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News Categories: Educação Financeira

11 jan
By: Blog SIAS 0

Como diminuir os gastos com plano de celular

As resoluções de 2019 já começaram: mudar de emprego, viajar, encontrar um novo amor, e, é claro, economizar pra ter mais dinheiro ao fim de cada mês. Mas são tantas contas pra pagar que, sentimos dizer, não adianta apenas usar roupa amarela na noite da virada pra conseguir organizar as finanças.

Mas não desanima, porque “yes, you can”! Vamos te mostrar como diminuir seus gastos com plano de celular, com sete dicas fáceis de serem seguidas e que fazem toda a diferença no seu orçamento. Dá pra começar agora mesmo a economizar!

Agora vamos ao que interessa: as nossas dicas preciosas de como diminuir seus gastos com plano de celular e conseguir poupar, pelo menos um pouco. É mais simples do que parece e dá pra economizar com os planos de todas as pessoas da casa – e até com outros serviços de telecomunicação.

1. Entenda qual o seu perfil de utilização
É heavy user de celular ou usa apenas de vez em quando? Compreender a maneira como você utiliza o telefone faz toda a diferença na hora de contratar o plano.

Se você é daqueles que não despluga um segundo e fica o tempo todo conectado e em contato com outras pessoas, é melhor buscar ofertas com um bom pacote de dados. Pra aqueles que falam muito, ter uma oferta com ligações ilimitadas é essencial.

Mas se, por outro lado, você não usa tanto assim o telefone, uma oferta mais básica pode te atender perfeitamente.

Uma boa maneira de observar isso é analisar o seu consumo nos últimos três meses.Procure as contas dos meses anteriores e confira no histórico quanto da franquia atual do seu plano você consumiu em internet, ligações e até SMS.

Se você usa pouco do seu pacote, talvez seja melhor trocar por um plano menor e mais barato. Porém, se você sempre ultrapassa a franquia e contrata pacotes adicionais, vale procurar uma oferta maior ou reduzir seu consumo.

Lembre-se: você tem que economizar, mas o plano também precisa atender às suas demandas.

2. Compare preços
Essa dica é fundamental não apenas pra quem quer saber como diminuir seus gastos com plano de celular, mas pra qualquer pessoa que vai comprar um bem ou contratar um serviço.

As ofertas de telefonia estão com condições cada vez mais semelhantes, como ligações ilimitadas e acesso grátis a diferentes aplicativos.

Compare os planos disponíveis na sua região e escolha o que tenha o melhor custo-benefício. Ou seja, tenha um bom preço, com boa disponibilidade de sinal e com entrega total dos serviços prometidos pela empresa.

No site Melhor Plano, por exemplo, você consegue comparar as ofertas de cada operadora ou de todas ao mesmo tempo para encontrar o pacote de serviços ideal.

3. Aproveite as promoções das operadoras
As operadoras estão sempre lançando promoções especiais, especialmente para os novos clientes. Fique atento às ofertas e também às suas condições. Pode ser uma excelente oportunidade pra trocar de plano e ainda economizar.

Mas, cuidado: não contrate no impulso da promoção. Compare o plano com ofertas de outras operadoras e calcule todos os custos pra saber se o bônus vale a pena.

4. Fique de olho na cláusula de fidelidade
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autoriza as empresas de telefonia a estabelecerem cláusulas de fidelidade quando o cliente contrata uma oferta especial, que justifique tal prática.

Se você está pensando em trocar seu plano de celular ou mesmo contratar uma promoção, é bom ficar de olho nesse detalhe. Verifique qual o tempo de fidelização estabelecido pela operadora e qual o valor da multa, em caso de quebra de contrato.

Pra quem vai migrar pra uma marca diferente, é bom avaliar quanto será necessário pagar e, dependendo do valor, esperar o período passar pra contratar outra oferta.

Só mude o plano se a quantia total que será economizada for maior do que a multa cobrada pela operadora atual e essa economia realmente valer a pena a longo prazo.

5. Se tiver pré-pago anote as recargas pra saber o gasto mensal
Quem tem telefone pré-pago, normalmente, opta por esse tipo de plano com a intenção de gastar menos com o uso do telefone. Mas nem sempre esse modelo representa uma economia real, já que o custo dos serviços (minuto de ligação, dados de internet, etc.) costuma ser mais alto do que nos planos pós-pagos.

Por isso, para saber se o plano realmente vale a pena, avalie quanto de recarga você faz por mês e se é suficiente para utilizar seu celular de forma plena durante todo o período.

Caso esteja ficando sem telefone antes do mês acabar ou recarregando a linha várias vezes, chegou a hora de considerar a contratação de um plano pós-pago ou controle.

6. Ficar atenção a promoções de plano + aparelho
Muitas operadoras oferecem desconto em aparelhos se o cliente contratar um plano maior. Antes de embarcar nessa oferta, veja o valor do celular em outras lojas e também o custo do plano que melhor te atende.

Como os planos desse tipo de oferta costumam ser os mais caros, você pode estar gastando mais dinheiro do que o necessário.

7. Considere contratar um plano família
O plano família também é uma solução de como diminuir seus gastos com celular, já que os minutos e os dados são compartilhados. O preço por dependente é bastante atrativo e dá pra poupar uma grana contratando o pacote adequado.

Porém, fique atento se os benefícios do plano são pra todo mundo. Alguns pacotes oferecem vantagens apenas pro titular da conta, enquanto as linhas adicionais são mais limitadas.

