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PREPARAÇÃO PARA APOSENTADORIA: JÁ PENSOU NO PÓS-CARREIRA?

terça-feira, 29 de junho de 2010

 

Há 32 milhões de brasileiros com expectativa de vida acima dos 80 anos. Saiba como se preparar para uma vida profissional mais longa!

 

As pessoas estão vivendo mais. Dados do IBGE mostram que a expectativa de vida do brasileiro é de 73 anos. Mas estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revela que há um contingente de 32 milhões de brasileiros que vivem acima disso. Nesse grupo, a expectativa para os homens é de 81,9 anos e para as mulheres, de 87,2 anos.

É bem provável que você faça parte dessa população mais longeva, já que o levantamento da UFRJ mostra que esses brasileiros pertencem às classes A, B e C, têm emprego formal e vivem principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Essa constatação aponta para uma nova realidade: as pessoas terão de trabalhar mais anos para se sustentar.

A questão mais importante é: trabalhar onde e fazendo o quê? Muitos especialistas em carreira revelam que o tempo de permanência nas empresas está se tornando cada vez mais curto. “Quando o profissional se aproxima dos 45 anos, se transforma em um dos principais alvos de cortes”, diz Matilde Berna, diretora de transição de carreira da consultoria Right Management. Some as duas informações — maior longevidade e menor tempo de carreira no mercado corporativo — e o resultado são dez, 15 ou 20 anos de carreira pouco planejados pela maioria dos profissionais.

“O fenômeno da longevidade impõe desafios e a solução está no planejamento”, diz Julio Sergio Cardozo, que hoje atua como consultor de carreira, depois de se aposentar há dois anos como presidente para a América Latina da Ernst & Young.

Quando um profissional deve começar a se preparar para enfrentar esse cenário? “Desde cedo, se possível, logo que se conquista o primeiro emprego”, aconselha. Pode parecer precipitado alguém que mal saiu da faculdade já pensar no que deseja fazer daqui a dez ou 15 anos, mas planejar é importante para evitar armadilhas no futuro. “Aquela ideia de emprego para a vida toda já era. É imprescindível estar preparado para mudanças frequentes”, diz Matilde.

Opções é o que não faltam para quem se planeja. Desde abrir um negócio próprio, atuar em ONGs, dar aula, virar consultor e até ser coach de executivos. O importante, segundo Julio Sergio, é não deixar a escolha para os 45 minutos do segundo tempo. “Após traçar uma estratégia de segunda carreira para o momento de ruptura com o trabalho atual, o ideal é colocá-la em prática, pelo menos, cinco anos antes de sair de cena”, diz. Falar sobre planejamento num mercado de trabalho dinâmico é complicado.

Hoje em dia, a pessoa não sabe ao certo quantos empregos terá na vida nem quanto tempo ficará no mesmo cargo. Mesmo assim, fazer uma lista de objetivos de curto, médio e longo prazo sempre ajuda a tomar decisões de carreira e verificar a que distância está de seus sonhos. Na hora de planejar, defina o que deseja fazer ao longo da carreira, onde imagina estar, com quanto dinheiro pretende viver. Essas questões são essenciais para estabelecer a direção que vai ser dada à vida profissional. Como o mundo muda cada vez mais rápido, revisar esse plano periodicamente é fundamental. “Faça um balanço dos resultados para avaliar o que deu certo e corrigir o que não funcionou”, recomenda Julio Sergio.

 

A chave é poupar

 

Para o administrador de empresas Albert Sales, de 30 anos, gerente de vendas da XRM Global, empresa de tecnologia, cuidar do presente de olho no futuro sempre foi uma preocupação. Sua estratégia é poupar muito e investir o dinheiro para ter maior autonomia para decidir sobre os rumos na profissão. Albert pensa assim desde que começou a trabalhar, aos 15 anos, numa concessionária de carros. Poupando, conseguiu estudar inglês no Canadá e acaba de se matricular em um MBA na Business School São Paulo. O objetivo é dar aulas quando deixar o mundo das empresas. “Esse é o momento de ganhar bagagem, e lá na frente colocar em prática meu projeto de pós-carreira”, diz Albert, que ainda pretende fazer mestrado. Em paralelo, ele investe 10% de sua renda num plano de previdência privada, recursos que servirão para a aposentadoria.

