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25 nov
By: Blog SIAS 0

Decisões que podem prejudicar seu Orçamento Familiar

Falta de atitude é um grave problema; atitude demais, em algo errado, também. Essa realidade acaba desencadeando decisões equivocadas e com enorme potencial destrutivo. Escolhi cinco decisões comuns que prejudicam o orçamento familiar. Acompanhe:

Usar sempre a função rotativa do cartão de crédito
O cartão de crédito é uma ótima ferramenta de pagamento e colabora para que muita gente controle o pagamento das despesas de forma consciente e organizada. Conseguir concentrar os gastos, ganhar dias para efetuar o pagamento da fatura e a segurança são alguns pontos de destaque presentes no cartão de crédito.

Infelizmente, algumas pessoas enxergam o cartão de crédito como “dinheiro grátis”. Ok, posso estar exagerando, mas ao olhar com calma a atitude de algumas pessoas, parece que não enxergam que mais cedo ou mais tarde a fatura chegará e que o pagamento precisará ser feito.

Essas pessoas que gastam demais, contando com o limite do cartão, esquecem de levar em conta o que de fato é mais importante: o próprio limite de orçamento familiar. Não tendo o dinheiro para pagamento integral da fatura do cartão, a saída é utilizar a função do rotativo do cartão de crédito.

O erro é muito grave, já que de acordo com a pesquisa mensal de juros da Anefac, em agosto de 2014 a taxa média do rotativo do cartão é de 238,67% ao ano. O número é grande, mas o estrago financeiro é enorme. Quem está nessa situação precisa rapidamente tomar duas medidas fundamentais:

  • Admitir a culpa pelo erro, afinal o culpado não é o cartão e sim quem foi lá e digitou a senha na hora de efetuar o pagamento;
  • Eliminar a dívida o mais rapidamente possível, afinal com os juros em 238% ao mês, qualquer orçamento pessoal explode. Analise com cuidado a situação e utilize uma linha de crédito com juros mais baixos para quitar a dívida. Um bom exemplo para essa situação é o crédito consignado que possui taxas bem inferiores.

Fazer compras com pressa
Quem não gosta de dar uma passadinha no shopping? Muita gente encara o ato de ir às compras como uma terapia, um lugar onde é possível esquecer os problemas do dia a dia. Sem perceber, algumas pessoas que agem dessa maneira acabam criando problemas para o orçamento no decorrer do tempo.

A excelente Adriana Rodopoulos já abordou o assunto algum tempo atrás, aqui mesmo no Dinheirama, e nos brindou com uma intrigante reflexão: afinal, a compra por impulso é boa para quem?

Naquele momento, vivíamos a febre das compras coletivas, onde o discurso das promoções parecia obrigar as pessoas comprar. As promoções, ou apenas a ideia de que elas existem, nos impulsionam a comprar além das nossas possibilidades. Acompanhe abaixo um trecho do artigo escrito pela Adriana:

“Quando verificamos que o valor que realmente será pago é bem menor do que aquele que está em destaque, a nossa mente nos aplica outro golpe, nos informando que aquele é um ‘ótimo negócio’, uma ‘promoção imperdível’.

Para quem termina a avaliação neste estágio e opta pela compra, é tarde: este consumidor provavelmente comprou por impulso. E aí há dois grandes problemas:

1. O primeiro deles é saber se o preço com desconto, ainda que bastante inferior ao preço cheio, vai caber no bolso ou não. Essa análise fica comprometida porque o ponto de partida da avaliação é ou preço cheio ou o desconto e não a disponibilidade financeira;

2. O segundo ponto é avaliar se o cliente terá condições de usufruir do produto ou serviço dentro do prazo estipulado e das condições impostas pelo anunciante. O preço pode ser tão atraente que os detalhes da compra (as famosas ‘letrinhas miúdas’) são ignorados.”

Mais do que nunca, o poder de compra das famílias está baixo. De acordo com recentes pesquisas, a Classe C, que segurou por vários anos o crescimento do país, parou de consumir, e uma das razões para isso acontecer agora é o alto endividamento das famílias.

O momento é de cautela e planejamento. As compras por impulso precisam ser substituídas pelo consumo cada vez mais consciente.