Dê preferência a operadoras que permitem compartilhar internet e minutos entre as linhas do plano.

Fonte: Guia Bolso

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11 jan
By: Blog SIAS 0

Comprar usando cartão de crédito pode sair caro!

Comprar barato pode sair caro quando você não tiver condições de pagar e acabar caindo na armadilha da dívida no cartão de crédito. Conheça a história de Estela.

Estela nunca conseguiu poupar dinheiro. Simplesmente gastava todo o salário, mas, ao menos, não tinha dívidas. Certo dia, resolveu passear no shopping e não acreditou no que viu: o vestido que tanto queria estava em promoção, de R$ 400 por apenas R$ 100.

– É uma oportunidade que não posso perder! – pensou ela.

Abriu a bolsa, pegou a carteira e procurou por dinheiro. Ela tinha somente R$ 20, mas tinha um cartão de crédito, que ela não usava há tempos. O banco havia oferecido o cartão com anuidade gratuita como benefício do pacote de serviços de sua conta.

– Trata-se de uma emergência. Vou pagar o vestido no cartão, deixo de comprar alguma coisa durante o mês e, com esta economia, pago a fatura do cartão que vence só no próximo mês. – falou para si mesma.
Feliz da vida, Estela saiu da loja com o vestido que tanto queria. O problema foi que, um mês depois, ela não economizou dinheiro algum e deixou de pagar a fatura do cartão, sem refletir sobre as sérias consequências deste ato.

Ao deixar de pagar a fatura do cartão de crédito, Estela terá de arcar com os seguintes custos:

Multa
O valor da multa por atraso é de 2% sobre o valor devido, conforme taxa máxima prevista no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Assim, Estela terá de pagar R$ 2,00. Vale destacar que os 2% são cobrados independentemente do prazo de pagamento. Assim, se Estela atrasar 1 ou 30 dias, o valor da multa é o mesmo.

Juros de mora
São os juros devidos por atraso no pagamento, sendo o limite de 1% ao mês e podem ser cobrados sobre o valor devido e o valor da multa. Desta forma, Estela deverá pagar também juros moratórios no valor de R$ 1,02 ao mês (1% x 102).

IOF
O Imposto sobre Operações Financeiras é devido pelo tomador de empréstimo. Neste caso, são cobradas duas alíquotas, uma de 0,38% sobre o valor devido, e outra de 0,0041% ao dia (até o prazo máximo de 365 dias). Ao deixar de pagar a fatura total ou parcialmente, o valor devido passa a ser caracterizado como um empréstimo, incidindo, portanto, o IOF.

Juros
Esta é a principal armadilha! Usando as taxas praticadas por um dos grandes bancos brasileiros como exemplo, se Estela tivesse optado por parcelar a fatura, a taxa de juros ao mês teria sido de 6,50%. Caso tivesse pago ao menos o valor mínimo da fatura, a taxa de juros mensal teria sido de 12,99%. Em ambos os casos, não incidem multa e juros de mora. No entanto, como Estela simplesmente não pagou nada, a taxa de juros ao mês cobrada passou a ser de 18,99%!

O que Estela e outras pessoas que deixam de pagar a fatura do cartão de crédito não percebem é que ter dívida no cartão de crédito é um péssimo negócio. A taxa de juros cobrada no cartão de crédito é uma das mais altas no mercado e a dívida pode assumir valores monstruosos rapidamente.

As principais lições que Estela acabou aprendendo de um jeito caro foram:
1 – Não comprar mais por impulso;
2 – Antes de qualquer compra , certificar-se que terá condições de pagar;
3 – Pagar integralmente a fatura do cartão de crédito sempre;
4 – Caso não tenha condições de quitar a fatura integral, pesquisar por outras formas de crédito com taxas de juros mais baixas para poder quitar a fatura;
5 – Se nenhuma das lições anteriores foi seguida, procurar renegociar a dívida o quanto antes

A história de Estela foi baseada em fatos reais. E você, conhece alguém que já passou por esta situação?

Fonte: Blog Minhas Economias

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28 nov
By: Blog SIAS 0

Dicas para economizar com a comida das crianças

Cuidar da alimentação de crianças não precisa ser caro e nem demorado. Com essas dicas, é possível economizar tempo e dinheiro

Quando me tornei mãe, recebi vários conselhos, dicas, pitacos… Muitas vezes até mais do que gostaria. Mas um segredo fora muito bem guardado por todos a sete-chaves e ninguém me avisou: que cozinhar para nossos pequenos é uma tarefa difícil e que pode custar caro!

O que ninguém nos contou também é que dá para economizar tempo e dinheiro nesse processo. Assim como você organiza a sua vida financeira, dá para também planejar as refeições dos pequenos. Como? Separei 8 dicas práticas que podem te ajudar nesta tarefa!

1. Compare os preços
Ao comprar papinha pronta, você está comprando conveniência, e também pagando por isso. Por isso, evite! Um pote de papinha de banana com aveia (120 grs.) pode ser encontrado nos supermercados a uma média de R$4,00. Pelo preço de 2 potinhos, ou seja, com R$8,00 eu posso comprar 1kg de banana e 500grs. de aveia. Daria tranquilamente para fazer 10 potinhos de papinha e ainda sobrar bastante aveia para o mingau!