Para Fábio Celeguim, de 37 anos, diretor financeiro da Subway Link, empresa da área de tevê corporativa, a necessidade de pensar na segunda carreira apareceu quando ele presenciou uma demissão coletiva na empresa em que trabalhava. Fábio tinha apenas 27 anos, mas sentiu a necessidade de se preparar para possíveis problemas ao longo da vida. “Ao descobrir a diferença entre emprego e carreira, vi que não podia deixar minha vida na mão das empresas”, revela. Foi assim que decidiu desenhar um plano constituído de três etapas: dos 25 aos 35 anos, dos 35 aos 45 anos e dos 45 aos 50 anos. Em cada uma delas, há metas como o MBA que está terminando.

Fábio também não se esquece de ampliar seus contatos que o ajudarão a concretizar outra meta para a hora de pendurar as chuteiras — atuar em conselho consultivo ou de administração. Para chegar lá, o diretor financeiro reserva 15% do salário para aplicar na bolsa e em fundos de ações destinados a aposentadoria. Ele também possui plano de previdência, um só para ele e a mulher e outros para os filhos. “Procurei ter uma estratégia cuidadosamente planejada ao construir uma carreira sólida e uma base financeira suficiente para garantir um futuro sem sustos”, afirma Fábio.

Fazer uma boa poupança é fundamental para ter independência financeira e fazer escolhas profissionais mais ousadas. Quem começa a investir mais cedo tem um horizonte maior para poupar com menor esforço. “Quanto mais tarde o investidor começar a acumular, maior parte do salário terá de direcionar para a poupança”, diz Alexandre Assaf, especialista em finanças e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.

Aconselha-se que pelo menos 10% do salário seja guardado. Mas, segundo Alexandre, quando se chega aos 40 é recomendável aumentar o máximo possível o valor a ser poupado. “Se puder, guarde 30% do salário.” Lá pelos 50 anos, recomenda-se tirar o pé do acelerador. Essa é uma fase de privilegiar investimentos menos ousados, como renda fixa e poupança, e deixar o risco de lado. “A exposição a investimentos em renda variável deve cair à medida que o tempo passa e a capacidade de recuperar eventuais desvalorizações fica menor”, diz Carolina Mazza, da consultoria Mercer.

Outra dica é adotar um orçamento doméstico em que haja controle diário, mensal e anual dos gastos. É uma estratégia interessante para quem quer chegar lá tranquilo. Agora, se você não tem disciplina para administrar seu dinheiro, a opção são os planos de previdência complementar.

Se ainda não deu o primeiro passo, acorde para a realidade e tenha uma aposentadoria de qualidade, sem sobressaltos. Ter consciência de que quanto mais cedo, melhor vai garantir a saída de cena menos traumática. Para isso é preciso não pensar apenas nas finanças, em ter um plano de previdência que garanta manter o mesmo padrão de vida. Acima de tudo, é imprescindível criar um propósito para quando você deixar o dia a dia na empresa. Esse momento pode vir antes do que foi imaginado.

 

Fonte: Revista Você S/A, edição no 142

Os produtos e serviços oferecidos pela Entidade

terça-feira, 29 de junho de 2010

 A SIAS é uma entidade sem fins lucrativos, que atua há 31 anos administrando a previdência complementar dos servidores do IBGE e de seus empregados. Hoje, a SIAS administra dois Planos de Benefícios:

1 – Plano Previdenciário Suplementar à Previdência Social (CLT)

2 – Plano de Benefícios Suplementar ao Regime Jurídico Único (RJU)

Para oferecer os benefícios que o Regime Jurídico Único não supriu, a SIAS criou o Plano RJU em abril de 1991, contemplando os benefícios discriminados a seguir:

Modalidade

Benefício

Contribuição (1)

Suplementação da Aposentadoria por Invalidez Proporcional e reversão em Pensão

Diferença entre o SRB* e o percentual (do SRB) que o RJU concedeu  na Portaria D.O.U.

