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09 dez
By: Blog SIAS 0

12 dicas financeiras para iniciar 2021

Depois de um ano de 2020 totalmente atípico, todo mundo já foca a esperança em um ano de 2021 mais leve. Um dos pontos que são primordial nessa busca é o lado financeiro, que para muitos está muito fragilizado.

Importante lembrar que o próximo ano já se mostra complicado, com o fim dos benefícios governamentais e também com uma alta da inflação para itens básicos de nosso dia a dia. Ainda existe o risco do descontrole de gastos no fim de ano, com a euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar para o merecido descanso.

Além disso têm aquelas que já chegam com o começo do ano e complicam ainda mais as finanças – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras. Por isso, nesse período é fundamental promover uma “faxina” financeira no orçamento, tentar minimizar esses gastos nos orçamentos e implantar imediatamente a educação financeira, fazendo com que esse problema não se repita.

Quando se aprofunda nos conhecimentos de educação financeira, podemos ver que o problema não é o quanto se ganha, mas como se gasta. Mas vamos às primeiras orientações:

  1. Registre mês a mês numa agenda, caderno ou de forma eletrônica os compromissos que ocorrerão em 2021 (aniversários, datas comemorativas como: Dia das Mães, Dos Namorados, Dos Pais, Das Crianças, além de compromissos como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar etc.);
  2. Para cada evento é preciso registrar o valor de intenção do investimento e de gasto;
  3. Se tiver prestações já assumidas, você deverá registrar, também, nos respectivos meses;
  4. No começo do ano faça reuniões com a família, inclusive as crianças, e converse sobre os sonhos realizados e os sonhos que querem realizar neste novo ano e nos próximos;
  5. Para cada sonho desejado é preciso que se registre o quanto custa, o quanto será guardado e por quanto tempo será realizado;
  6. Ter no mínimo três sonhos para cada membro da família (curto até um ano, médio até dez anos e de longo acima de dez anos). Para as crianças os sonhos possuem tempos diferentes: curto até um mês, médio até seis meses e longo até um ano;
  7. Nas famílias brasileiras, em pesquisas já realizadas, foi constatado que existem excessos de despesas de, em média, 20% (energia elétrica, água, alimentação, telefone, etc.). É preciso realizar um diagnóstico financeiro minucioso por categoria de despesa pelo período de 30 dias, incluindo até mesmo o cafezinho e as gorjetas. É dessa forma que você descobrirá para onde está indo cada centavo do seu dinheiro;
  8. Elabore um orçamento financeiro diferente dos últimos anos, que deverá ter a seguinte composição: Ganho (-), Sonhos e (-) Despesas, priorizar os sonhos antes das despesas é o segredo para realizá-los;
  9. Para que a realização dos sonhos seja possível, é preciso poupar (guardar dinheiro) para cada um, respeitando o tempo estipulado;
  10. Tenha bem claro onde investir o dinheiro para a realização dos sonhos (curto prazo – Tesouro Direto, caderneta de poupança; médio prazo – CDB, Tesouro Direto, fundos de investimentos, e longo prazo – Tesouro Direto, previdência privada e ações);
  11. Aprenda a comprar apenas o que é realmente necessário e elimine desperdícios. O consumo consciente é importante para todos;
  12. Ajuste sua vida financeira ao seu real padrão de vida, pois de nada adianta ter muitas coisas para ostentar se o resultado será ter dívidas e um futuro incerto. É preciso ter uma visão clara do que se pode ou não.

Fonte: https://administradores.com.br/artigos/12-orienta%C3%A7%C3%B5es-para-iniciar-a-virada-financeira-em-2021

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09 dez
By: Blog SIAS 0

Pandemia eleva interesse por educação financeira

Pandemia prejudica o orçamento do brasileiro, mas eleva interesse por educação financeira, diz pesquisa.

30% dos brasileiros atrasaram mais as contas, mas 41% passaram a pesquisar mais sobre educação financeira durante a pandemia, segundo o Instituto Locomotiva.

A crise econômica provocada pela Covid-19 teve impactos negativos sobre o orçamento dos brasileiros, mas, ao mesmo tempo, pode ter contribuído para elevar o interesse da população sobre o tema da educação financeira. É o que mostram os dados de uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, a pedido da XPeed, braço educacional do grupo XP Inc.

Segundo o levantamento, feito com 1.500 pessoas em outubro deste ano, três em cada dez brasileiros passaram a atrasar mais o pagamento de contas durante a pandemia e 51% disseram estar insatisfeitos com a situação financeira atual.