2. Compre a granel
Existem várias lojas de produtos saudáveis e sites que vendem grãos a granel. Eu geralmente uso sites para economizar tempo e faço compras maiores para economizar no frete. Compro uma grande variedade de leguminosas (feijão branco, azuki, fradinho, etc), cereais (cevadinha, aveia) e diversos tipos de arroz. A compra a granel é mais barata e os grãos têm boa durabilidade, se estocados adequadamente.

3. Faça do feirante o seu melhor amigo
Comece a frequentar a feira mais próxima e tente se fidelizar a algumas barracas-chaves. Quanto maior a frequência nessas mesmas barracas, mais vantagens você pode ter: primeiro a noção do preço das frutas e verduras, o que te dará um bom parâmetro para pechinchas. Você também pode verificar a oportunidade de entrega dos produtos na sua casa, caso ela for bem próxima a feira, o que economiza tempo! A dica clássica de ir na hora da xepa, ou seja, perto do fechamento da feira, sempre é válida, para pegar boas ofertas.

4. Higienização
Realmente não tem como pular a etapa da higienização dos alimentos. Tente economizar água no processo, utilizando bacias. Ao utilizar a água corrente, não precisa abrir toda a torneira, um fio de água já é suficiente para lavar os alimentos.

5. Reflita sobre a compra de um processador de alimentos
Eu tenho um em casa e agiliza muito o processo de picar, ralar e fatiar. Sim, alguns nutrientes se perdem no caminho, mas com 3 bocas para alimentar, acabei optando pela praticidade e economia de tempo!
Não precisa comprar o top de linha. Veja se tem alguém querendo desapegar e negocie um preço bacana.

6. Estratégia semanal
Para quem trabalha durante a semana, dedique um tempo no final de semana exclusivamente para cozinhar. Planeje-se com um cardápio semanal e cozinhe os alimentos para a semana. Alguns itens precisam ser servidos frescos, mas tente deixá-los previamente higienizados. Por exemplo: lavar a alface e secá-la com um pano limpo, guardando em um pote com um papel toalha pode fazer com que ela dure vários dias na geladeira.

7. Estratégia diária
Faça porções maiores para as refeições diárias e congele o excedente em potes de vidro já nas porções desejadas. Lembre-se de que nem todos os alimentos congelam bem, então planeje as porções excedentes para itens como carnes, leguminosas e outros alimentos que não perdem tanto o sabor ao descongelar. Assim, quando houver emergências ou um dia mais pesado de limpeza da casa, boa parte da refeição estará pronta.

8. Acerte na hora de escolher a louça
Como seria bom ter panelas e pratos auto-limpantes, não é verdade? Enquanto não inventam nada do tipo, busque panelas de teflon ou cerâmica. O alimento gruda mais nas louças de cerâmica, mas ainda são melhores que a de metal e tem a vantagem de serem atóxicas.

Minha outra dica é recrutar a família para ajudar na tarefa de lavar a louça, mas como minha tropinha ainda está pequena, ainda preciso testar a dica…

Fonte: Elle Braude / Site Me Poupe!

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28 nov
By: Blog SIAS 0

Dicas de como sair de uma dívida impagável

Sempre dizemos que a melhor alternativa para quitar uma dívida é reorganizar os gastos, seguir à risca um bom planejamento e trocá-la por um crédito com juros menores. Mas não podemos generalizar.
Quando a pendência mensal já é maior do que a quantia que entra no bolso, essa solução não é a mais eficaz. Nesses casos, o cliente está superendividado e precisa de uma ajuda maior para sair dessa!

Mas antes de procurar essa mãozinha, é preciso identificar se essa é a situação. Há superendividamento quando sua renda mensal é totalmente comprometida pelas necessidades básicas e não existe nenhuma folga no orçamento para pagar pelo menos uma parte da dívida. Assim, ela se multiplica com os juros e quitá-la parece algo cada vez mais distante.

Se esse é o seu caso, não se desespere! Muitas vezes, deixamos a situação financeira comandar o nosso emocional, mas isso não costuma ser muito positivo quando precisamos de determinação para retomar o controle do dinheiro. Saiba que mesmo uma superdívida tem solução e nós te daremos todos os passos para chegar até ela!

Entenda o verdadeiro tamanho da dívida
Fazer a conta de quanto está devendo é um dos primeiros passos fundamentais. Considere todos os juros, multas e taxas que incidiram sobre o valor desde que está pendente. Se você tem mais de uma dívida, faça isso com todas elas e conheça também qual é a quantia total.

Analise com calma e detalhadamente as suas finanças
Antes de tomar qualquer decisão, você deve saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. Veja qual é a porcentagem que gasta com contas da casa, mercado, transporte, saúde e todas as outras categorias presentes no seu dia a dia. Fazendo isso, fica mais fácil determinar quais os hábitos que podem ser alterados.

Corte gastos
Analisando os seus gastos, você percebeu que quase toda a renda está comprometida com gastos básicos. Mas, mesmo assim, talvez seja possível economizar. Uma boa dica é ir ao mercado com dinheiro contado e não levar cartão. Desse jeito, você se compromete a comprar tudo o que precisa só com aquela quantia. Que tal também experimentar marcas novas e mais baratas? Você mantém o seu estilo de vida, mas gasta um pouco menos – e todo centavo faz diferença!

Venda alguns bens
Mesmo que seja um pouco triste, vale a pena considerar vender alguns bens quando estamos precisando de uma graninha. Se você tem muita roupa parada no armário, pode vender as peças em brechós. Vender o carro e eletrodomésticos também é uma boa, pois eles costumam ter um valor mais alto.