0,96%

Pecúlio por Morte com Capital Pleno

10 vezes o SRB*

1,36%

Pecúlio por Morte com Capital Reduzido

5 vezes o SRB*

0,68%

*Salário Real de Benefício: Soma das rubricas sobre as quais incidem contribuição para o P.S.S. – Plano de Seguridade Social do R.J.U (referente ao mês precedente à invalidez)

(1) Taxa de Contribuição em relação ao Salário Real de Benefício em conformidade com o Regulamento, sujeito a avaliações periódicas anuais, conforme o disposto na Seção IV – Plano de Custeio (Regulamento do Plano RJU).

Hoje, mais de 1.000 famílias recebem suplementação de seus benefícios, pagos mensalmente pela SIAS na forma de complementações de aposentadorias e pensões. Além disso, 9.143 servidores contribuem mensalmente para benefícios do Plano RJU, conforme a tabela abaixo:
 

Serviços assistenciais

A SIAS, na figura de estipulante, oferece serviços aos participantes e dependentes através de contratos firmados com operadoras de plano médico hospitalar, odontológico, emergências médicas e seguro de pessoas (vida).

Conheça um pouco mais sobre cada serviço:

Plano Médico Hospitalar

Operadora: Unimed-Rio

Início do Contrato: 01 de agosto de 2005

Aprox.         12.000 participantes.         
 

Elegibilidade:

Participante SIAS (ativos e assistidos).

Titulares: Servidores ativos e inativos do IBGE, pensionistas/servidores assistidos e empregados SIAS.

Dependentes:  

Naturais: Cônjuge, companheiro(a), filhos (as) solteiros(as) até 24 anos e filhos inválidos sem limite. Equiparam-se a situação dos filhos os enteados, tutelados ou menores sob guarda.

Agregados: filhos maiores de 24 anos, a mãe e os netos, desde que com dependência comprovada no IR.

Características:

  • Contrato por Adesão;
  • 60 dias para inclusão (sem carência), para os novos contratados;
  • Atendimento do tipo ambulatorial e hospitalar;
  • Rede referenciada com Abrangência Nacional;
  • Coberturas, exclusões e limites de acordo com a ANS (Lei 9.656/98);
  • Aniversário do contrato agosto/2010.

 

Vantagens:

  • Não há custo de adesão;
  • Custos competitivos – cobrados por faixa etária;
  • 5 (cinco) anos de plano grátis para os dependentes naturais em caso de falecimento do titular;
  • Seguro de vida. Capital de R$ 1.203,65.
  • Contratação por adesão.
  • Pós-pagamento – o pagamento da mensalidade ocorre 35 dias após o mês de cobertura. Ex. mensalidade de junho-10, pagamento em 05/07/10.
  • Atendimento Personalizado:

 

Plano Odontológico

Operadora: Uniodonto Leste Fluminense

Início do Contrato: 01 de dezembro de 2006

Aprox.         8.000 participantes.

 

Elegibilidade:

Participante SIAS (ativos e assistidos).

Titulares: Servidores ativos e inativos do IBGE, pensionistas/servidores assistidos e empregados SIAS.

Dependentes:  

Naturais: Cônjuge, companheiro(a), filhos (as) solteiros(as) até 24 anos e filhos inválidos sem limite. Equiparam-se a situação dos filhos os enteados, tutelados ou menores sob guarda.

Agregados: filhos maiores de 24 anos, a mãe e os netos, desde que com dependência comprovada no IR.

Características:

  • Contrato por Adesão;
  • 90 dias para inclusão (sem carência);
  • Atendimento realizado nos consultório dos Cirurgiões Dentistas Cooperados;
  • Rede referenciada com Abrangência Nacional;
  • Coberturas, exclusões e limites de acordo com a ANS (Lei 9.656/98);
  • Aniversário do contrato junho/2010.