Usar o cheque especial como complemento de renda e ao mesmo tempo investir na caderneta de poupança
A correria do dia a dia não deixa tempo para planejarmos quase nada e acabamos agindo boa parte do tempo no chamado “piloto automático”. Assim, acabamos adotando algumas práticas pelo impulso, sem racionalizar e efetivamente ter a certeza de estar fazendo a coisa certa.

Muita gente comete um desses erros que considero grave simplesmente por desconhecimento ou por ingenuidade. Conheci muitas pessoas que utilizam a linha de crédito conhecida como cheque especial, pagando juros médios de 13,5% ao mês (medidos em setembro, de acordo com o Banco Central), e ao mesmo tempo “investem” na caderneta de poupança (rendimento próximo de 3,5% ao ano).

Não é preciso muito esforço matemático para perceber o grave erro: tomar dinheiro emprestado do banco pagando juros de 13% ao mês e manter dinheiro aplicado na poupança, que paga 3,5% ao ano.

Acredito que o erro acontece, na maioria dos casos, por desconhecimento e comodismo das pessoas. Cheque especial é uma linha de crédito emergencial que, dada a sua facilidade de aquisição e uso, torna o dinheiro que é emprestado extremamente caro.

As pessoas devem ter a consciência de que é imprescindível ter uma reserva de emergência capaz de cumprir o papel do cheque especial. Se o gasto está maior do que a receita sempre, obrigando o uso do cheque especial, é fundamental ajustar o orçamento e cortas despesas que não sejam extremamente necessárias. A regra é clara: ninguém pode gastar mais do que ganha.

Dar valor demais ao status
Um dos graves problemas da atualidade é a necessidade de muita gente de parecer e mostrar ser alguém que de fato não é. A ideia de demonstrar ser alguém bem-sucedido, que tem tudo do bom e do melhor é extremamente cultuada e venerada pelas pessoas. Ter parece ter virado sinônimo de Ser.

Hoje é muito comum, por exemplo, observar nas redes sociais um bocado de pessoas competindo para demonstrar quem fez a viagem mais interessante, quem tem o carro mais desejado e por ai vai. É a ditadura do Ter em detrimento do que é realmente mais importante, o Ser.

Anteriormente, aqui no Dinheirama abordei o assunto e escrevi um texto sobre o status e a necessidade de demonstrar o poder através das redes sociais. Quero aqui compartilhar um dos pensamentos propostos no texto, acompanhe:

“A verdade é que as redes sociais e a exposição característica de uma vida desejada serve como uma fuga da realidade, uma tentativa de diminuir o sofrimento com a vida real e seus inúmeros problemas e desafios.

Essa tentativa de fuga pode ser muito cruel, tanto para si como para os outros, já que alimenta a necessidade de ostentar, infla o ego e desperta inveja. O sapato, o carro e o celular novo que estão exibidos nas fotos não retratam, em boa parte dos casos, a real situação das pessoas.”

Estou convencido de que, para muitas pessoas, as redes sociais se tornaram uma ferramenta depressiva e perigosa. Muita gente se tornou pior com a necessidade de exposição e arrastou para essa realidade outros que se viram diminuídos por não terem a condição de acompanhar e ter a mesma “vida perfeita” dos amigos.

O resultado? Para não ficar “em baixa”, o jeito foi recorrer ao dinheiro emprestado para continuar comprando e ostentando. O endividamento cresceu e há muita gente vivendo uma vida artificial nas redes sociais, mas penosa e caríssima no mundo real.

Muita gente está agindo de forma absolutamente danosa, gastando o dinheiro que não tem, para comprar coisas de que não precisa, para impressionar pessoas de que ela não gosta. Esse pensamento retrata com exatidão o que acontece hoje na sociedade de maneira geral.

Comprar porque está barato, não porque precisa
O mês de novembro já está chegando. E daí? Bom, em novembro aqui no Brasil vem ganhando impulso uma data muito conhecida nos EUA, onde os lojistas oferecem aos consumidores oportunidades reais de desconto em diversos produtos. Conheço muita gente que relata descontos de até 80% em produtos na chamada Black Friday norte-americana.