Negocie com o credor
Agora que você já sabe quanto está devendo, mudou alguns hábitos de consumo e fez o que podia para melhorar as finanças, está na hora de tentar negociar com o credor. Peça um desconto e proponha um acordo que caiba no seu bolso. Uma boa alternativa é usar uma parte do dinheiro que recebeu com a venda dos bens para oferecer uma entrada em troca de condições mais vantajosas na negociação. Mas se atente para não aceitar uma parcela que não conseguirá pagar!

Procure órgãos públicos que oferecem apoio aos superendividados
Caso o credor não ofereça um acordo que seja bom para a sua situação, não se sinta obrigado a aceitar! Alguns órgãos públicos existem justamente para fornecer ajuda nessas situações. A Defensoria Pública é um deles. Ela tem como objetivo defender os direitos das pessoas que não possuem condições de pagar despesas e advogado particular ao abrir um processo de conciliação com a empresa credora.

Em alguns estados, o devedor também pode contar com o serviço do Programa de Apoio ao Superendividado (PAS), do Procon. Ele realiza uma série de entrevistas com o consumidor para entender o tamanho da dívida e os seus hábitos do dia a dia, oferece palestras com orientações financeiras e ainda faz a mediação com o credor por meio de uma audiência de conciliação.

Se você está superendividado, o mais importante é já concentrar a sua atenção e novos hábitos para sair dessa situação. Postergar isso, além de manter o seu nome sujo por mais tempo, vai fazer com que as mudanças necessárias sejam cada vez maiores. Não deixe de seguir essas dicas para retomar o controle da sua vida financeira!

Fonte: Isabella Mello – Blog Guia Bolso

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28 nov
By: Blog SIAS 0

Decoração natalina: 5 ideias pra você economizar

Para algumas pessoas, dezembro é a época mais feliz do ano, porque é tempo de Natal. Vejas ideias de como montar uma decoração natalina bonita, mas bem barata!

Tem como não se contagiar com o clima do Natal? Para algumas pessoas, dezembro é a época mais feliz do ano. As lojas logo se enchem de lindos enfeites em vermelho e verde.

E essa animação chega à decoração dos lares, através de guirlandas, presépios, pinheirinhos e muitas outras ornamentações. Pensa que para montar um cenário assim em sua casa gasta-se uma fortuna? Não mesmo!

Veja algumas dicas bem criativas de como montar uma decoração natalina super caprichada – e o melhor, gastando pouco dinheiro.

#1 Árvore de Natal alternativa
Se você não tem ainda uma árvore de Natal e não tem dinheiro para comprar uma nova, sem problemas. É possível criar algo totalmente diferente e personalizado. Você pode fazer pequenos pinheirinhos com um cone de papel grosso, firme e colorido – geralmente encontrado em lojas de scrapbook.

Ou talvez fazê-los com pinhas naturais, presas com cola quente em um cone de isopor. O que acha?
Se você já tem uma árvore de Natal ou pensa em adaptar alguma planta como tal, aí a história é outra. Talvez lhe faltem os enfeites, então. As bolinhas comuns podem ser substituídas por bolinhas de barbante – que são feitas com ajuda de uma bexiga e cola branca. E o fio de luz, incrementado com florzinhas feitas de cápsulas de café ou pedaços recortados de embalagens de ovo.

#2 Enfeites para a mesa da ceia
Aqui no Brasil, a ceia de Natal é montada na noite do dia 24 de dezembro. E esse é um momento muito especial e gostoso da festividade.

Ao invés de colocar os pratos sobre uma toalha, pode-se sobrepô-los em um sousplat. Só que essa peça sofisticada custa bem caro nas lojas e o seu orçamento pode estar apertado. Mas, até para isto, há uma solução.

Você pode criar o seu próprio conjunto de sousplats. É fácil! As peças podem ser cortadas em papéis ou confeccionadas em tecido, EVA, tricô e trançado de corda. Vale o que for mais barato, mais bonito e combinar com o restante da decoração da mesa de Natal.

Por falar em mesa, o centro da sua também pode ser enfeitado. Você pode montar um arranjo sobre uma tigela ou travessa plástica pintada com tinta spray.

Também pode montar uma composição de pinhas, galhos secos e fitas de presentes. Encher potes de vidro com bolinhas coloridas. Fazer das taças castiçais de velas. Ou só usar louças com estampas alusivas à data.

Para dar um clima ainda mais festivo ao jantar, você pode personalizar o local onde cada convidado vai sentar. As pessoas irão se sentir bem recebidas se notarem que tudo foi preparado com carinho, pensando nelas.

No lugar das argolas e laços para guardanapos, que tal uma combinação de pauzinhos de canela, raminhos de pinheiro e uma fita de sisal? O aroma será reconfortante e acolhedor!

#3 Enfeites para o balcão
O mesmo tipo de velas e potes de vidro customizados podem ser utilizados para decoração do balcão buffet ou do aparador do hall de entrada da casa.

Eles podem ser acompanhados de bolinhas de Natal, folhas secas, raminhos verdes e até pisca-piscas. Ou ainda, quem sabe, de biscoitos, bombons e balinhas – vai ser um sucesso com as crianças.

Garrafas de vidro podem ser utilizadas também como decoração de Natal. Com aplicações diversas, em papel adesivo ou tinta, seriam facilmente transformadas em um Papai Noel ou outro personagem dos contos infantis.

