada empreendedora nasce do desejo de ganhar o próprio dinheiro, como fruto da imaginação e criatividade de criar algo que interesse a outras pessoas. Dessa forma, a criança pode ganhar dinheiro fazendo doces, vendendo desenhos, brinquedos de sucata e etc. Vale ressaltar que essa deve ser uma atividade recreativa, e deve ser encarada com prazer, e não como um trabalho remunerado.

Fonte: Dinheirama

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Dicas para uma aposentadoria mais tranquila

Quando estamos com 20, 30 anos, a aposentadoria parece ser algo muito distante, mas quanto mais cedo fizermos o planejamento para esta fase da vida, melhor poderemos aproveitá-la. Muita gente se preocupa apenas com a questão financeira, mas há outros aspectos que devem ser levados em conta e que, certamente, terão grande impacto nesta fase da vida.

1 – Investir na saúde
O que adianta conseguir se aposentar financeiramente bem, se a saúde (ou melhor, a falta de) não lhe permitir aproveitar a vida? Além disto, manter a saúde acaba ajudando também no aspecto financeiro, pois isto significa um gasto menor com remédios e tratamentos, sem contar ainda com eventuais acompanhantes como enfermeiros ou cuidadores. Por isto, é importante fazer atividade física sempre e ter uma alimentação saudável. Não é preciso abrir mão dos pequenos prazeres da vida: uma cervejinha com os amigos, um doce para acompanhar o café ou o chá, até mesmo um pouquinho da gordura que acompanha a picanha. Basta ter moderação!
Outra coisa importante é estar com os exames médicos em dia. Prevenir doenças acaba representando um ganho financeiro tanto na economia com remédios e tratamentos, quanto na diminuição de faltas no trabalho por problemas de saúde.

2 – Investir em alguma atividade para ser feita no período da aposentadoria
Falamos no item anterior da questão física, mas é importante também não negligenciar a parte mental. Ter uma atividade para quando estiver aposentado ajuda a manter sua saúde mental e pode também vir a ajudar na sua saúde financeira. Você pode simplesmente investir seu tempo em algum hobby, mas pode ser ainda mais interessante trabalhar em algo de seu interesse; melhor ainda se for remunerado ou lhe trouxer algum tipo de receita, que possa complementar a renda de sua aposentadoria
O grande ponto aqui é que você deve planejar esta atividade antes da aposentadoria, para que possa pôr em prática assim que pendurar as chuteiras. Para alguns, algo que seja em tempo parcial funciona melhor, pois libera tempo para dar mais atenção à família ou mesmo para se dedicar a um hobby ou viajar pelo mundo. Outros, no entanto, preferem algo que lhes deem realização pessoal e não se importam de dedicar todo o seu tempo nisto.

3 – Ajustar o padrão de vida
Para muita gente, ter pequenos luxos é o que a vida lhes oferece de melhor. Frequentar lugares badalados, ter sempre o último modelo de celular, dirigir carros de luxo podem trazer satisfação pessoal. No entanto, será que eu consigo manter este mesmo padrão quando eu me aposentar? Na grande maioria das vezes, a resposta é não. E o mais difícil é se acostumar com um padrão de vida mais simples quando se está acostumado com um padrão mais alto. Por isto, é importante listar as prioridades de vida e ajustar o padrão de consumo para um nível que possa ser mantido não só no presente como também no futuro. Isto vale não só para você , como também para a sua família.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Quanto dinheiro preciso poupar todo mês?

Bem, a resposta ideal é: guarde o maior valor possível todos os meses. Mas isso não ajuda muito, certo? Não há exatamente um valor certo a poupar, mas seria bom termos alguma espécie de parâmetros comparativos. Ou pelo menos algumas diretrizes para buscar o valor ideal para cada um.

1. Comece com um percentual pequeno de seu salário: 10%.

A maneira mais fácil de iniciar o hábito de poupar é guardar 10% do seu salário, religiosamente. Pode ser que em algum mês você poderá guardar mais e em outros meses menos. Se isso acontecer:

– Nos meses que você puder guardar mais, faça isso e considere o montante adicional como uma reserva.

– Nos meses que você não conseguir chegar nos 10%, use a sua reserva para completar a diferença.

Com isso você também já começará a criar outro hábito importante: sempre manter uma reserva para imprevistos.

A medida que o seu salário melhore e você tenha um melhor controle financeiro, vá aumentando gradativamente o percentual do seu salário que é poupado.

2. Defina um objetivo e um prazo para alcança-lo.

Dizem que todo rico foi, no passado, um pobre com um grande objetivo ou sonho. Ou seja, é sempre mais fácil de se motivar a poupar quando temos um objetivo bem definido. Por exemplo, comprar um imóvel, um carro, fazer uma viagem, etc.