No Brasil, infelizmente a coisa foi distorcida e muita gente acabou entrando de gaiato no discurso e na publicidade feita nos anos anteriores. Os problemas foram tão graves que os órgãos de defesa do consumidor precisaram intervir e notificar diversas lojas que maquiaram os preços para oferecer às pessoas descontos que não existiam de fato.

Quando a vontade ou o sonho de ter algo encontra a palavra “promoção”, essa situação cria no nosso cérebro a “desculpa perfeita” para comprarmos o queremos sem culpa, ainda que não tenhamos o dinheiro para tanto ou que a promoção seja artificial, falsa.

Em outros casos, onde as promoções acontecem de fato, também é preciso cautela. Não é porque algo está em promoção que devemos simplesmente comprar. O consumo precisa partir da conscientização em organizar o orçamento e planejar as compras, seja quando ela for necessária, seja quando ela for possível de acordo com o orçamento familiar.

Precisamos, como sociedade e como consumidores, adotar uma postura diferente, aprendendo a negociar preços e condições melhores e também não aceitando promoções falaciosas.

Orçamento familiar: conclusão
Tornar-se alguém rico e bem-sucedido muitas vezes passa pela necessidade de eliminar erros cometidos diante de decisões simples de compra e uso do crédito. O sistema financeiro brasileiro é desafiador na medida em que cobra juros elevados nos empréstimos.

O orçamento familiar deve ser tratado como uma prioridade e não como um simples resultado de ações sem planejamento realizadas ao longo do tempo.

Você concorda com minhas observações? Ficarei muito contente em contar com a sua participação. Aproveite o espaço de comentários abaixo e registre sua opinião. Obrigado e até a próxima!

Fonte: Dinheirama

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25 nov
By: Blog SIAS 0

Outubro Rosa e Novembro Azul contra o câncer

As cores são fundamentais em nossa vida. Dependendo de sua tonalidade e intensidade, por exemplo, podem despertar sensações e sentimentos como a raiva, calma, felicidade e tristeza. Além disso, elas têm um papel social muito importante, sendo utilizadas até mesmo em campanhas de conscientização, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul.

Saber utilizar as cores da maneira correta é muito importante para que esse tipo de proposta dê certo. E podemos considerar esses movimentos como verdadeiros casos de sucesso, pois vêm contribuindo para a prevenção de sérios problemas de saúde e para uma maior longevidade da população!

Por conta disso, em nossa conversa de hoje, discutiremos os principais aspectos dessas campanhas e como elas promovem a conscientização das doenças que apresentam os maiores graus de mortalidade entre homens e mulheres de todo o mundo. Boa leitura!

Outubro Rosa e Novembro Azul: cores como ferramenta de conscientização
Como mencionado no início deste texto, as cores têm um importante papel em nossas vidas. Elas são, inclusive, utilizadas em hospitais e outros estabelecimentos com propostas curativas e relaxantes, buscando deixar o ambiente mais acolhedor para pacientes e pessoas em situação de vulnerabilidade.

No mais, elas também são muito importantes nas campanhas de conscientização. Todos os meses do ano recebem uma cor associada a um problema específico, aumentando a propagação de informação sobre esses temas.

Os mais famosos, no entanto, são o Outubro Rosa e o Novembro Azul, que associam cores normalmente relacionadas com itens masculinos e femininos a problemas que acometem homens e mulheres ao redor de todo o mundo — o câncer de próstata e o câncer de mama.

A história do Outubro Rosa: a luta contra o câncer de mama
O câncer de mama é um problema que mata milhões de mulheres todos os anos — e também pode acometer os homens, ainda que em muito menor escala.

A alta mortalidade dessa doença está relacionada à dificuldade de diagnóstico do tumor. Contudo, quando é precocemente identificada, a enfermidade pode ser tratada e apresenta altas taxas de sucesso, fazendo com que a mulher possa levar uma vida normal por muitos e muitos anos.

Para incentivar a realização dos exames preventivos, a campanha Outubro Rosa surgiu na década de 1990, chegando ao Brasil no início dos anos 2000.

Atualmente, o movimento está presente em todo o mundo e tem contribuído fortemente para a conscientização sobre esse problema.