Se você sentir falta de um “toque a mais” nesses recantos, aqui vão outras ideias. Que tal montar uma mini falsa árvore de natal com caules de flores artificiais e luzes piscas? Ou uma placa luminosa feita com uma pasta de acrílico, moldes de letras e uma base de abajur?

E ainda usar a famosa fita de LED para contornar um lindo cenário de presépio ou um quadro festivo, com moldura simples e figuras recortadas em papel craft? Ficaria incrível!

#4 Para a porta de entrada
Nada mais tocante do que pendurar uma guirlanda de Natal na porta de entrada da casa. Mas, esse artigo de decoração costuma ser bem caro. E até isso você pode fazer por contra própria.

Talvez seja o caso de montar o aro com um festão e decorá-lo com ornamentos emprestados do pinheirinho. Fazê-lo com papelão; e colar, por cima, flores de pano e pinhas secas. Ou com arame; e envolver tudo com bolinhas de plástico.

Agora, na internet é possível encontrar exemplos ainda mais ousados de guirlandas de Natal. Por exemplo, bolinhas penduradas com linha de pesca ou fios de lã em um cabide de roupas. Ou então um aro de MDF coberto com uma esponja floral e várias suculentas. O que pensa disto?

Depois de ler tudo, compre ou junte o material e reúna a família para ajudar a criar as peças. Coloque em práticas algumas destas ideias em sua casa e preencha os ambientes – e o seu coração – de alegria!

Estas dicas de decoração de Natal foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: Viva Decora / Site Me Poupe!

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28 nov
By: Blog SIAS 0

Um guia para o seu projeto “reserva de emergência”

Já imaginou estar em dia com as suas finanças, super confiante para manter o planejamento em direção ao seu grande sonho e aí, do nada, ser surpreendido por um imprevisto que coloca sua conta no vermelho? Assustador, né? Mas isso é muito mais comum do que parece. Desemprego, consertos do carro e problemas de saúde são algumas das situações que não esperamos e que podem levar embora a grana reservada para outras despesas.

A única solução para estar preparado para esses momentos é ter uma reserva de emergências. É ela que vai te salvar de apuros financeiros quando um imprevisto aparecer! Por isso, deve ser parte fundamental do seu planejamento.

Para te orientar nessa missão, separamos todas as respostas que você pode precisar! Olhe só:

Qual o primeiro passo para criar a minha reserva?
Lembra da Regra do 50-15-35? Seguir ela é uma boa, já que determina que 15% da renda deve ser destinada a prioridades financeiras. É nessa categoria em que entra a reserva de emergência!
Mas cuidado! Se você está com uma dívida, também é desse grupo que deve sair pelo menos a maior parte do dinheiro para quitá-la. Nesse caso, a melhor alternativa é buscar por linhas de crédito mais baratas, como um empréstimo pessoal, negociar, pagar o que está devendo e ficar, então, com uma parcela que cabe no seu bolso.

O ideal é que assim ainda sobre uma parte desses 15% para colocar em sua reserva de emergência. Mas caso isso não aconteça, não se preocupe. Você pode reorganizar seus gastos, tentar economizar por alguns meses e se programar para retirar uma quantia pequena mensal dos 35% destinados a estilo de vida. Apesar de demorar mais para conseguir guardar uma boa quantia de segurança, o que importa é que você já começou!

Consigo pagar apenas as despesas básicas com o meu salário. Como posso fazer para ter uma reserva de emergência?
Se a sua renda está apertada para pagar as contas básicas, estabelecer uma reserva com ela pode ser meio complicado. Então, a melhor solução nesse caso é tentar aumentar a renda. Que tal oferecer algum serviço nas horas vagas? Se você curte cozinhar, pode pensar em vender marmitinhas congeladas no período da noite, como uma alternativa de almoço para as pessoas levarem ao trabalho no dia seguinte. Já se você tem bastante habilidade com artesanato, pode vender lembrancinhas personalizadas para aniversários de crianças.

O importante é você descobrir com o que tem facilidade e transformar isso em uma maneira de ganhar dinheiro!

Como saber se a minha reserva é ideal?
Aqui no GuiaBolso, recomendamos que a sua reserva de emergências some 6 meses de gastos. Mas não vale somar propositalmente os meses em que você gastou menos, viu? Faça uma média e veja quanto você costuma comprometer com despesas básicas, estilo de vida e prioridades financeiras.
Se você ainda quiser uma segurança maior, que tal dobrar essa quantia? Com uma reserva de 1 ano de gastos, não tem erro!

Não estou usando minha reserva. O que eu faço com ela?
Invista! Essa é a melhor alternativa para guardar a quantia e ainda fazê-la se multiplicar. Mas tenha cuidado. Não é só porque agora você tem uma grana acumulada que pode assumir grandes riscos com ela.

Como a intenção é, justamente, mantê-la, sugerimos que você opte por aplicações seguras (mas com rendimento superior ao da poupança, ok?) e com liquidez diária, para você poder resgatar quando quiser. Vale pensar no Tesouro Prefixado, que apresenta a rentabilidade contratada em qualquer momento que decidir pegar o dinheiro de volta, CDB, LCA e LCI.

Precisei usar minha reserva com um imprevisto! E agora?
Primeiro, comemore! Você usou a sua reserva de emergências e conseguiu evitar, provavelmente uma modalidade de crédito bem cara, como o cheque especial. Agora, é só não se esquecer de reabastecê-la quando tiver normalizado a situação e seguir todas as dicas anteriores novamente.

