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09 ago
By: Blog SIAS 0

5 hábitos que vão sabotar as suas Finanças Pessoais

Já ouviu falar em comportamentos sabotadores? São aqueles vícios que praticamos a toda hora, mas nem nos damos conta disso. Eles estão presentes em vários aspectos de nossa vida, inclusive em nossas Finanças Pessoais, e prejudicam de maneira perversa a nossa situação presente e futura. Como identificar estes hábitos ruins?

Leia a descrição abaixo de alguns destes comportamentos e analise se você costuma praticá-los com regularidade. E seja honesto consigo mesmo!

1. Trocar de celular todo ano.

É tentador possuir sempre a última inovação tecnológica, principalmente nos casos dos telefones celulares. A cada ano, novas funcionalidades ‘imprescindíveis’ são adicionadas e os aparelhos ficam cada vez mais elegantes.

Mas isso tem um custo … e não é pequeno (veja aqui o texto sobre quanto pode ser este valor).

O mais difícil é que este comportamento parece ser algo inofensivo. E traz uma satisfação muito grande!
Avalie se você está trocando o seu celular constantemente. Se for impossível evitar, tente ao mesmo aumentar o intervalo de tempo antes de comprar um novo.

2. Ser muito otimista.

Ninguém aqui está pedindo para você ser um pessimista, daqueles que só conseguem enxergar um futuro cheio de problemas. Mas também não é muito aconselhável ser um otimista sem restrições.

Os “muito otimistas não conseguem fazer um planejamento financeiro mais conservador. Como tudo “sempre vai dar certo”, eles não se preocupam em fazer uma reserva contra imprevistos, por exemplo. Ou seja, eles não se preparam para eventuais condições adversas no futuro.

Também na área de investimentos, os otimistas podem deixar de analisar riscos importantes e assim não tomar as melhores decisões.
Enfim, nunca perca a esperança nem o bom humor. Mas é importante ter sempre os pés no chão, mesmo que os sonhos estejam bem altos!

3. Fugir do Planejamento e Controle Financeiro.

Da mesma forma que há pessoas que detestam ir ao médico, muita gente inventa mil desculpas para não fazer um bom Controle Financeiro.

De forma até inconsciente, estas pessoas criam situações que justificam este comportamento: é a planilha que é muito difícil de ser usada, o aplicativo de Controle que dá problema, é a falta de tempo para anotar todas as despesas, etc.

Fuja deste comportamento. É preciso disciplina e força de vontade para iniciar um novo hábito.

4. Deixar os seus investimentos apenas na mão do gerente do banco.

Cuidar de dinheiro pode ser uma atividade chata para muita gente e, por isto mesmo, acabam deixando para o gerente do banco cuidar. O problema aqui é que nem sempre ele fará as melhores escolhas para você, além de acabar limitando as opções de investimento apenas aos produtos oferecidos pelo próprio banco.

Pesquisar e estudar as modalidades de investimento disponíveis no mercado, de modo a não ficar preso apenas nas opções que o seu gerente de banco oferece, pode representar um bom dinheiro a mais em seu orçamento. No longo prazo, certamente irá levar a uma vida muito mais tranquila e proveitosa.

5. Não fazer exercícios físicos.

Hein? Isso tem a ver com as Finanças Pessoais? Pode parecer que não, mas é um bom exemplo para mostrar que tudo em nossa vida está relacionado.

Ao cultivarmos o hábito de não fazer exercícios, uma série de efeitos são desencadeados:
– A chance de ficarmos doentes aumenta, o que significa mais gastos com remédios e médicos.
– A nossa produtividade no trabalho diminui, o que ocasiona menos promoções e aumentos de salários.
– Como sobra mais tempo para ‘não fazer nada’, a chance de ocuparmos o tempo com outros vícios aumenta ainda mais: comer mais, fumar, beber, ficar só assistindo televisão.

Assim, mexa-se! Os exercícios irão fazer bem a você e ao seu bolso!

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Mesada: Aprenda a falar de dinheiro com crianças

A mesada é um importante instrumento de educação financeira que ensina a criança a fazer escolhas mais responsáveis, planejar, poupar e conquistar sonhos. Através dessa ferramenta, é possível ter um primeiro contato com a administração do próprio dinheiro e também a percepção de que esse é um recurso finito.