“O brasileiro chegou na pandemia enfrentando o que talvez tenha sido a maior crise econômica da nossa história. O vírus encontrou no Brasil uma situação de desigualdade, na qual apenas uma parcela da população até então tinha condições de planejar com calma o seu futuro”, comenta Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Os resultados do levantamento foram apresentados por Meirelles na abertura da Semana de Educação Financeira, evento online e gratuito, organizado pela Xpeed, que acontece entre os dias 23 a 27 de novembro, junto à Enef, a semana de incentivo à educação financeira realizada no país todo.

A pesquisa também revelou que, nos últimos 12 meses, sete em cada dez entrevistados passaram pela experiência de ver as contas não fecharem; e 58% disseram que a atual condição financeira impede a realização de objetivos que consideram importantes. No longo prazo, o quadro não muda muito: apenas 31% se sentem confiantes sobre seu planejamento para a aposentadoria.

Apesar de os dados retratarem uma situação financeira desconfortável em boa parte da população, também mostram que a pandemia pode ter estimulado a busca por mais conhecimento sobre finanças.

Cerca de quatro em cada dez entrevistados (41%) passaram a pesquisar mais sobre educação financeira durante a pandemia. Para 47% dos participantes, a pandemia contribuiu para que fossem feitos mais planos sobre o futuro. E 53% disseram que a chegada da Covid os incentivou a sair da zona de conforto.

“A crise poderia deixar as pessoas simplesmente mais apavoradas, mas os brasileiros não estão mais olhando para o futuro com aquele voluntarismo do passado, de quem tinha que vender o almoço para comprar o jantar, mas com uma visão mais estratégica. Ainda faltam ferramentas para essas pessoas, mas está cada dia mais claro que a grande demanda desses brasileiros é chegar ao futuro de uma forma muito melhor do que os seus pais

Conhecimento financeiro

Desde 2011, quando o Banco Central (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) criaram a Semana Nacional de Educação Financeira (Enef) junto a outras entidades, o evento, que começou com poucas e tímidas ações, vem ganhando corpo, com mais iniciativas realizadas ano após ano. Um dos aspectos mais interessantes que a Enef traz é justamente o levantamento de dados que permitem refletir sobre o nível de conhecimento financeiro da população.

A pesquisa da Xpeed e do Instituto Locomotiva, por exemplo, mostra que apenas um em cada dez brasileiros (8%) acertaram todas as respostas de um questionário formado por perguntas sobre investimentos, que passaram por tópicos como juros compostos e rendimentos.

Segundo a pesquisa, apenas quatro em cada dez brasileiros sabem o que são juros compostos e 56% erraram a resposta que avaliou se os participantes compreendem os efeitos concretos da inflação.

Mas ainda que o conhecimento financeiro seja limitado, vontade de aprender é o que não falta: 90% dos brasileiros disseram que gostariam de saber como investir, planejar recursos para o futuro e organizar receitas e despesas.

Izabella Mattar, CEO da Xpeed, comenta que o assunto tem ganhado mais relevância, mas reconhece que os desafios são grandes. “As pessoas ainda têm muitas crenças limitantes relacionadas ao dinheiro. Muitas delas acreditam que as aplicações financeiras são restritas a quem tem muito dinheiro e não sabem que ao se organizar é possível ter acesso a bons investimentos”, diz.

Fonte: www.infomoney.com.br/minhas-financas/pandemia-prejudica-o-orcamento-do-brasileiro-mas-eleva-interesse-por-educacao-financeira-diz-pesquisa/

 

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27 abr
By: Blog SIAS 0

Coronavírus faz Receita adiar prazo do IRPF

O secretário da Receita Federal, José Tostes Neto, anunciou nesta quarta-feira (1º) a prorrogação do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por 60 dias.
Com isso, o prazo para a entrega da declaração de 2020 passa de 30 de abril para 30 de junho.
“Esse prazo venceria no próximo dia 30 de abril e está sendo prorrogado para entrega no dia 30 de junho. Portanto prorrogação por dois meses do prazo de entrega das pessoas físicas”, afirmou o secretário.
A Receita ainda avalia se será mantido o prazo do primeiro lote da restituição, previsto para 30 de maio.
Tostes Neto deu as informações em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto ao lado de outros integrantes da equipe econômica do governo.
De acordo com o último balanço divulgado pela Receita, em 30 de março, foram recebidas pelo órgão 8,1 milhões de declarações – cerca de 25% do total.
A expectativa, segundo o governo federal, é que 32 milhões de contribuintes façam a declaração em 2020.