 

Emergências Médicas

Operadora: B.E.M – Bandeirante Guanabara Emergências Médicas Ltda

Início do Contrato: 30 de junho 2003

Aprox.        3.000 participantes.

 
Elegibilidade:

Participante SIAS (ativos e assistidos).

Titulares: Servidores ativos e inativos do IBGE, pensionistas/servidores assistidos e empregados SIAS.

Dependentes:  

Naturais: Cônjuge, companheiro(a), filhos (as) solteiros(as) até 24 anos e filhos inválidos sem limite. Equiparam-se a situação dos filhos os enteados, tutelados ou menores sob guarda.

Agregados: filhos maiores de 24 anos, a mãe e os netos, desde que com dependência comprovada no IR.

Características:

  • Contrato por Adesão;
  • Rede referenciada com Abrangência Nacional.

 

Vantagens:

  • Serviço de Emergência Médica Domiciliar,
  • Transporte e/ou Remoção Aero Terrestre (domiciliar/hospitalar);
  • Equipes de socorro treinadas nas próprias UTI´s móveis;
  • Orientação Médica Telefônica.

 

Seguro de Pessoas

Operadora: Bradesco Vida e Previdência

Início do Contrato: novembro de 2004

Aprox.         4.000 participantes.

 

Elegibilidade:

Participante SIAS (ativos e assistidos).

Limite de idade para adesão ao Seguro de Pessoas (Vida):

Idade mínima 14 (quatorze) anos

Idade máxima 65 (sessenta e cinco) anos

 

Características:

  • A(s) cobertura(s) prevista(s) nas Cláusulas Complementares do Seguro é(são) válida(s) para Sinistro ocorrido em qualquer parte do globo terrestre.
  • Garantias e indenizações previstas no Seguro de Pessoas (Vida) em Grupo da Bradesco Seguros.

ENTREVISTA: Alexandre Espírito Santo

terça-feira, 29 de junho de 2010

 

Confira a entrevista com o Mestre em Economia e MBA em Finanças Alexandre Espírito Santo, que traça um panorama financeiro do Brasil frente à crise europeia em ano de Copa do Mundo e Eleições.

Alexandre Espírito Santo é diretor do curso de Relações Internacionais da ESPM-RJ e professor de Finanças, Derivativos e Macroeconomia. Atua há 25 anos no mercado financeiro e é articulista do Jornal Valor Econômico.

Como você define a economia brasileira nesse momento pós-crise dos EUA e diante da crise da Grécia e Portugal?

 O Brasil vive um ótimo momento, inclusive no âmbito das relações internacionais! Pela primeira vez em muitos anos a economia se encontra fortalecida, numa situação de crise internacional. Já havíamos passado relativamente bem quando eclodiu o imbróglio das subprimes, que pegou o mundo desenvolvido em cheio, causando recessões nesses países. Aqui a recessão foi branda, face às políticas anticíclicas que o governo brasileiro adotou para mitigar os efeitos da crise. Agora, além do nível confortável de reservas internacionais (mais de U$ 250 bi), o país apresenta uma perspectiva de crescimento econômico bastante forte, puxada, sobretudo, pela pujança do nosso mercado interno. Sendo assim, somente uma situação de débâcle generalizada na Europa, que não acredito que venha a ocorrer, poderia nos atrapalhar de forma efetiva.

 

Que consequências a crise na Europa pode trazer para o nosso País?

O que essa crise europeia nos mostra de mais evidente é que os países que não possuem responsabilidade fiscal irão pagar a conta mais cedo ou mais tarde. Os países integrantes da zona do euro possuem disciplina monetária, dada pelo BCE (Banco Central Europeu), mas não fiscal. Cada país trata essa questão de uma forma, e, por causa da crise das subprimes, elevaram seus gastos a níveis insuportáveis. Com a recessão que os acometeu, a arrecadação se reduziu, o que agravou ainda mais os desequilíbrios, colocando em risco a própria moeda única (Euro). Não creio que o Brasil possa ser afetado de forma significativa. Certamente venderemos menos para a Europa, mas isso não será o fim do mundo. Todavia faço um alerta: nosso país deve fazer seu dever de casa, reduzindo despesas correntes. Isso é, a meu juízo, imperativo. O rigor fiscal precisa ser restabelecido, para continuarmos desfrutando dessa boa imagem junto à comunidade financeira internacional.