De acordo com Ana Paula Pregardier, diretora da Intus Forma Educação Financeira, a experiência de administrar e decidir sobre como utilizar o próprio dinheiro é impactante. “Quando uma criança ou adolescente ganha mesada, começa a construir seus hábitos de economia e consumo que levará para toda a vida. Os pais devem auxiliar os filhos nessa experiência sem substituí-los na tomada de decisão. A tomada de decisão sobre como usar o dinheiro é o ponto-chave de aprendizado, é o momento onde são criados os hábitos financeiros”, destaca.

Quando começar e quanto dar de mesada?
Para Ana Paula, a educação financeira das crianças deve começar desde bebê com o exemplo dos pais, já a mesada deve começar a partir do momento em que a criança consegue fazer contas.

A especialista recomenda que o valor da mesada deve acompanhar a capacidade da criança de contar e calcular. “Se a criança consegue fazer contas de somar e subtrair até dez, deve receber até R$ 10, se consegue fazer as contas até 50, deve receber no máximo R$ 50”, diz.

O que fazer se a situação financeira da família ficar apertada?
É importante que a criança participe da vida financeira da casa. “Ou seja, quando a família se reunir para organizar as contas e fazer o planejamento mensal, deixe que a criança esteja junto. Essa participação ajudará a construir uma cultura de organização financeira”, afirma Ana Paula.

Quando a família ficar “apertada”, a dica é conversar com a criança e deixá-la ajudar na criação de um “plano” para economizar. “Mesmo que as sugestões do filho pareçam ter um impacto monetário pequeno, incentive e componha o plano da família com as estratégias da criança”, ensina.

Os filhos estão liberados para comprar o que desejarem?
De acordo com Ana Paula, deixar o filho comprar tudo o que quiser não traz benefícios para a construção dos hábitos financeiros. “Mesmo que você tenha como comprar tudo, ensine que o dinheiro é um recurso finito. Isso ajudará seu filho a aprender a dar valor as coisas e pensar antes de consumir”.

O que fazer se o filho “falir” antes do final do mês?
Considerando que as crianças não têm contas fixas ou de subsistência para pagar, se “falir” antes do final do mês, é preciso conversar e explicar. “Não dê mais dinheiro, pois assim os filhos começarão a perceber e aprender como suas ações causam resultados (tanto bons, quanto ruins)”, afirma Ana Paula.

Os pais devem remunerar atividades domésticas?
As atividades domésticas fazem parte da vida familiar, por isso é muito importante que as crianças contribuam e ajudem com as atividades que são adequadas a sua faixa etária. Ainda que a mesada deva ser merecida, a recomendação da especialista é que ela não deve ser tratada como um salário ou moeda de troca por trabalho ou comportamento.

Mesada não é só dinheiro
Apesar de ser uma ótima ferramenta para educar financeiramente a nova geração, o educador financeiro Reinaldo Domingos avalia que nem toda mesada envolve dinheiro. Segundo ele, a forma como são inseridos os valores em notas e moedas na vida da criança pode ser associada a questões de sustentabilidade, consumo consciente, coletividade, empreendedorismo e outros temas relevantes.

Autor do livro “Mesada não é só dinheiro – Conheça os 8 tipos e construa um novo futuro”, Domingos acredita que cada tipo de mesada pode ensinar algo para os pequenos. A mesada econômica, por exemplo, baseia-se em economizar o máximo possível, tanto em dinheiro quanto em recursos materiais.

“Uma lâmpada acesa sem precisar, além de televisão e computador ligados sem ser usados, elevam o valor da conta no fim do mês e acarretam no adiamento da realização de sonhos e desejos”, explica Reinaldo.

Outro tipo de mesada defendida por Domingos é a de troca, que pode ajudar as crianças a adquirirem coisas novas e a se desfazerem das que não usam mais. “As crianças podem trocar brinquedos, livros, figurinhas. Não gastar e ter o hábito de trocar dará a elas a liberdade de escolha com relação ao uso do dinheiro, além de possibilitar o exercício do desapego”, enfatiza.