Não se esqueça que manter uma reserva de emergências é parte fundamental do seu planejamento financeiro. É ela que poderá manter a saúde do seu bolso quando algum imprevisto acontecer. Então, siga as nossas dicas para criar a sua sem erros!

Fonte: Isabella Mello – Blog Guia Bolso

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21 set
By: Blog SIAS 0

4 dicas para controlar os gastos por impulso

Na hora de assumir o controle do dinheiro, você se planeja, pensa em estratégias para diminuir os gastos, anota os objetivos que quer alcançar… Mas, aí, no meio do caminho, aparece uma tentação que é difícil resistir: você se anima com uma compra que não estava esperando e acaba gastando muito mais do que queria.

Esses gastos por impulso são velhos conhecidos de todo mundo. E eles nem são assim tão ruins, viu? Às vezes, uma novidade no meio do mês pode ser super bom. O grande perigo para o seu bolso está em aumentar essa frequência! Não costuma ser fácil arcar com todas as necessidades básicas, gastos extras planejados e, ainda, compras inesperadas. Por isso, conhecer algumas dicas para evitar os gastos por impulso pode ser um grande aliado na hora de cuidar do dinheiro! Que tal conhecer algumas que a gente separou? Olha só:

1 – Espere!
Como se trata de um gasto por impulso, você não precisa do produto naquele momento em que o encontrar na loja. Então, não tem problema nenhum esperar um pouco para comprá-lo. Talvez algumas horas, um dia ou até uma semana – escolha qual é o período que dá certo para você. Deixando a compra pra depois, você garante um momento para pensar melhor e analisar se a despesa vale a pena. Ainda tem a chance de perder todo aquele interesse que sentiu logo que viu o produto pela primeira vez – e se isso acontecer, é porque ele nem era tão legal assim, né?

2- Evite andar com o cartão de crédito e muito mais dinheiro do que você pretende gastar
Compramos aquilo que não estávamos esperando porque temos dinheiro disponível para isso. Então, se você está determinado a não fugir do planejado, saia de casa somente com a quantia que pretende gastar. Está precisando de uma calça? Vá à loja somente com o valor que está disposto a pagar. Se for com mais, é capaz de sair de lá com todo o look completo.

O mesmo vale para uma ida ao mercado, por exemplo. Mas, nesse caso, a gente sabe que às vezes dá vontade de comprar algo diferente para experimentar. Por isso, teste levar alguns reais a mais reservados para isso. Mas, nessa hora, você terá que fazer escolhas! Não deixe de colocar as opções na balança para escolher o que for melhor para você.

3 – Entenda suas tentações e separe um valor para elas
Cada um costuma ter uma tentação na hora das compras. Talvez você ame comprar roupas. Ou gaste boa parte do seu salário com comidas. No meu caso, eu sou louca por sapatos. Entender essas preferências é super importante para saber quando você corre o maior risco de gastar por impulso. Mas também é ideal para entender o que você talvez tenha que manter no seu planejamento. Isso porque, mesmo desejando economizar, abandonar completamente aquilo que te dá prazer só porque é supérfluo pode não ser muito benéfico. Você pode sentir falta e acabar chutando o balde depois de um tempo.
Assim, uma boa dica é separar uma quantia mensal para arcar com esse tipo de gasto. Aí, você se compromete a não extrapolá-la e evita os gastos por impulso.

4 – Faça uma lista de coisas que você precisa comprar
Outra forma de evitar gastos não planejados é se manter atento ao que você realmente precisa. Faça uma listinha com esses itens e deixe-a sempre com você. Assim, vai ser muito mais fácil manter o foco e não se confundir com aquilo que já estava no orçamento. Ah! E tenha determinação para não deixar a lista de lado logo na primeira semana!

Se o seu objetivo é evitar os gastos por impulso que vêm atrapalhando o seu planejamento, essas dicas vão te ajudar! Não se esqueça de testá-las para descobrir qual delas combina mais com o seu perfil!

Fonte: Isabella Mello – Blog Guia Bolso

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21 set
By: Blog SIAS 0

Quando falar com os pais sobre administrar dinheiro

Mesmo que você sempre tenha considerado seus pais pessoas independentes, que souberam cuidar da vida profissional e da financeira, conversar sobre a administração do dinheiro é importante. Consultores financeiros recomendam a regra dos 40/70: se você está se aproximando ou já entrou na casa dos 40 e, seus pais, na dos 70, abordar o tema pode evitar que as coisas saiam do controle – por exemplo, quando os filhos descobrem que contas não foram pagas, há cheques devolvidos ou compras que fogem do padrão costumeiro. Quase sempre se trata de uma questão sensível, porque inverte os papéis familiares nos quais as relações familiares estão assentadas. Introduza o assunto com cuidado – pode até ser de um jeito casual, como se não fosse algo relevante – e nunca no meio de um monte de gente. Evite também referências a qualquer tipo de declínio físico ou mental.