Além do aspecto motivacional, o objetivo com prazo permite você calcular exatamente o valor que terá que poupar por mês. E assim também ficará mais fácil controlar se você está conseguindo seguir à risca o plano de realizar o seu objetivo.

3. Defina como será a sua aposentadoria.

Um dos objetivos de sua vida poderia ser a busca de uma aposentadora tranquila. Para isso, entenda quais são seus objetivos de longo prazo e quando eles deverão ocorrer. Isso lhe ajudará a melhor calcular o quanto você pode gastar hoje sem comprometer o futuro.

4. Analise a qualidade de vida que você está levando.

Há também uma outra maneira de medir se o quanto você está poupando é adequado ou não: analise a qualidade da vida que você está levando.

Se a sua vida é cercada de luxos e mimos constantes, provavelmente você está gastando muito! E consequentemente estará poupando pouco.

De preferência, também procure a opinião de alguma pessoa próxima que possa lhe dar uma opinião confiável: afinal, nesta situação a nossa própria opinião pode não ser tão isenta quanto deveria ser.

Fonte: Blog Minhas Economias

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19 jun
By: Blog SIAS 0

A SIAS comemora 40 anos

No dia 29 de maio a SIAS completou 40 anos de existência!

Criada por iniciativa de servidores do IBGE, originariamente para atuar na Campanha Ibgeana contra a Tuberculose (1950), a SIAS passou a operar no segmento de previdência complementar em 1979, com o objetivo de administrar plano de benefícios para complementar a aposentadoria dos empregados do IBGE, então vinculados ao regime CLT, e seus beneficiários.

A Sociedade Ibgeana de Assistência e Seguridade – SIAS teve suas atividades iniciadas em 29/05/1979, nos termos da Resolução IBGE R. PR-10/79, de 16/05/79. Pela Portaria nº 1.474, de 11/04/1979, o Ministro da Previdência e Assistência Social aprovou o primeiro Estatuto da SIAS, bem como o seu funcionamento, conforme publicação no Diário Oficial da União de abril de 1979.

Atualmente a SIAS administra plano de benefícios de aposentadoria por invalidez e pecúlio (Plano RJU) para cerca de 6.500 servidores ativos do IBGE e aposentados pelo Regime Jurídico Único, pagando mensalmente benefícios de aposentadoria por invalidez e pensão para cerca de 250 assistidos. Aos servidores do IBGE aposentados pelo regime CLT, a SIAS mantém plano de benefícios de complementação de aposentadoria e pensão (Plano CLT), garantindo pagamento mensal de benefícios para cerca de 520 assistidos. Além disso, encontra-se aberto para adesões o PrevSIAS, plano instituído e de contribuição definida com 5 anos de existência e mais de 1.000 participantes, entre servidores e ex-servidores do IBGE, funcionários e ex-funcionários da SIAS e seus familiares.

Os participantes e assistidos da SIAS também têm à disposição serviços assistenciais como plano médico-hospitalar, odontológico, seguro de vida, emergências médicas e seguro de automóveis com preços mais atrativos que os de mercado, oferecidos por meio de renomadas operadoras/seguradoras contratadas. Hoje são mais de 10.000 vidas inscritas.

Após 40 anos de história, a SIAS permanece com o compromisso de buscar novidades e melhorias, atuando para a maior satisfação de seus participantes e assistidos que confiaram e confiam na missão da SIAS. Muito obrigado a participantes, assistidos, beneficiários, IBGE, prestadores de serviços e a todos aqueles que estão ao lado da SIAS para que ela possa cumprir a sua missão!

SIAS, há 40 anos presente no seu futuro!

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24 maio
By: Blog SIAS 0

6ª Semana Nacional de Educação Financeira

A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para promover ações de educação financeira de entidades públicas e privadas.

Ano passado, foram quase 7.000 ações, de 280 instituições, alcançando mais de 4 milhões de pessoas em todo o Brasil.

A sexta edição ocorrerá de 20 a 26 de maio de 2019. Você tem acesso às informações dos eventos na Agenda disponível em http://semanaenef.gov.br/iniciativas/agenda.php?, repleta de ações gratuitas oferecidas pelos membros do Comitê e seus parceiros.

A educação financeira tem como objetivo conscientizar o indivíduo sobre a importância do planejamento financeiro, para que desenvolva uma relação equilibrada com o dinheiro e decisões acertadas sobre finanças e consumo.

Quando o cidadão entende os fatores que influenciam suas escolhas financeiras, consegue equilibrar seus desejos imediatos com suas necessidades de longo prazo. Um dos efeitos disso é o aumento do hábito de poupar, outro importante pilar da educação financeira. O cidadão financeiramente educado contribui para o bem-estar coletivo, seja porque essa qualificação resulta em um sistema financeiro mais sólido e eficiente, seja porque cada pessoa tem melhores condições para lidar com emergências e momentos difíceis da vida.

Participe!

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