Já a mesada empreendedora nasce do desejo de ganhar o próprio dinheiro, como fruto da imaginação e criatividade de criar algo que interesse a outras pessoas. Dessa forma, a criança pode ganhar dinheiro fazendo doces, vendendo desenhos, brinquedos de sucata e etc. Vale ressaltar que essa deve ser uma atividade recreativa, e deve ser encarada com prazer, e não como um trabalho remunerado.

Fonte: Dinheirama

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Dicas para uma aposentadoria mais tranquila

Quando estamos com 20, 30 anos, a aposentadoria parece ser algo muito distante, mas quanto mais cedo fizermos o planejamento para esta fase da vida, melhor poderemos aproveitá-la. Muita gente se preocupa apenas com a questão financeira, mas há outros aspectos que devem ser levados em conta e que, certamente, terão grande impacto nesta fase da vida.

1 – Investir na saúde
O que adianta conseguir se aposentar financeiramente bem, se a saúde (ou melhor, a falta de) não lhe permitir aproveitar a vida? Além disto, manter a saúde acaba ajudando também no aspecto financeiro, pois isto significa um gasto menor com remédios e tratamentos, sem contar ainda com eventuais acompanhantes como enfermeiros ou cuidadores. Por isto, é importante fazer atividade física sempre e ter uma alimentação saudável. Não é preciso abrir mão dos pequenos prazeres da vida: uma cervejinha com os amigos, um doce para acompanhar o café ou o chá, até mesmo um pouquinho da gordura que acompanha a picanha. Basta ter moderação!
Outra coisa importante é estar com os exames médicos em dia. Prevenir doenças acaba representando um ganho financeiro tanto na economia com remédios e tratamentos, quanto na diminuição de faltas no trabalho por problemas de saúde.

2 – Investir em alguma atividade para ser feita no período da aposentadoria
Falamos no item anterior da questão física, mas é importante também não negligenciar a parte mental. Ter uma atividade para quando estiver aposentado ajuda a manter sua saúde mental e pode também vir a ajudar na sua saúde financeira. Você pode simplesmente investir seu tempo em algum hobby, mas pode ser ainda mais interessante trabalhar em algo de seu interesse; melhor ainda se for remunerado ou lhe trouxer algum tipo de receita, que possa complementar a renda de sua aposentadoria
O grande ponto aqui é que você deve planejar esta atividade antes da aposentadoria, para que possa pôr em prática assim que pendurar as chuteiras. Para alguns, algo que seja em tempo parcial funciona melhor, pois libera tempo para dar mais atenção à família ou mesmo para se dedicar a um hobby ou viajar pelo mundo. Outros, no entanto, preferem algo que lhes deem realização pessoal e não se importam de dedicar todo o seu tempo nisto.

3 – Ajustar o padrão de vida
Para muita gente, ter pequenos luxos é o que a vida lhes oferece de melhor. Frequentar lugares badalados, ter sempre o último modelo de celular, dirigir carros de luxo podem trazer satisfação pessoal. No entanto, será que eu consigo manter este mesmo padrão quando eu me aposentar? Na grande maioria das vezes, a resposta é não. E o mais difícil é se acostumar com um padrão de vida mais simples quando se está acostumado com um padrão mais alto. Por isto, é importante listar as prioridades de vida e ajustar o padrão de consumo para um nível que possa ser mantido não só no presente como também no futuro. Isto vale não só para você , como também para a sua família.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Quanto dinheiro preciso poupar todo mês?

Bem, a resposta ideal é: guarde o maior valor possível todos os meses. Mas isso não ajuda muito, certo? Não há exatamente um valor certo a poupar, mas seria bom termos alguma espécie de parâmetros comparativos. Ou pelo menos algumas diretrizes para buscar o valor ideal para cada um.

1. Comece com um percentual pequeno de seu salário: 10%.

A maneira mais fácil de iniciar o hábito de poupar é guardar 10% do seu salário, religiosamente. Pode ser que em algum mês você poderá guardar mais e em outros meses menos. Se isso acontecer:

– Nos meses que você puder guardar mais, faça isso e considere o montante adicional como uma reserva.

– Nos meses que você não conseguir chegar nos 10%, use a sua reserva para completar a diferença.