 

O que o brasileiro deve esperar de um ano de Copa do Mundo e Eleições sob a perspectiva financeira?

Sempre dizem que o ano no Brasil só começa mesmo depois do Carnaval. Em ano de Copa do Mundo isso vai adiante. O problema é que 2010, além da Copa, tem as eleições, o que paralisa o congresso nacional. De qualquer forma, nesse ano a economia deve crescer algo em torno de 6%, um pouco mais, talvez. As perspectivas são boas, portanto. O chato é que esse crescimento provocou um efeito colateral: a elevação da inflação. Assim o banco central, que tem uma meta para cumprir, teve que subir os juros SELIC (e vão subir mais).  Minha dúvida é se conseguiremos manter o ritmo de crescimento em 2011. O Brasil, além da questão fiscal que precisa ser reequilibrada, voltou a apresentar déficits em conta corrente no balanço de pagamentos muito grandes, o que é muito ruim. A taxa de câmbio está nitidamente errada. Para que o Real se deprecie os juros precisarão cair em 2011. Isso não é fácil! Não dá pra reduzir juros na base do porrete. Esse será um dos grandes desafios do novo governo, que assumirá em 2011.

Renda fixa e renda variável: como investir?

terça-feira, 29 de junho de 2010

  

Para vocês que já se preocupam com futuro, chegou a hora de conhecer alternativas interessantes que podem mudar suas vidas a partir de agora. A empresa Capital Investor, que atua no ramo de assessoria e educação financeira, irá nos auxiliar com as alternativas descritas abaixo.

Vamos começar traçando um paralelo de características, vantagens e desvantagens entre investimentos em renda fixa e variável.

Renda fixa: forma de aplicação onde o investidor, antes de começar a investir, sabe aproximadamente qual a rentabilidade esperada. Caracteriza-se por baixos riscos, porém, baixas rentabilidades. São exemplos de renda fixa: Poupança e CDB.

A fatia da renda fixa é a forma de investimento mais popular do Brasil. Suas opções de investimentos são conhecidas por grande parte da população. Desde a tradicional, segura e pouco rentável poupança até os fundos de CDBs. Na caderneta de poupança a rentabilidade máxima alcançada em 2009 foi de 6,9% durante o período. Porém, existem outros tipos de investimentos com o mesmo nível de segurança que possuem rentabilidade superior aos investimentos tradicionais. Uma dessas opções são os Títulos Públicos do Tesouro Nacional ou Letras do Tesouro. Quando uma pessoa compra um título público, está emprestando dinheiro ao governo, que pode financiar suas atividades como educação, saúde e infra-estrutura. Esses títulos possuem uma data de vencimento, que significa o dia que o governo pagará ao investidor o dinheiro que ele aplicou acrescido da taxa de juros. Outra característica é que podemos vender estes títulos toda quarta-feira. O Governo recompra e paga o seu valor de mercado com a rentabilidade do período em que ficou aplicado. O valor mínimo para comprar títulos públicos é de aproximadamente R$ 200. Seguem, abaixo, alguns exemplos de letras do tesouro e suas respectivas rentabilidades. Podemos perceber a superioridade em relação à rentabilidade da poupança:

- Título: LTN              Vencimento: 01/01/2013      Rentabilidade: 12,40% a.a

- Título: NTN-B          Vencimento: 15/08/2012      Rentabilidade: IPCA + 6,84% a.a

Renda variável: pode combinar diversas formas de aplicações que basicamente variam de acordo com a oferta e demanda destes títulos. Caracteriza-se por riscos mais elevados e, consequentemente, maiores prêmios. São exemplos de renda variável: compra e venda de ações ou cotas de fundos e clubes de investimentos.