Fonte: Portal G1 – https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/01/receita-adia-para-30-de-junho-prazo-de-entrega-do-imposto-de-renda.ghtml

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27 abr
By: Blog SIAS 0

Campanha de Vacinação contra a Gripe

O Ministério da Saúde inicia na segunda-feira (23/3) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Nesta primeira etapa, os públicos prioritários são idosos e trabalhadores da saúde. Serão realizadas mais duas etapas em datas e para públicos diferentes, alcançando cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos, até o dia 22 de maio. Para isso, foram adquiridas 75 milhões de doses da vacina, que já estão sendo enviadas aos estados. O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece no dia 9 de maio (sábado). Nesta data, os 41 mil postos de saúde ficarão abertos para atender todos os grupos prioritários.
Neste ano, o Ministério da Saúde mudou o início da campanha, de abril para março, para proteger de forma antecipada os públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe. A vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus, porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para coronavírus, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde. Estudos e dados apontam que casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados em pessoas acima de 60 anos, grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, a primeira etapa da campanha contempla esse público.
A etapa seguinte da campanha terá início no dia 16 de abril com objetivo de vacinar doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança e salvamento. A última fase, que começa no dia 9 de maio, priorizará crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.
Para viabilizar a campanha, o Ministério da Saúde investiu R$ 1 bilhão na aquisição de 75 milhões de doses da vacina. Até o momento, a pasta enviou aos estados 15 milhões de doses e mais 4 milhões serão distribuídas até o final de março. A vacina, composta por vírus inativado, é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no hemisfério sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe envolve as três esferas gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS), contando com recursos da União, das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

CAMPANHA DE VACINAÇÃO
A partir deste sábado (21) começa a veicular a campanha publicitárias do Movimento Vacina Brasil contra a Gripe 2020. Com o conceito “Gripe. Tem que vacinar”, o Governo Federal irá convocar pessoas com mais de 60 anos e trabalhadores da saúde a se vacinarem contra a gripe a partir de segunda-feira (23/03). A campanha também traz como alerta o fato de a vacina não ter eficácia contra o coronavírus, mas proteger contra os outros tipos de vírus da gripe.
Também voltada para as outras duas etapas da campanha, as peças destacam as datas de início da vacinação para cada grupo e chamam a atenção para a importância de se respeitar o calendário para que todos sejam vacinados. A mensagem será transmitida por filme para redes e TV, spot de rádio, anúncio, cartazes, peças on-line, entre outras mídias, no período entre 21 de março a 22 de maio.

CASOS DE INFLUENZA NO BRASIL
O Ministério da Saúde mantém a vigilância da influenza no Brasil por meio da vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG) e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pacientes hospitalizados. São 114 unidades distribuídas em todas as regiões geográficas do país e tem como objetivo principal identificar os vírus respiratórios circulantes, permitir o monitoramento da demanda de atendimento dos casos hospitalizados e óbitos.
Em 2020, até a Semana Epidemiológica 11 (14 de março), foram registrados 165 casos e 13 óbitos por Influenza A (H1N1), 139 casos e 14 óbitos por Influenza B e 16 casos e 2 óbitos por Influenza A (H3N2). O estado de São Paulo concentra o maior número de casos de H1N1, com 42 casos e 2 óbitos. Em seguida, estão a Bahia (40 casos e 3 óbitos) e o Paraná (20 casos e 5 óbitos). No ano passado, o país registrou 5.800 casos e 1.122 óbitos pelos três tipos de influenza.

 

Fonte: Portal do Ministério da Saúde

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31 jan
By: Blog SIAS 0

Vacinas disponíveis para adultos e idosos

A vacinação é uma das medidas mais importantes para promover a saúde. As vacinas
protegem contra vírus e bactérias que podem afetar seriamente o corpo e levar à
morte. Por isso, a vacinação é uma estratégia importante para o cuidado com a
população.

A maioria das vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação é destinada a
crianças. São 15 vacinas, aplicadas antes dos 10 anos de idade. Mas também é muito
importante que os adultos e idosos mantenham suas vacinas em dia. Além de se
proteger, a vacina evita a transmissão para outras pessoas que não podem ser
vacinadas. Quando estão imunizados, familiares podem oferecer proteção indireta a
bebês que ainda não estão na idade indicada para receber algumas vacinas, além de
outras pessoas que não estão protegidas.

Veja lista de vacinas disponibilizadas a adultos de 20 a 59 anos:
Hepatite B – 3 doses (a depender da situação vacinal anterior).
Febre Amarela – dose única (a depender da situação vacinal anterior).
Tríplice viral (previne sarampo, caxumba e rubéola) – Verificar a situação vacinal
anterior, se nunca vacinado: receber 2 doses (20 a 29 anos) e 1 dose (30 a 49 anos).
Dupla adulto (previne difteria e tétano) – Reforço a cada 10 anos.
Pneumocócica 23 Valente (previne pneumonia, otite, meningite e outras doenças
causadas pelo Pneumococo) – 1 dose (Está indicada para população indígena e
grupos-alvo específicos).