A velhice não é um período homogêneo e compreende diferentes estágios: até os 70 anos, os indivíduos atualmente são considerados idosos jovens. Muitos ainda trabalham e mantêm sua independência e autonomia. Talvez seja a ocasião mais propícia para começar essa conversa em pé de igualdade. Entre os 70 e 80, as doenças crônicas se manifestam com maior frequência e talvez surjam as primeiras limitações. Mesmo depois dos 80, se não há uma restrição severa de saúde, todos prefeririam morar em suas casas, sem mudanças significativas em sua rotina. No entanto, é nessa fase que os quadros de demência se tornam mais comuns – e se nada foi discutido antes, muitas das decisões a serem tomadas poderão ser o oposto do que seus pais desejariam para o fim de suas existências.

A mensagem a ser passada é a de que você e seus irmãos querem ajudar, e não controlar a vida deles. É fundamental respeitar seus pontos de vista, de forma que não se sintam tutelados. O ideal é ter acesso a todas as informações sobre as finanças: contas em débito automático ou não, contas bancárias, cartões de crédito, empréstimos, investimentos, seguros, certidões (nascimento, casamento etc.). Isso inclui a lista de logins e senhas – ainda que você não fique com uma cópia da relação, peça que indiquem onde está guardada, para o caso de uma emergência. Se as partes concordaram, uma procuração por instrumento público vai autorizá-lo (a) a resolver questões financeiras.

A consultora financeira Lisa Andreana, autora de “Financial care for your aging parent”, lembra que, muitas vezes, o processo é doloroso porque os filhos não querem admitir que seus pais estão se aproximando do fim da vida. Há também os que temem confrontos ou se sentem despreparados para tomar decisões, e aqueles que acham que, ao dar esse passo, terão que assumir a função de cuidadores em tempo integral. O papel não é fácil e provavelmente terá algum impacto no campo profissional e nos relacionamentos afetivos e familiares. Mas é quando você terá uma chance concreta de retribuir.

Fonte: Mariza Tavares – Portal G1

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21 set
By: Blog SIAS 0

Millennials: Geração imediatista não liga para aposentadoria

Nascidos entre os anos 1986 e 2002, esses não têm perfil investidor ou de poupadores

Eu olho para o que acontece hoje e tendo a não gastar muito tempo pensando no futuro, até porque acredito que temos que aproveitar da melhor maneira o tempo que temos e realizar nossos sonhos”. A frase dita pelo bancário Ygor Kauling, de 23 anos, é retrato quase fiel de toda uma geração nascida entre os anos 1986 e 2002 — os jovens conhecidos como millennials. Imediatistas e propensos a dar muita importância às realizações pessoais, que não necessariamente envolvem dinheiro, destacam especialistas, esses jovens não têm perfil investidor ou de poupadores, o que muda a concepção de segurança financeira para o futuro.

Desta forma, os millennials se relacionam de forma diferenciada com as finanças pessoais em relação aos seus pais, a geração que já passou dos 50 anos, os chamados boomers. Assim, ao afastar a ideia de futuro, poucos pensam na aposentadoria ou em criar estabilidade financeira, o que pode resultar numa geração inteira sem renda na velhice, seja ela vinda da Previdência Social (INSS) ou de investimento em previdência privada.

— Há uma falta de visão do próprio futuro, nesta geração millennial, de que precisarão de garantias para ter uma boa velhice. Não surte efeito nessa geração, por exemplo, falar que é necessário investir em previdência ou ter uma poupança. Isso porque são jovens muito temporais, pensam muito no agora, e deixam o futuro para depois. É como se achassem que o tempo não vai passar, por isso, o futuro de longo prazo não é colocado em discussão. Isso gera milhares de pessoas que não poupam, não investem e não pensam na aposentadoria como deveriam — explica Fabio Gallo, professor de Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).

Segundo uma pesquisa recente feita pelo Bank of New York Mellon, o comportamento dos millennials em relação à aposentadoria afetou as instituições financeiras, que ainda não conseguem dialogar com essa geração, que está perdida quando o assunto é poupar dinheiro, lidar com taxas e se programar para a aposentadoria. O estudo diz que 51% dos millennials ainda recorrem aos pais na hora de pedir conselhos financeiros, enquanto no Brasil, por exemplo, 62% não sabem como funciona a previdência.
Uma certa descrença com o futuro e com a aposentadoria pode estar ligada, diz Gallo, ao temor da reforma da Previdência, que gerou nos millennials insegurança em relação ao futuro e, em alguns, quase certeza de que não compensa poupar ou contribuir para a velhice.

— Eu até juntei dinheiro na previdência privada, mas hoje não tenho mais. Acho que lá na frente não vai importar ter uma reserva financeira, até porque não acredito que vá me aposentar — diz o bancário Ygor Kauling.

Os ‘y’ querem criar sua identidade

Avessos à ideia de futuro e descrentes quando o assunto é Previdência, por outro lado os millennials, ou geração Y, são os que buscam realização pessoal e sucesso no emprego. De acordo com pesquisas que buscam entender o comportamento destes jovens, o conceito de realização rompe com o que era essencial, por exemplo, para outras gerações, como fazer carreira de décadas em uma empresa e ter a casa própria.

— Há algumas nuances em relação aos millennials que precisam ser discutidas. A primeira delas é a questão do imediatismo. Há um conflito para estes jovens entre ser o reflexo do que os pais foram e construir a própria identidade. Assim, há uma grande vontade de fazer o que os pais não fizeram, e neste pacote está, por exemplo, viajar, fazer um curso e não necessariamente investir na compra de um bem como carros ou imóveis — explica a professora de Economia e Finanças do Ibmec-RJ Vivian de Almeida.