A história do Novembro Azul: a luta contra o câncer de próstata
Após o começo do sucesso da campanha Outubro Rosa, surgiu, em 2003, um movimento internacional conhecido como Movember (uma mistura entre as palavras mo — diminutivo de moustache, ou seja, bigode — e november, que significa novembro). Ele falava sobre uma série de problemas de saúde relacionados ao público masculino.

No Brasil, ele recebeu a roupagem de Novembro Azul e também tem sido uma importante ferramenta na conscientização desse grupo contra outra doença altamente perigosa, o câncer de próstata.

Conscientizar os homens, que são mais resistentes aos exames preventivos, é um passo fundamental para aumentar o rastreio desse tipo de problema. Assim, é possível tratá-lo com muito mais eficácia, permitindo, também, uma vida completamente saudável para o paciente.

Como você pôde ver, Outubro Rosa e Novembro Azul são campanhas essenciais para a qualidade de vida da população mundial. Elas auxiliam diretamente na conscientização das pessoas acerca de dois dos principais tipos de câncer, contribuindo para que homens e mulheres saibam como se prevenir contra essas doenças.

Vale destacar que, além do acompanhamento médico e realização de exames preventivos, é importante contar com um seguro de vida que contemple a cobertura para doenças graves, como diferentes tipos de câncer. Assim, caso seja acometido pelo tumor, terá maior tranquilidade para arcar com os custos de remédios e transporte, por exemplo, que não são cobertos pelo plano de saúde.

Fonte: InfoMoney

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08 out
By: Blog SIAS 0

Campanha de Vacinação contra o Sarampo já começou

A partir de segunda-feira (7), o Brasil inicia nova Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo em todos os postos de saúde, com foco em dois grupos. O primeiro vai de 7 a 25 de outubro e irá imunizar crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, com o dia D de vacinação no dia 19 de outubro. Já o segundo grupo, previsto para iniciar no dia 18 e novembro, será direcionado para adultos na faixa-etária de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia. A meta é vacinar 2,6 milhões crianças na faixa prioritária e 13,6 milhões adultos. Para isso, o Ministério da Saúde garantiu a maior compra de vacinas contra o sarampo dos últimos 10 anos. Ao todo, 60,2 milhões de doses da tríplice viral foram adquiridas para garantir o combate à doença nos municípios.

“Vacina é um direito da criança. Ela não consegue ir sozinha a uma unidade de saúde para se vacinar. Pais, responsáveis, avós chequem a carteira de vacinação como ato de respeito e de amor”, enfatizou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Se estiver incompleta, leve a criança para tomar a segunda dose. Se a criança não tiver tomado nenhuma, ela deve tomar a primeira dose e, na sequência, a segunda”, explicou o ministro.

Para incentivar a vacinação de crianças, o Ministério da Saúde irá disponibilizar R$ 206 milhões que serão destinados aos municípios que cumprirem duas metas estabelecidas pela pasta. Para receber esse recurso adicional, os gestores terão que informar mensalmente o estoque das vacinas poliomielite, tríplice viral e pentavalente e atingir 95% de cobertura vacinal contra o sarampo em crianças de 1 a 5 anos de idade com a primeira dose da vacina tríplice viral. ”

Vacinar contra o sarampo é importante para evitar complicações como cegueira e infecções generalizadas que podem levar a óbito. Por isso, o Governo Federal em parceria com os estados e municípios estão unindo esforços para vacinar 39,9 milhões de brasileiros, 20% da população, que hoje estão suscetíveis ao vírus do sarampo, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar da faixa etária de 20 a 29 anos concentrar a maior parte desses brasileiros (35%), são os menores de 5 anos o grupo mais suscetível para complicações do sarampo.

Desde o início do ano, foram distribuídas 25,5 milhões de doses da vacina tríplice viral para garantir a todos os estados a vacinação de rotina, as ações de interrupção da transmissão do vírus e a dose extra chamada de ‘dose zero’ a todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias.