Para pessoas com 60 anos ou mais, as vacinas indicadas são:
Hepatite B – 3 doses (verificar situação vacinal anterior).
Febre Amarela – dose única (verificar situação vacinal anterior).
Dupla Adulto – (previne difteria e tétano) – Reforço a cada 10 anos.
Pneumocócica 23 Valente (previne pneumonia, otite, meningite e outras doenças
causadas pelo Pneumococo) – reforço (a depender da situação vacinal anterior). Esta
vacina está indicada para população indígena e grupos-alvo específicos, como pessoas
com 60 anos ou mais, não vacinados que vivem acamados e/ou em instituições
fechadas.
Influenza (vacina da gripe) – Uma dose anualmente.

Procure uma unidade de saúde mais próxima e atualize sua caderneta de vacinação!

Fontes:
Informe Saúde Grupo Mapma
http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao#adulto
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/servicos/52606-idoso-conheca-as-vacinas-disponiveis-no-sus

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31 jan
By: Blog SIAS 0

Celebração do Dia do Aposentado Abrapp

A celebração do Dia do Aposentado realizada pela Abrapp e Sindapp nesta quinta, 23 de janeiro, em São Paulo, reuniu mais de 200 pessoas para homenagear os aposentados e aposentadas das associadas. “A comemoração do Dia do Aposentado é motivo de muito orgulho, pois mostra que nosso sistema está cumprindo sua missão principal. É um dia tão emblemático que representa a abertura de nosso calendário anual de eventos”, disse Luís Ricardo Marcondes Martins, Diretor Presidente da Abrapp.

A cerimônia contou com entregas de diplomas a 64 assistidos de entidades fechadas, além de palestras do Diretor Presidente da Abrapp; de Renato Barbosa, Superintendente Corporate da Mongeral Aegon; e do médico e gerontólogo Alexandre Kalache. O Grupo Mongeral Aegon foi o patrocinador categoria ouro do evento. A Previc esteve representada por Peterson Gonçalves e a Secretaria de Previdência, por Nílton Antônio dos Santos.

Luís Ricardo apresentou os principais números do sistema que indicam o pagamento anual de R$ 60 bilhões em benefícios para cerca de 870 mil assistidos. Ele ressaltou a solidez e a boa governança do setor em geral, que apresenta índice de solvência de mais de 100% das reservas em relação aos compromissos atuariais.

“É um sistema que deu certo, com blindagem e compliance na gestão dos recursos. Além da proteção social, temos capacidade de investir na macroeconomia, aplicar os ativos em projetos de infraestrutura de longo prazo”, comentou o Diretor Presidente da Abrapp. Ele destacou o trabalho do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) que tem adotado uma visão estratégica para tomar decisões a favor do fomento do sistema.

O dirigente da Abrapp reforçou também a janela de oportunidades aberta a partir da Reforma da Previdência com a obrigatoriedade de se oferecer planos de Previdência Complementar aos servidores públicos. E celebrou a multiplicação e crescimento dos fundos instituídos e dos planos voltados aos familiares de participantes.

Longevidade – As rápidas mudanças demográficas que estão ocorrendo no Brasil e no mundo foram abordadas pelas outras duas palestras do evento. Renato Barbosa, da Mongeral Aegon, falou em sua apresentação denominada “Sustentabilidade Previdenciária” que o Brasil é um país que deixará de ser jovem em curto espaço de tempo. “Teremos uma reversão rápida das estatísticas com um acelerado processo de envelhecimento da população. Por isso, a Previdência deve estar na pauta da sociedade nas próximas décadas”, comentou.

O executivo da Mongeral Aegon abordou ainda os desafios e oportunidades do aumento da longevidade. “Previdência Complementar, esse é o nome do jogo. Precisamos conscientizar as pessoas da importância da formação de uma poupança previdenciária no médio e longo prazos”, disse Renato.

Alexandre Kalache mostrou projeções que apontam para o aumento vertiginoso da população acima de 60 anos no Brasil que, em 2065, será formada por 78 milhões de pessoas – representando 33,9% do total. “O Brasil dobrará a população de idosos no período de apenas 20 anos, envelhecendo muito mais rápido que outros países da Europa, por exemplo, porém com menos recursos”, apontou o médico.

O especialista utilizou o termo “Revolução da Longevidade” para indicar as necessidades de mudanças no ciclo de vida da população devido ao aumento da expectativa de vida. Ele explicou que o ciclo mais bem definido de “aprender, trabalhar e aposentar” já não mais será seguido pela maioria das pessoas. Uma das possibilidades para um ciclo de vida adaptado ao mundo atual, segundo o médico, seria “aprender, produzir, cuidar e curtir”. Ele apontou ainda a importância de desenvolver a “cultura do cuidado” em virtude do crescimento do número de idosos nas famílias e na sociedade. “Precisamos reinventar a longevidade”, sintetizou Kalache.