Com isso você também já começará a criar outro hábito importante: sempre manter uma reserva para imprevistos.

A medida que o seu salário melhore e você tenha um melhor controle financeiro, vá aumentando gradativamente o percentual do seu salário que é poupado.

2. Defina um objetivo e um prazo para alcança-lo.

Dizem que todo rico foi, no passado, um pobre com um grande objetivo ou sonho. Ou seja, é sempre mais fácil de se motivar a poupar quando temos um objetivo bem definido. Por exemplo, comprar um imóvel, um carro, fazer uma viagem, etc.

Além do aspecto motivacional, o objetivo com prazo permite você calcular exatamente o valor que terá que poupar por mês. E assim também ficará mais fácil controlar se você está conseguindo seguir à risca o plano de realizar o seu objetivo.

3. Defina como será a sua aposentadoria.

Um dos objetivos de sua vida poderia ser a busca de uma aposentadora tranquila. Para isso, entenda quais são seus objetivos de longo prazo e quando eles deverão ocorrer. Isso lhe ajudará a melhor calcular o quanto você pode gastar hoje sem comprometer o futuro.

4. Analise a qualidade de vida que você está levando.

Há também uma outra maneira de medir se o quanto você está poupando é adequado ou não: analise a qualidade da vida que você está levando.

Se a sua vida é cercada de luxos e mimos constantes, provavelmente você está gastando muito! E consequentemente estará poupando pouco.

De preferência, também procure a opinião de alguma pessoa próxima que possa lhe dar uma opinião confiável: afinal, nesta situação a nossa própria opinião pode não ser tão isenta quanto deveria ser.

Fonte: Blog Minhas Economias

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19 jun
By: Blog SIAS 0

A SIAS comemora 40 anos

No dia 29 de maio a SIAS completou 40 anos de existência!

Criada por iniciativa de servidores do IBGE, originariamente para atuar na Campanha Ibgeana contra a Tuberculose (1950), a SIAS passou a operar no segmento de previdência complementar em 1979, com o objetivo de administrar plano de benefícios para complementar a aposentadoria dos empregados do IBGE, então vinculados ao regime CLT, e seus beneficiários.

A Sociedade Ibgeana de Assistência e Seguridade – SIAS teve suas atividades iniciadas em 29/05/1979, nos termos da Resolução IBGE R. PR-10/79, de 16/05/79. Pela Portaria nº 1.474, de 11/04/1979, o Ministro da Previdência e Assistência Social aprovou o primeiro Estatuto da SIAS, bem como o seu funcionamento, conforme publicação no Diário Oficial da União de abril de 1979.

Atualmente a SIAS administra plano de benefícios de aposentadoria por invalidez e pecúlio (Plano RJU) para cerca de 6.500 servidores ativos do IBGE e aposentados pelo Regime Jurídico Único, pagando mensalmente benefícios de aposentadoria por invalidez e pensão para cerca de 250 assistidos. Aos servidores do IBGE aposentados pelo regime CLT, a SIAS mantém plano de benefícios de complementação de aposentadoria e pensão (Plano CLT), garantindo pagamento mensal de benefícios para cerca de 520 assistidos. Além disso, encontra-se aberto para adesões o PrevSIAS, plano instituído e de contribuição definida com 5 anos de existência e mais de 1.000 participantes, entre servidores e ex-servidores do IBGE, funcionários e ex-funcionários da SIAS e seus familiares.

Os participantes e assistidos da SIAS também têm à disposição serviços assistenciais como plano médico-hospitalar, odontológico, seguro de vida, emergências médicas e seguro de automóveis com preços mais atrativos que os de mercado, oferecidos por meio de renomadas operadoras/seguradoras contratadas. Hoje são mais de 10.000 vidas inscritas.

Após 40 anos de história, a SIAS permanece com o compromisso de buscar novidades e melhorias, atuando para a maior satisfação de seus participantes e assistidos que confiaram e confiam na missão da SIAS. Muito obrigado a participantes, assistidos, beneficiários, IBGE, prestadores de serviços e a todos aqueles que estão ao lado da SIAS para que ela possa cumprir a sua missão!

SIAS, há 40 anos presente no seu futuro!