DADOS DE SARAMPO
Nos últimos 90 dias, o Brasil registrou 5.404 casos confirmados de sarampo. Dos casos confirmados nesse período, 97% (5.228) estão concentrados em 173 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana. Os outros 176 casos foram registrados em 18 estados (RJ, MG, MA, PR, PI, SC, RS, CE, MS, PB, PE, PA, DF, RN, ES, GO, BA E SE). Os dados estão no novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta-feira (4/10).

Foram confirmados seis óbitos por sarampo no Brasil, sendo cinco em São Paulo e um em Pernambuco. Quatro óbitos ocorreram em menores de 1 ano de idade e dois em adultos com 31 e 42 anos.

DEZ PASSOS PARA AMPLIAÇÃO DAS COBERTURAS VACINAIS
Durante a coletiva, o Ministério da Saúde anunciou dez passos para garantir a ampliação das coberturas vacinais nas unidades de saúde do país. As medidas estão direcionadas aos trabalhadores que garantem a vacinação da população. Entre as iniciativas estão manter a sala de vacina aberta todo o horário de funcionamento da unidade; evitar barreiras de acesso como a não obrigatoriedade do comprovante de residência para vacinação, bastando apenas o cartão do SUS; aproveitar as oportunidades de vacinação como consultas ou outros procedimentos na unidade de saúde para verificar situação vacinal.

Além disso, monitorar a cobertura vacinal, identificando pessoas que estão com pendências vacinais, com a busca ativa de usuários faltosos e com estratégias comunitárias, reconhecendo populações em vulnerabilidade; garantir o registro adequado da vacinação utilizando tanto o cartão ou caderneta de vacinação do usuário quanto os sistemas da estratégia e-SUS AB.

Orientar a população sobre atualização do calendário vacinal também faz parte dos dez passos para ampliação das coberturas vacinais, promovendo ações coletivas de educação em saúde com a comunidade para a prevenção de doenças por meio da vacinação. Além disso, é de extrema importância combater qualquer informação falsa sobre vacinação, identificando e dialogando com as famílias resistentes sobre a vacinação, explicando a segurança e benefícios da vacinação.

Também é preciso intensificar as ações de vacinação em situações de surto, com monitoramento de surtos ativos e com estratégias de resposta rápida no enfrentamento à situação; promover a disponibilidade e a qualidade das vacinas ofertadas à população, planejando o quantitativo de doses necessárias e monitorando continuamente as condições de armazenamento das vacinas. É importante, como parte dos dez passos, garantir pessoal treinado e habilitado para vacinar durante todo o tempo de funcionamento da unidade.

 

Fonte: Ministério da Saúde

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08 out
By: Blog SIAS 0

Como falar de dinheiro com seus filhos

Não existe idade certa para começar a falar sobre dinheiro. Mas é fato que grande parte dos problemas relacionados a dinheiro se deve a falta de educação financeira básica. Portanto, quanto mais cedo o tema for tratado entre as crianças, de maneira simples e franca, maiores as chances delas manterem uma relação saudável com o consumo quando se tornarem adultas.

Pensando nisso, o site Como Investir, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), reuniu cinco dicas de como tratar o tema com os pequenos. Confira:

1 – Exemplo em 1° lugar
Desde muito novas, as crianças observam todas as atividades cotidianas. Ainda que não entendam de onde vem o dinheiro, são capazes de perceber o ato de comprar algo ou pagar uma conta. Por esse motivo, o exemplo dos responsáveis é fundamental. As crianças assimilam e absorvem desde cedo os hábitos de consumo e poupança de uma família.

Segundo Ana Leoni, superintendente de Educação da Anbima, é importante mostrar que o dinheiro não “brota do chão”, que é fruto de esforço. “Quando seu filho pedir um brinquedo mais caro, mostre a ele que aquele item requer uma economia maior do que uma barra de chocolate, por exemplo.”

2 – Aprendendo no dia a dia
Muitos pais evitam falar sobre dinheiro para os filhos, e isso transforma o assunto em um tabu. Claro que não é necessário entrar em detalhes, contar para seu filho qual o seu salário, por exemplo. No entanto, as situações do cotidiano podem servir para ensinar muito sobre educação financeira.