 

Fonte: Abrapp

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31 jan
By: Blog SIAS 0

Esteja preparado para o Imposto de Renda 2020

Imposto de Renda 2020, mesmo ainda faltando algum tempo para começar a entrega, muita gente começa a procurar informações sobre o tema, ainda assim, é comum que a grande maioria das pessoas empurre o assunto com a barriga, para a última hora.

Quem faz a entrega nos primeiros dias acaba sempre contando com maior rapidez na hora de receber a restituição do imposto, dinheiro que normalmente chega em boa hora e que ajuda muita gente.

Quem deixa para a última hora também acaba correndo maior risco de não encontrar alguma documento e se complicar na hora de acertar as contas com o Leão.

Quem precisa fazer a declaração de imposto de Renda?
Estão obrigados a declarar o imposto de renda 2020 contribuintes que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano de 2019.

Também precisam fazer a declaração os contribuintes que se enquadrarem nas seguintes situações:

  • Assalariados, aposentados ou pensionistas com renda mensal superior a R$ 1.903,98.
  • Contribuintes que tiveram rendimentos não tributáveis (seguro desemprego, vale transporte, etc) acima de R$ 40.000,00.
  • Trabalhadores rurais com rendimento bruto anual superior a R$ 128.308,50.
  • Contribuintes que investiram qualquer valor em ações em bolsa, criptomoedas e similares.
  • Contribuintes com imóvel ou terrenos com valor superior a R$ 300 mil.

O que vou precisar para fazer a declaração de imposto de renda
Para fazer a declaração de imposto de renda alguns documentos são indispensáveis. São documentos que comprovam sua identidade como os números de RG, CPF, Título de eleitor e também os dados que comprovam a residência do contribuinte.

Também são necessários para a declaração alguns documentos importantes que se referem a renda do contribuinte, como:

  • Informes de rendimento das fontes pagadoras;
  • Informes de rendimento das instituições financeiras;
  • Informes de rendimento de bens móveis e imóveis recebidos;
  • Darf´s;
  • Notas fiscais de serviços que garantem dedução de imposto.

Aposentados, pegue o informe de rendimento no INSS
Os aposentados e pensionistas podem verificar o informe de rendimento diretamente pelo site da Previdência Social. É fundamental verificar se os valores recebidos estão dentro da faixa de obrigatoriedade da declaração.

A Previdência costuma disponibilizar o informe para download no final do mês de fevereiro.

Recibos e notas fiscais: o que não pode faltar
As despesas com médicos, dentistas e outros profissionais de saúde, exames, internações e planos de saúde podem ser deduzidas integralmente no Imposto de Renda, mas precisam estar bem organizadas.

Lembre-se que é importante guardar os papéis por no mínimo cinco anos, a Receita Federal pode solicitar a comprovação da veracidade das informações.

A organização é tudo, por isso separe todos os recibos, notas fiscais e boletos de despesas pagas ao longo do ano passado.

Fique atento, confirme se os papéis discriminam o nome do prestador, endereço, o serviço prestado, valor, CPF ou CNPJ de quem prestou o serviço, além do seu nome completo e CPF.

Gastos com educação
Como de costume a Receita Federal só aceitará a dedução de despesas com escolas de ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação ou técnico.

Portanto, não tente lançar gastos com cursos extracurriculares, como inglês ou balé, nem com cursinhos preparatórios para a faculdade, porque não serão considerados.

A Receita Federal também não aceita despesas com compra de livros, uniforme ou qualquer tipo de material escolar também não são aceitas.

Não se esqueça de juntar e organizar os boletos ou recibos de pagamento, que devem trazer o nome da escola e o CNPJ, além do nome do aluno. Além das despesas próprias com educação, você também pode abater os gastos dos seus dependentes e alimentandos

Estar preparado é sempre a melhor opção
Chegamos ao final do mês de janeiro, até o início do período de declaração você terá um bom tempo para se organizar e ficar tranquilo no momento de preparar e enviar sua declaração de imposto de renda.

Por enquanto, opte por organizar e separar todos os documentos necessários para ganhar tempo e não correr nenhum risco de complicar o envio da declaração.

Fonte: site Dinheirama

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31 jan
By: Blog SIAS 0

Planejamento financeiro familiar equilibrado

A elaboração de um planejamento financeiro familiar assegura o detalhamento do cenário econômico do lar, permite prever instabilidades e definir ações de preservação do patrimônio.

A constituição do documento, além disso, garante maior controle sobre as receitas e despesas mensais. Isso, sem dúvida, é essencial para atribuir sustentabilidade e independência financeira à unidade familiar.