Em relação à renda variável, existem diversas opções de aplicações. Pode-se investir de forma coletiva através de fundos e clubes de investimentos ou de maneira individual, comprando diretamente ações. Mas, devido aos riscos envolvidos, é recomendável iniciar somente após adquirir conhecimentos sólidos sobre o assunto. Tais conhecimentos são importantes para ajudar na tomada de decisões, gerenciamento de riscos e elaboração de estratégias. Nessa modalidade é recomendável começar investindo em empresas e setores sólidos que garantam bons retornos no médio e longo prazo.

Onde investir?

Recomendamos a todos os nossos investidores que a diversificação de carteira garante às suas aplicações rentabilidades de acordo com o perfil desejado, tornando vencedora a estratégia no médio e longo prazo.

Como fazer?

É possível fazer uma combinação dividindo seu capital em várias fatias e alocá-lo entre renda fixa e variável de acordo com o seu perfil. Para os conservadores, que preferem uma rentabilidade mais baixa em troca de segurança e pouca oscilação do seu capital, pode-se começar distribuindo 80% na renda fixa e 20% na renda variável. Já os investidores com perfil moderado, que aceitam correr algum tipo de risco em busca de uma rentabilidade maior, uma boa distribuição é algo em torno de 60% na renda fixa e 40% na renda variável. Finalmente, para os investidores com perfil mais agressivo, que não possuem barreiras em relação a riscos e buscam maiores ganhos, uma boa distribuição inicial é algo em torno de 20% na renda fixa e 80% na renda variável.  Essa distribuição pode ser ajustada com o passar dos anos e de acordo com os resultados obtidos. Pode-se migrar parte dos ganhos na renda variável para renda fixa e vice-versa.

Disponibilizamos um link com um simulador para que você possa elaborar uma carteira diversificada entre renda fixa e renda variável de acordo com o seu perfil. Clique e veja como seria a evolução de seus investimentos baseados nos resultados de ações e títulos públicos de quatro anos atrás.

>>Simulador

Quando falamos de investimentos, grande parte das pessoas tem conhecimentos limitados sobre as opções e características tanto da renda fixa quanto da renda variável. Investir de maneira correta não tira seu sono e garante um futuro mais próspero e seguro para você. Por isso, é fundamental aprimorar sua educação financeira. Participe de palestras gratuitas e cursos que auxiliam os investidores a ingressar nos diversos tipos de mercado.

Bons investimentos!

Fonte: wwww.capitalinvestor.com.br 

Leia nestas férias!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Curso “Aprenda a Investir na Bolsa de Valores”

Público-alvo: recomendado para pessoas iniciantes que pretendem ter uma visão completa de como iniciar os seus investimentos diretamente na Bolsa de Valores.

Conteúdo: o curso aborda definições básicas e jargões do mercado, explica as responsabilidades de todos os participantes do mercado, demonstra as diferenças entre os métodos de análise de ações (fundamentalista e grafista), exemplifica a compra e venda de ações através do Home Broker, explica as diferentes operações que podem ser realizadas na Bolsa e a tributação sobre cada uma delas.

 

Curso “Análise Gráfica”

Público-alvo: recomendado para pessoas de conhecimento intermediário.

Conteúdo: o curso demonstra aos participantes como entender o mercado acionário através da análise técnica e ensina as principais ferramentas gráficas e técnicas existentes (formações gráficas, médias móveis, resistências e suporte, rastreadores e osciladores de mercado). Ao final do curso o participante estará apto a entender e analisar as principais técnicas utilizadas por profissionais de mercado, podendo encontrar os melhores pontos de compra e venda dos ativos, buscando sempre uma melhor relação risco x retorno.

 

Para informações sobre inscrições, acesse o site www.capitalinvestor.com.br, envie um e-mail para cursos@capitalinvestor.com.br ou ligue (21) 3282-3721.

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