Um passeio no shopping pode ser uma oportunidade para discutir porque o preço do mesmo produto varia em diferentes lojas ou, também, para falar das diferenças entre as coisas que “devemos” e as que “desejamos” comprar.

3 – Pra começar, o cofrinho
O “cofrinho” também é uma boa maneira de ensinar dinheiro para as crianças. Há uma série de conceitos que podem ser englobados neste exemplo: explicar sobre o valor de diferentes moedas, sobre o que é poupar, como guardar dinheiro aos poucos para adquirir algo melhor futuramente. “O cofrinho é uma experiência que mistura a necessidade de disciplina, de se planejar e de poupar para conquistar o que se deseja. É positivo exercitar isso desde cedo até porque traz uma sensação de independência e autonomia para os pequenos”, explica Ana.

Uma boa forma de ensinar o valor do dinheiro pode ser, por exemplo, propondo que as crianças guardem uma moeda por dia para poder comprar um chocolate no fim de semana. Com atividades como essa as crianças já se familiarizam com os números.

4 – Depois, a mesada (ou semanada)
A mesada é um elemento eficaz de educação financeira. Combinar um dia do mês para fazer o “pagamento” e deixar que as crianças decidam o que fazer com o dinheiro estimula o amadurecimento emocional e financeiro delas.

Inclusive, é fundamental que os pais também cumpram as regras da mesada. Se o dinheiro acabar e as crianças quiserem mais, lembre-as da data do próximo pagamento e aproveite para falar sobre a importância de controlar os gastos ao longo do tempo.

Caso tenha dúvidas sobre a quantidade de dinheiro que se deve dar às crianças, a Ana sugere que seja um real por ano de idade. Por exemplo, a menina de 8 anos ganharia R$ 8 por semana, e o de 10 anos, R$ 10. A família também pode conversar sobre quais itens devem ser cobertos por este valor e elaborar um pequeno orçamento. “Talvez a criança precise de três mesadas para comprar aquilo que deseja, é aí que a importância do autocontrole e do planejamento entram em cena”, comenta Ana.

5 – Ajude a fazer o planejamento
Se seu filho recebe mesada, você pode ajudá-lo a planejar os gastos com o dinheiro, elaborando um pequeno orçamento com as despesas previstas.

Ajude a crianças a pensar nos gastos, no que ela poderá comprar com o dinheiro que conseguir juntar. Pensem juntos em objetivos e calculem quanto tempo de economia será necessário.

Fonte: Infomoney

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08 out
By: Blog SIAS 0

Conheça 5 decisões erradas sobre aposentadoria

Muitas das nossas decisões sobre temas da Educação Financeira são ainda tomadas com base em crenças populares e experiências práticas das pessoas. Isto pode funcionar algumas vezes, mas é mais fruto da sorte do que de um julgamento correto. E você não deveria tomar atitudes assim com relação à sua Aposentadoria.

Vamos analisar 5 destas crenças que você pode estar seguindo, mas não deveria!

1. Ainda sou muito jovem para pensar em Aposentadoria.
Esta é o mais clássico dos erros que cometemos neste tema. O ser humano, por natureza, não é muito bom para pensar a longo prazo: para nós, um ‘futuro distante’ significa no máximo 5 ou 10 anos do presente! Tanto é verdade que existem pessoas com 40 ou 45 anos que ainda acham que não precisam pensar na velhice.

Todos sabemos que quanto mais jovem se começa a economizar, mais teremos os juros compostos nos ajudando a garantir um futuro tranquilo.

Não se esqueça: já está tarde para começar a pensar na aposentadoria!

2. Calcular errado a idade máxima de vida.
A nossa expectativa de vida está aumentando cada vez mais, à medida que novos avanços na medicina curativa e preventiva aparecem. Por isso, não seja pessimista na hora de calcular até que idade irá viver!

Pesquise sempre a idade média de vida da região que você mora. E lembre-se que isso é uma média: há pessoas que vivem menos e outras que vivem mais! Em que grupo você quer estar?

3. Cuidar da Aposentadoria não é só se preocupar com o dinheiro.
Normalmente, a principal preocupação que temos é garantir um rendimento mínimo para quando a nossa idade já não permitir que nossa força de trabalho gere algum dinheiro lícito. Este pode ser o principal, mas este não deve ser o único aspecto para nos preocuparmos.