Planejamento financeiro familiar ajuda a alcançar objetivos
A ideia central do planejamento familiar é compreender a situação econômica vivenciada e projetar medidas a serem adotadas para alcançar determinado objetivo financeiro. Para isso, os integrantes podem estabelecer metas de curto e longo prazo e, a partir delas, criar etapas a serem seguidas por determinado período.

Ao elaborar esse plano, portanto, é indispensável fazer diagnósticos sobre todas as receitas e despesas da casa, avaliando os gastos fixos e variáveis e as previsões orçamentárias da família.

Posteriormente, a partir das informações levantadas, será possível repensar a destinação de recursos para reorganizar a vida econômica. Como resultado desse movimento para a ordenação das finanças, a família poderá alcançar maior estabilidade, quitar dívidas e realizar seus projetos pessoais.

Saúde financeira também melhora com bom planejamento
O processo para a elaboração do planejamento financeiro familiar exige, como citado anteriormente, uma análise sobre a realidade financeira do lar e a definição exata de objetivos econômicos e projetos a serem realizados.

É por essa razão que o documento constitui uma ferramenta importante para ajudar a família a racionar o uso dos recursos pelos seus integrantes. Por meio dela, os familiares poderão reunir esforços para pensar em ações para a retomada da sustentabilidade do lar.

A partir do planejamento, ainda, a unidade familiar poderá alcançar maior liberdade e autonomia financeira a longo prazo, podendo realizar sonhos, como adquirir a casa própria, viajar e investir na carreira profissional.

Passo a passo para conquistar um planejamento financeiro familiar equilibrado
Para elaborar um planejamento financeiro equilibrado e usufruir de todos os benefícios que ele atribui à unidade familiar, basta seguir algumas dicas. Veja a seguir.

Liste todos os gastos da família
O primeiro passo para constituir um plano equilibrado é listar todos os gastos da família. Para que esse levantamento seja eficaz, é indispensável considerar os custos de todos os integrantes e, também, os investimentos operados.

A partir dessa medida, será possível verificar quais são as maiores fontes de escoamento de recursos da casa e se elas são, de fato, necessárias. Dessa maneira, gastos supérfluos poderão ser cortados do orçamento mensal.

Sem dúvidas, essa etapa é fundamental para, logo de início, observar quais adaptações devem ser feitas pelos membros da família.

Determine objetivos em conjunto
Posteriormente, será preciso determinar objetivos comuns aos integrantes da família e estabelecer um prazo para que sejam concretizados.

Essa definição é valiosa para o direcionamento de ações coerentes com os propósitos dos integrantes. Afinal, a programação tem que seguir um norte certo — que pode ser adaptado com o tempo conforme as vontades dos familiares.

Se um dos objetivos é, por exemplo, que as crianças se formem na faculdade, não é adequado para o planejamento cortar gastos com educação, visto que isso que contribui para a realização do sonho em questão. Nessa hipótese, vale conferir outras fontes de escoamento de recursos materiais que consomem o orçamento do lar.

Inclua as crianças no planejamento
Outro ponto relevante para a elaboração de um planejamento equilibrado é a inclusão dos filhos em seu processo de criação. Isso porque a reorganização financeira envolverá todos os integrantes familiares e, eventualmente, implicará em restrições em relação aos gastos das crianças e adolescentes.

Por essa razão, é preciso ouvi-los, de modo a demonstrar sua importância no processo de cumprimento das metas estabelecidas e para determinar contrapartidas aos cortes orçamentários impostos.

Os benefícios dessa atitude serão inúmeros. Entre eles, é possível citar o aumento da cumplicidade entre os membros e o fortalecimento do espírito colaborativo para o alcance de projetos comuns.

Crie reservas de emergência e de longo prazo
Um dos elementos indispensáveis para um planejamento financeiro equilibrado é a previsão de reservas de emergência. O ideal é que, a partir da análise dos gastos e do corte de custos, a família consiga economizar dinheiro e destinar uma parcela de seu orçamento mensal para a constituição desses fundos.

Dessa maneira, além de reordenar a economia da casa, será possível se prevenir de imprevistos futuros que ocasionam prejuízos à saúde financeira.

Determine os melhores investimentos
Para alcançar a independência financeira e ter maior qualidade de vida em família, é de extrema importância investir os valores poupados.

O capital estagnado, ao longo dos anos, pode ocasionar prejuízos ou representar perdas significativas de oportunidades de mercado. Por essa razão, deve-se verificar possibilidades de atualização dos valores e de rendimento dos recursos.

Portanto, para conseguir que o valor retorne de maneira satisfatória, estude quais são os melhores tipos de investimentos, de acordo com o seu perfil, e defina as formas mais adequadas para aplicar o patrimônio acumulado. Assim, estará compondo uma reserva robusta em aplicações que podem vir a agregar à renda da família posteriormente.