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24 maio
By: Blog SIAS 0

6ª Semana Nacional de Educação Financeira

A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para promover ações de educação financeira de entidades públicas e privadas.

Ano passado, foram quase 7.000 ações, de 280 instituições, alcançando mais de 4 milhões de pessoas em todo o Brasil.

A sexta edição ocorrerá de 20 a 26 de maio de 2019. Você tem acesso às informações dos eventos na Agenda disponível em http://semanaenef.gov.br/iniciativas/agenda.php?, repleta de ações gratuitas oferecidas pelos membros do Comitê e seus parceiros.

A educação financeira tem como objetivo conscientizar o indivíduo sobre a importância do planejamento financeiro, para que desenvolva uma relação equilibrada com o dinheiro e decisões acertadas sobre finanças e consumo.

Quando o cidadão entende os fatores que influenciam suas escolhas financeiras, consegue equilibrar seus desejos imediatos com suas necessidades de longo prazo. Um dos efeitos disso é o aumento do hábito de poupar, outro importante pilar da educação financeira. O cidadão financeiramente educado contribui para o bem-estar coletivo, seja porque essa qualificação resulta em um sistema financeiro mais sólido e eficiente, seja porque cada pessoa tem melhores condições para lidar com emergências e momentos difíceis da vida.

Participe!

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03 maio
By: Blog SIAS 0

Dia D da campanha de vacina contra gripe de 2019

O 4 de maio marca o Dia D da vacinação para a gripe. O que acontece nesta data e quem pode tomar o imunizante para evitar a infecção pelo vírus.

Com o Dia D, o governo espera se aproximar da meta de 95% de vacinação do público-alvo.

A campanha de vacinação contra a gripe de 2019 terá seu Dia D no 4 de maio, sábado. Nessa data, os postos de saúde abrem excepcionalmente no Brasil inteiro para imunizar todos os grupos prioritários.

Até o dia 30 de abril, 21% do público-alvo foi imunizado. A meta do Ministério da Saúde é aumentar bastante essa porcentagem no fim de semana. Inclusive porque, segundo a programação original, a campanha não passa do dia 31 de maio e o objetivo é alcançar 90% de cobertura.

As puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz) são a turma com mais alta taxa de vacinação: 38,8%. Elas são seguidas das gestantes (33,4%), indígenas (27,6%), crianças (26,4%), idosos (21,5%), trabalhadores de saúde (17,1%) e professores (14,2%).

Além deles, podem tomar o imunizante na rede pública:
• Indivíduos com mais de 60 anos
• Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas
• População privada de liberdade
• Funcionários do sistema prisional
• Membros das forças de segurança (policiais e exército)

Outras pessoas podem buscar sua dose nas clínicas privadas. Nesse caso, é possível buscar a versão tetravalente.

Além das vacinas, o Dia D conta com ampla divulgação sobre a gripe em si. Em cada estado, é possível que shoppings, estações de metrô e outros locais também ofereçam doses contra o vírus influenza.

Essa data especial é firmada bastante tempo antes do inverno – quando os casos da doença aumentam naturalmente – justamente para dar tempo de vacina surtir efeito.

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/dia-d-da-campanha-de-vacina-contra-gripe-de-2019-acontece-neste-sabado/

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03 maio
By: Blog SIAS 0

Receita recebe IR de quem não entregou no prazo

Os contribuintes que perderam o prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda das Pessoas Físicas 2019 podem enviar o documento a partir de hoje (2).

O contribuinte é multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor. Não será preciso baixar um novo programa. O próprio sistema fará a atualização dos valores na hora de imprimir a guia.

A Receita Federal recebeu até 30 de abril, último dia do prazo de entrega, 30.677.080 de declarações, crescimento de 4,8% em relação ao ano passado. De acordo com o Fisco, a causa provável para o aumento é que mais contribuintes resolveram entregar a declaração dentro do prazo este ano.

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2019, ano base 2018, está disponível no site da Receita Federal. Também é possível preencher e enviar o documento por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

Restituições
O pagamento das restituições começa em 17 de junho e vai até 16 de dezembro, em sete lotes mensais. Quanto antes o contribuinte tiver entregado a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo será ressarcido. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

Extrato
Segundo a Receita, o contribuinte pode acompanhar o processamento da declaração no serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita. Por meio do extrato, é possível verificar pendências e fazer uma declaração retificadora para evitar cair na malha fina.