É preciso nos preparar para algo diferente nesta fase da vida: se não estivermos empregados, o que faremos todos os dias? Acordaremos cedo para fazer exercícios ou só ficaremos assistindo à televisão?

Guarde dinheiro. Mas preocupe-se também em dar um sentido, um significado especial e motivador para continuar levando uma vida feliz.

4. Em caso de problemas de saúde mais grave, vou recorrer ao atendimento público.
Isto pode realmente ser uma estratégia correta para outros países mais desenvolvidos. Mas no nosso país, infelizmente a realidade é outra.

Considere que você terá altos gastos médicos em sua Aposentadoria. E planeje-se para isso.

5. Vou viver de juros das minhas aplicações.
Correto! Pelo menos em parte …

Uma das maneiras de manter o rendimento é ter uma boa reserva de dinheiro aplicada em investimentos. Mas esta não deve ser a única estratégia a ser adotada.

O ideal é a diversificação: ter alternativas diferentes para se atingir o objetivo final. Assim, além dos investimentos, é preciso buscar planos de previdência (público e privado) e outras rendas como aluguéis ou investimentos em empresas (seja diretamente ou por meio da bolsa de valores).

Fonte: Blog Minhas Economias

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08 out
By: Blog SIAS 0

Objetivos Financeiros para alcançar até os 30.

Qual a sua idade? Está perto dos seus vinte anos? Se sim, você tem cerca de 10 anos de alcançar uma idade muito boa com relação à sua Vida Financeira: os 30 anos. Como você quer estar financeiramente quando chegar lá? Se você já passou dos 30, nunca é tarde para analisar o que deveria ser feito!

Os “30 anos” representam um marco, um ponto de inversão em nossa vida financeira.

Até esta idade, normalmente estamos gastando muito mais que ganhando: tivemos que pagar pelos estudos durante vários anos e, mesmo que tenhamos trabalhado desde cedo, o salário provavelmente não foi dos melhores.

A partir do 30 a nossa situação no trabalho já deveria estar melhorando, pois já vamos ter mais experiência e os cargos de chefia começam a ficar ao nosso alcance, gerando uma renda melhor.

Por outro lado, outros tipos de gastos vão surgir, como a compra do imóvel, o casamento e os filhos.

Enfim: de uma maneira geral, como deveria estar a sua situação financeira nesta idade? Vamos a alguns pontos que podem ser analisados.

1. Dívidas.
Nesta idade você não deveria ter nenhuma dívida. Claro que sempre há exceções, mas via de regra pouca coisa justifica uma dívida muito alta. Se este for o caso, significa que você gastou muito dinheiro na sua juventude.

Eventualmente você poderá ter algum tipo de financiamento, caso tenha adquirido algum imóvel recente. Mas neste caso você tem que garantir que tem condições de pagar as parcelas sem colocar em risco a sua saúde financeira.

2. Investimentos.
Não é preciso ter um valor muito grande nesta idade, mas o mais importante é ter algum dinheiro investido e, principalmente, ter um bom conhecimento do mercado financeiro.

A partir de agora você provavelmente terá mais dinheiro sobrando para investir. Mas não adianta ter o que investir mas não saber onde investir com sabedoria, conhecendo o seu perfil de risco e as opções do mercado.

Lembre-se: mesmo não tendo dinheiro nos seus 20 anos, prepare-se para saber onde investir quando estiver em melhores condições financeiras.

3. Aposentadoria.
Muito cedo ainda para pensar em aposentadoria? Não mesmo. O ideal seria começar até antes, mas se isto não ocorreu, comece já aos 30 anos a planejar a sua velhice.

E não pense apenas no lado financeiro, é preciso ter uma visão completa: como vai estar a sua saúde até lá? O que você vai estar fazendo? Como você quer envelhecer?

4. Hábitos financeiros
Um hábito é algo que fazemos de modo automático, sem ter que pensar sobre a atividade e com a sensação de pouco esforço necessário. E uma vez criado o hábito, é pouco provável que você “se livre” dele.

O difícil mesmo é criar o hábito. Exige dedicação, tempo e resiliência.