Para além das alternativas convencionais, considere também soluções em seguro de vida. Elas oferecem proteção financeira à unidade familiar em casos de morte, doenças graves ou acidentes do segurado. Sem dúvidas, essa garantia propicia tranquilidade para a manutenção do padrão de vida frente a imprevistos.

A elaboração de um planejamento financeiro familiar permite avaliar a realidade econômica da casa com maior profundidade, perceber falhas na administração dos recursos e criar estratégias para proteger o patrimônio de eventos imprevistos.

Dessa forma, é possível reordenar a destinação das receitas e estabelecer metas para alcançar a saúde financeira do lar e realizar projetos e sonhos comuns.

Fonte: Infomoney

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25 nov
By: Blog SIAS 0

Como se proteger de golpes na Black Friday

Se você vai fazer compras durante a Black Friday, deve ficar atento com os muitos golpes que infelizmente são aplicados, já que muitos hackers tentam roubar dados e enviar vírus aos consumidores, sem contar os golpistas que chegam a desenvolver sites de compras falsos para atrair o consumidor, vender e não entregar.

Para que você aproveite os descontos e não caia em nenhuma cilada, vamos mostrar os golpes mais comuns durante a Black Friday e como se proteger de cada um deles. Confira!

Acesso às lojas onlines
Os dados do consumidor, como documentos, endereços, número do cartão de crédito e até a senha podem ser capturados nas redes gratuitas de internet.

A dica é nunca fazer compras online em lan houses, cyber cafés ou máquinas e redes públicas.

Se for comprar pelo celular, é fundamental que o aparelho tenha um antivírus, e o navegador e o sistema operacional precisam estar atualizados, bem como o firewall ativado.

Identificando um site seguro
Durante a Black Friday, muitos golpistas criam sites falsos idênticos a páginas de grandes redes de lojas. Por isso, você precisa saber como identificar um site verdadeiro.

O símbolo de um cadeado na barra de endereço, do lado esquerdo, é um dos sinais de que o site é oficial. Mas não confie totalmente. Verifique se isso também não foi fraudado. A dica é simples: clique sobre o cadeado e aguarde o redirecionamento à página original da empresa na internet. Deverá parecer um pop-up (janela) dizendo que a conexão é segura e mostrando os certificados.

Se o endereço da loja começa com https:// é outro fator positivo. Esta sigla diz que a comunicação com o site é criptografada, aumentando muito a segurança dos dados e dificultando a captura das informações.

Saiba que a Lei da Internet determina que as lojas virtuais deixem bem visíveis informações da empresa como endereço físico, número de telefone e o CNPJ. Então, confira se existem também estas informações.

Promoções
Outro caminho usado pelos golpistas é a criação de falsas promoções enviadas por e-mail, que apresentam links parecidos com os sites verdadeiros.

Se você receber um e-mail anunciando uma promoção, verifique o remetente, cujo endereço, após o “@”, tem de ter o site correto da empresa que supostamente enviou a oferta.

Não clique no link. Vá para a barra de endereço do seu navegador, digite o nome da empresa e acesse seu site para ver se existe mesmo a promoção.

Esses golpes também podem ser enviados por SMS e WhatsApp. São sempre links com promoções tentadoras, então desconfie de descontos muito grandes.

As redes sociais também podem trazer links de promoções que direcionam para páginas falsas.

Antivírus
Ter um bom antivírus instalado e atualizado tanto no computador quanto em dispositivos móveis (celular e tablet) ajuda a verificar sites que contenham arquivos maliciosos, vírus ou indicação de riscos de ataques de hackers.

Senhas
Especialistas em segurança da informação recomendam que o consumidor crie uma senha diferente para cada cadastro em lojas onlines e nunca use a senha de seu banco ou e-mail.

Salvar as páginas
Procure salvar ou imprimir cada etapa da compra durante a Black Friday. Assim terá prova da compra e do pagamento.

Proteja seu cartão de crédito
Um dos principais alvos dos golpistas é o cartão de crédito usado nas compras online. A dica é nunca usar a opção de salvamento automático do número do cartão nas lojas online, impedindo que suas informações pessoais fiquem armazenadas.

Dê preferência para utilizar o cartão virtual, que tem um código diferente para cada compra online. O número é válido para uma única compra e só pode ser usado por um tempo determinado. O cartão virtual, normalmente, é gerado a partir de um aplicativo do banco.

Formas de pagamento
Desconfie das lojas online que só aceitam pagamento da compra via transferência bancária ou boleto.

Se escolher pagar por boleto, uma dica é usar o aplicativo no celular que faz a leitura do código de barra. Se houver algum problema com este código, o sistema não vai conseguir identificá-lo.