Neste ano, está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2018, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2018, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados do contrato de venda.

Fonte: Agência Brasil

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22 mar
By: Blog SIAS 0

Como economizar até R$ 500,00 por mês?

Está difícil fazer o dinheiro durar o mês inteiro? Pode parecer impossível … e, na maioria das vezes, é quase isso! Mas, geralmente, o que ocorre é que estamos tão acostumados com alguns tipos de gastos que nem cogitamos a possibilidade de ‘cortá-los’. Por isso, vamos fazer um exercício aqui para que você consiga economizar pelo menos R$ 500 por mês!

Como você pode imaginar, para conseguir este nosso objetivo, vamos ter que deixar de gastar, o que é uma maneira bonita de dizer que vamos eliminar despesas e comprar menos. Aqui vão algumas dicas:

1. Troque o seu carro por outro, “um nível abaixo” do atual
Sim, isso vai ser ‘dolorido’, mas é de grande ajuda para o seu orçamento. Já falamos várias vezes aqui que carro não é investimento e que, além do custo do automóvel em si, há uma série de outros gastos associados: IPVA, seguro, manutenção, combustível, etc.
Não estamos pedindo para você vender o seu automóvel e só andar de transporte público (o que seria realmente interessante, mas pouco viável em muitos casos). O que queremos é somente que você ‘desça um degrau’ e use um carro mais simples.
Por exemplo, se você tem um carro que vale hoje R$ 50.000, que tal trocá-lo por outro mais simples que custe R$ 40.000? Isso dá uma economia de R$ 10.000! Considerando que o carro será trocado a cada 4 anos, a economia anual é de R$ 2.500, em uma conta bastante simplista.
Temos que somar ainda a economia adicional nos impostos e seguro, estimados em cerca de R$ 350 por ano.
Chegamos a R$ 2.850 por ano … ou R$ 237,50 por mês.

2. Corte o plano de TV a cabo
Como? Ficar sem assistir aquele seriado preferido? Ok, não prometi nada 100% agradável … mas ninguém vai se matar com este tipo de corte. Afinal, em vez de ficar parado na frente da TV, não é melhor fazer um exercício ou ler um livro?
E também não precisa eliminar totalmente o seu plano de TV a cabo. Mas troque-o pelo pacote mais simples, o que já vai lhe proporcionar um bom número de canais de entretenimento. E, já que estamos radicalizando, aproveite para diminuir também um pouco o seu plano de internet!
Com tudo isso, uma redução de cerca de R$ 80,00 mensais é totalmente viável!

3. Diminua o número de “cafés gourmet”
Tomar aquele cafezinho expresso depois do almoço está virando quase uma atividade obrigatória, ainda mais estando junto com os seus colegas de trabalho. Não sei se todos os cafés são ‘gourmet’, mas o preço deles certamente o são: podem chegar facilmente a valores acima de R$ 4,00!
Supondo que você tome um destes a cada dia de trabalho, temos 20 por mês. Digamos que você consiga diminuir este número à metade: a economia seria de R$ 40,00 por mês!

4. Não troque o seu telefone (‘smartphone’) por outro mais moderno
Este caso é bem parecido com o do carro, a diferença é que talvez não valha trocar o seu atual telefone, já que o aparelho usado tem um valor muito baixo na hora da revenda.
Mas, se você está pensando em comprar aquele último lançamento de ‘smartphone’ que tem 1001 utilidades, lembre-se que quem tem que ser ‘smart’ é você: o seu telefone pode ser um pouco mais ‘burro’.
Só evitando este gasto você pode economizar no mínimo uns R$1.500. Considerando que esta nova compra é feita a cada 2 anos, a economia anual é de R$ 750 … ou R$ 62,50 mensais.
E aproveite também para rever o seu plano de telefonia, principalmente no quesito conexão à internet que costuma encarecer bastante o valor a ser pago. Dá para economizar facilmente cerca de R$ 40,00 por mês com alguns sacrifícios a mais.