Uma pesquisa da escola de negócios da universidade de Cambridge, na Inglaterra, aponta um cenário nebuloso em relação aos millenials. Segundo o estudo, a maior parte da geração não têm conhecimento do futuro que os espera e a compreensão das questões financeiras é baixa. Os dados mostram ainda que 46% dos millennials não recebem qualquer informação sobre assuntos financeiros por meio do trabalho ou estabelecimento de ensino. “Sem muito conhecimento sobre o tema, a nova geração subestima o montante que será necessário para financiar a vida pós-laboral”, diz o estudo.

— Esta geração é mais empreendedora e liga menos para trabalhos com carteira assinada. Por isso, os millenials pensam de forma diferente em relação à Previdência e aposentadoria. Muitos deixam garantias de lado, como investimentos em previdência privada ou contribuir para o INSS, por exemplo. Esse pensamento reflete também o país em que vivemos, onde as mudanças conjunturais estão em processo, somado a uma geração que trabalha, mas não coloca isso em primeiro lugar — diz Vivian.

ESTABILIDADE

— Apesar de fazer parte da geração millennial, minha cabeça é um pouco moldada pela geração passada, dos meus pais, com as preocupações básicas da segurança financeira, e a vontade de ter carro e a casa própria. Eu me vejo muito preocupado com o futuro, em busca de construir estabilidade, mas o que não exclui meu igual interesse em viajar, conhecer novos lugares, estar em contato com outras culturas, e levar meu trabalho como artesão para o mundo — diz o artesão Pedro Henrique Cruz dos Santos, de 23 anos.

Entrevista – Humberto Sardenberg, especialista em educação financeira, superintendente da Icatu

O que mais afasta essa geração do planejamento de longo prazo?
Tem um fator juventude que agrava a questão cultural e geracional. Juntar dinheiro para longo prazo ou se proteger de qualquer mazela é anti intuitivo para jovem. Para ele, envelhecer é muito longe e ele acha que é imortal, por isso, afasta a ideia de se planejar e se proteger. Mas o risco existe e a idade correta para se preparar é na juventude, que é quando ele consegue o máximo de juros compostos. Por isso, é preciso começar a investir na aposentadoria com 20 anos. O risco que ele vive é muito alto e para os homens é três vezes mais alto que para a mulher.

O que está agravando a situação?
Vivemos numa sociedade onde as coisas importantes podem ser deixadas de lado e o que agrava o planejamento de longo prazo que os millennials têm essa relação diferente com o trabalho. Mas por outro lado, percebemos que ele começa mais cedo a lidar com contas e questões financeiras.
Essa geração é nativa empreendedora, e sabe de planos de negócios. Percebe que tem que fazer um plano de negócios para ele mesmo, e quer trabalhar com independência financeira.

O que mais afasta esses jovens da Previdência Privada?
Antes os preços de entrada eram muito altos para fazer parte de um bom fundo de previdência e com isso você acabava abrindo mão do público jovem. Hoje o preço dos produtos está diminuindo para atrair esse público, especialmente profissionais liberais, como dentistas e médicos. Mas para chegar a eles a comunicação precisa ser diferente como se você estivesse falando diretamente para um público empreendedor.

Fonte: Bruno Dutra e Pollyanna Brêtas – G1

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13 jul
By: Blog SIAS 0

Apenas 11% poupam para a velhice

Uma pesquisa realizada pelo Banco Mundial com 150 mil pessoas (mil delas no Brasil) revela que apenas 11% dos brasileiros guardaram um “dinheirinho” para garantir uma velhice saudável no ano passado.

Se considerarmos a faixa de idade, entre 15 e 24 anos, esse percentual é menor: 6%.

O índice geral põe o Brasil na 101ª posição entre 144 países no quesito poupança individual, atrás de nações mais pobres, como Filipinas (26%), Bolívia (20%) e Mali (16%), e abaixo da média dos países em desenvolvimento (16%).

Entre os países americanos, o levantamento também se mostrou positivo. De último colocado em 2014, passou a 15º entre 19 países, à frente de Haiti, Venezuela, Paraguai e Argentina. A atual taxa brasileira é o triplo da registrada em 2014 (4%), mas a margem de erro põe em dúvida a evolução.

A pesquisa mostrou ainda que a fatia dos brasileiros que conseguiram guardar dinheiro nos últimos 12 meses anteriores ao levantamento, independente do objetivo, manteve-se a mesma. Eram 28% em 2014, agora são 32,5%.

A própria crise econômica pode ser a responsável pelo pequeno crescimento da poupança. “Se o emprego está em risco ou há muita incerteza sobre o futuro, aumenta a chamada poupança precaucionaria”, disse o professor do Insper, Ricardo Brito

Dicas para economizar

Se você quer fazer parte do ainda seleto grupo dos economizam para a aposentadoria, com planejamento financeiro isso pode ser possível.

De acordo com especialistas em finanças, o ideal é que sejam poupados 30% do salário por mês. Destes, cerca de 20% deverão ser reservados para sua aposentadoria.

Uma pessoa que consiga poupar R$ 170 por mês, por exemplo, poderá se aposentar com um salário mensal de R$ 2 mil após 30 anos. O cálculo é com a aplicação na poupança, com um rendimento médio de 0,5% ao mês.

A principal estratégia é mapear os custos e cortar em gastos desnecessários. Pensar em rendas alternativas, como trabalhos de freelancers, também ajuda a alcançar a meta.

Fonte: Destak

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