 

Fonte: Consumidor Positivo

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25 nov
By: Blog SIAS 0

Dívidas: o que considerar para viver longe delas?

Vamos falar sobre dívidas. Será que você, como a maior parte das famílias brasileiras, está endividado? São muitas as nuances sobre o assunto e neste artigo vamos tratar das principais.

Para começar existem as dívidas “saudáveis”, ou seja, aquelas que você faz agora para conseguir resultados melhores adiante, como um investimento em um curso ou equipamentos para a empresa por exemplo. E existem as dívidas que você simplesmente faz ou que aparecem na sua vida devido a circunstâncias emergenciais.

E também são diferentes os perfis de quem deve: O primeiro é aquele que se tornou devedor por circunstâncias fora do habitual, como a perda de um emprego. É alguém que não gosta de dever por aí e que, não fosse o acontecido, estaria com as contas em ordem e no máximo com algumas compras parceladas a ir pagando. Quem é que nunca passou por isso, não é mesmo?

Depois também existe o perfil de quem vive endividado porque as despesas habituais são maiores que a receita. É alguém que não costuma gastar além da conta, mas realmente o que entra não é suficiente para pagar os gastos básicos.

E, finalmente, temos aquele que poderia ter uma vida financeira equilibrada, ganha bem, mas vive gastando mais do que pode e em coisas que não deve. Como resolver cada uma das situações?

Renda extra e autoconhecimento para lidar com as dívidas
Quem está passando por um momento emergencial deve considerar que vai passar, como tudo na vida. Quem é que nunca passou por apertos de todas as formas, não é mesmo? O que é preciso fazer nesta fase é tentar cortar ao máximo as despesas e ir trabalhando para conseguir um dinheiro a mais na conta. Você pode tentar freelas ou atividades proporcionadas pela economia criativa.

Quem tem receita menor que as despesas, ainda que as despesas sejam básicas, deve urgentemente arrumar meios de ganhar mais, seja procurando um novo trabalho ou fazendo extras. Caso contrário, estará sempre gastando mais do que o padrão permite e tenderá a não conseguir sair dessa situação.

Já quem está endividado por “escolha própria” porque poderia fazer diferente, deve tentar entender o que está acontecendo para que eventuais frustrações ou falta de ânimo estejam parando nas compras. Muitas vezes o problema é emocional.

Somos seres humanos e é natural que busquemos refúgio em coisas que nos façam momentaneamente bem. O problema é quando esse tipo de coisa se torna frequente e vira uma bola de neve na conta.

Nesse caso, além de auxilio profissional, vale a pena usar táticas como não andar com cartão de crédito e nem dar atenção aquele monte de publicidade que chega no e-mail. Simplesmente delete para não correr o risco!

Vale para todas as situações
É claro que a questão do endividamento é complexa, e estou resumindo os perfis e situações de forma simples neste artigo. Mas é importante entender que independente da situação, resolver a questão das dívidas é fundamental para alguém seguir adiante na vida financeira. Não dá para guardar nem investir se você tiver dívidas pesadas e estiver pagando juros altos por elas.

A melhor coisa a fazer, portanto, é tentar negociar as dívidas com juros altos por outras com juros menores e até, se possível, fazer uma oferta para quitar o que deve. Geralmente os descontos concedidos são altos.

Negocie dívidas o quanto antes
Para negociar você pode conversar diretamente com a instituição para a qual deve, mas hoje felizmente também há alternativas simples, menos burocráticas e que não exigem que a pessoa se apresente pessoalmente nem gaste horas ao telefone tentando negociar.

No último sábado participei de um painel do Dinheirama e da Grão (que antes se chamava Diin) e o tema era endividamento. A fintech convidada foi a Blu 365, que é exatamente uma plataforma de negociação de dívidas.

Sempre digo que acredito muito no potencial das startups porque elas se dispõem a resolver problemas que o mercado tradicional vê, mas em geral não resolve. No caso da Blu, a ideia é possibilitar um acordo online entre devedor e credor, sejam lojas, bancos, etc.

Além disso, a Blu tem o chamado radar Renda Extra, que mapeia uma série de possibilidades para quem quer, além de quitar a dívida, não se endividar mais por falta de dinheiro (algo bem direcionado a um dos perfis de que falei anteriormente).

Há, por exemplo, sugestões para se ganhar dinheiro com pesquisa remunerada, aplicativos de entrega, revenda de produtos, etc.

O importante, caso esteja devendo, é não se desesperar , respirar fundo e entender que as alternativas existem. Lembre-se que a questão do endividamento é algo que pode ser resolvido e você tem todas as possibilidades para retomar o rumo em breve, basta agir realizando o que é possível no momento!

Fonte: Dinheirama

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