5. Comer fora? Escolha bem a ocasião
Atualmente o custo de se fazer uma refeição em restaurantes, principalmente nas grades cidades, está cada vez mais alto. Sem contar o valor que normalmente você vai gastar com o estacionamento (o famoso ‘vallet service’) no próprio local.
Um jantar a dois em um restaurante razoável dificilmente sairá por menos de R$ 60,00 por pessoa.
Não estamos pedindo muito: deixando de ir somente uma vez a menos, você já terá a economia de R$ 60,00 por mês!

6. Totalizando tudo
Somando todas as economias, chegamos a R$ 520,00 por mês! Muito bom, certo? E tenho a certeza de que se você pensar em outros possíveis cortes, é fácil chegar a R$ 1.000,00 mensais.
Bem, pode ser que nem todos os casos acima se aplicam a você. Ou, então, você pode ser aquela pessoa que já economiza normalmente e consegue poupar algum valor todo mês. Ainda assim, não deixe de sempre buscar maneiras de gastar bem. Afinal, “despesas são como unhas, temos sempre que cortá-las, senão, elas crescem”.

Fonte: Blog Minhas Economias

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22 mar
By: Blog SIAS 0

1º emprego: como economizar para realizar sonhos

O tão sonhado primeiro emprego chegou. Ele é o primeiro contato dos jovens com o dinheiro por meio do trabalho e não mais de mesadas ou extras recebidos de familiares para curtir o final de semana.

É comum que o primeiro salário seja destinado para a compra de algum “sonho de consumo”, como um tênis da moda ou aquela viagem no feriado com os amigos, mas é essencial que após fazer essa extravagância seja feito um planejamento para os próximos salários e para que este tipo de atitude não vire rotina ou uma forma de recompensa por ter trabalhado duro durante o período.

Para realizar seus sonhos no futuro é preciso focar e planejar desde o primeiro emprego e pra isso a Boa Vista preparou algumas dicas para você cuidar do seu dinheiro e curtir a vida numa Boa.

1. Não gaste mais do que ganha
Pode parecer óbvio, mas junto com o primeiro emprego, chega também a abertura de uma conta corrente e linhas de crédito (cartões de crédito, crediários, empréstimos etc.). É importante manter os pés no chão e não se enrolar gastando o saldo da conta e os limites de crédito.

2. Coloque tudo no “papel”
Coloque no papel ou planilha todos os seus rendimentos e todos os gastos, desde o pagamento da fatura do cartão até o docinho após o almoço. O celular pode ser um aliado, pois fica mais fácil anotar tudo com algo que está sempre à mão. Para ajudar nessa tarefa, você pode consultar nosso modelo de planilha do orçamento doméstico.

3. Invista em educação
Para crescer na carreira, conquistar cargos e salários maiores, o ideal é investir parte do salário em cursos que possam agregar ao seu currículo, como: idiomas, graduação, intercâmbios e profissionalizantes. O resultado costuma aparecer a médio ou longo prazo e o conhecimento adquirido permanecerá durante toda a carreira, diferentemente de um item comprado que depois de um tempo sofre desvalorização.

4. Crie o hábito de investir parte do salário
A vantagem de quem está ingressando no mercado de trabalho é a ausência de hábitos ruins para o bolso neste momento. Um erro comum é achar que se deve guardar apenas o que “sobra” do salário; o ideal é programar um valor fixo que deve ser depositado mensalmente. É possível deixar programado para que o valor seja debitado automaticamente em sua conta corrente.

5. Estabeleça metas
Seja aquela viagem de férias dos sonhos, um intercâmbio para o exterior ou um carro novo, estabelecer metas pode ajudar para que você se programe. Faça cotações e veja quanto é preciso guardar todos os meses para conquistar o que quer.

6. Reserva de emergência
Destine uma parte do que receber para uma poupança de emergência. É uma forma de conseguir agir com mais tranquilidade em eventuais problemas que possam surgir, como: perder o emprego, gastos extras com saúde ou roubo.

7. Tipos de aplicações financeiras
Buscar informações sobre as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, faz parte da sua educação financeira e da meta de construir um patrimônio a médio ou longo prazo.

 

Fonte: Blog Consumidor Positivo

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