Por isso comece desde cedo a desenvolver os hábitos saudáveis relacionados à Educação Financeira: preparar o Orçamento, criar reserva de emergência, avaliar quais tipos de seguros são importantes, etc.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

5 hábitos que vão sabotar as suas Finanças Pessoais

Já ouviu falar em comportamentos sabotadores? São aqueles vícios que praticamos a toda hora, mas nem nos damos conta disso. Eles estão presentes em vários aspectos de nossa vida, inclusive em nossas Finanças Pessoais, e prejudicam de maneira perversa a nossa situação presente e futura. Como identificar estes hábitos ruins?

Leia a descrição abaixo de alguns destes comportamentos e analise se você costuma praticá-los com regularidade. E seja honesto consigo mesmo!

1. Trocar de celular todo ano.

É tentador possuir sempre a última inovação tecnológica, principalmente nos casos dos telefones celulares. A cada ano, novas funcionalidades ‘imprescindíveis’ são adicionadas e os aparelhos ficam cada vez mais elegantes.

Mas isso tem um custo … e não é pequeno (veja aqui o texto sobre quanto pode ser este valor).

O mais difícil é que este comportamento parece ser algo inofensivo. E traz uma satisfação muito grande!
Avalie se você está trocando o seu celular constantemente. Se for impossível evitar, tente ao mesmo aumentar o intervalo de tempo antes de comprar um novo.

2. Ser muito otimista.

Ninguém aqui está pedindo para você ser um pessimista, daqueles que só conseguem enxergar um futuro cheio de problemas. Mas também não é muito aconselhável ser um otimista sem restrições.

Os “muito otimistas não conseguem fazer um planejamento financeiro mais conservador. Como tudo “sempre vai dar certo”, eles não se preocupam em fazer uma reserva contra imprevistos, por exemplo. Ou seja, eles não se preparam para eventuais condições adversas no futuro.

Também na área de investimentos, os otimistas podem deixar de analisar riscos importantes e assim não tomar as melhores decisões.
Enfim, nunca perca a esperança nem o bom humor. Mas é importante ter sempre os pés no chão, mesmo que os sonhos estejam bem altos!

3. Fugir do Planejamento e Controle Financeiro.

Da mesma forma que há pessoas que detestam ir ao médico, muita gente inventa mil desculpas para não fazer um bom Controle Financeiro.

De forma até inconsciente, estas pessoas criam situações que justificam este comportamento: é a planilha que é muito difícil de ser usada, o aplicativo de Controle que dá problema, é a falta de tempo para anotar todas as despesas, etc.

Fuja deste comportamento. É preciso disciplina e força de vontade para iniciar um novo hábito.

4. Deixar os seus investimentos apenas na mão do gerente do banco.

Cuidar de dinheiro pode ser uma atividade chata para muita gente e, por isto mesmo, acabam deixando para o gerente do banco cuidar. O problema aqui é que nem sempre ele fará as melhores escolhas para você, além de acabar limitando as opções de investimento apenas aos produtos oferecidos pelo próprio banco.

Pesquisar e estudar as modalidades de investimento disponíveis no mercado, de modo a não ficar preso apenas nas opções que o seu gerente de banco oferece, pode representar um bom dinheiro a mais em seu orçamento. No longo prazo, certamente irá levar a uma vida muito mais tranquila e proveitosa.

5. Não fazer exercícios físicos.

Hein? Isso tem a ver com as Finanças Pessoais? Pode parecer que não, mas é um bom exemplo para mostrar que tudo em nossa vida está relacionado.

Ao cultivarmos o hábito de não fazer exercícios, uma série de efeitos são desencadeados:
– A chance de ficarmos doentes aumenta, o que significa mais gastos com remédios e médicos.
– A nossa produtividade no trabalho diminui, o que ocasiona menos promoções e aumentos de salários.
– Como sobra mais tempo para ‘não fazer nada’, a chance de ocuparmos o tempo com outros vícios aumenta ainda mais: comer mais, fumar, beber, ficar só assistindo televisão.

Assim, mexa-se! Os exercícios irão fazer bem a você e ao seu bolso!

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Mesada: Aprenda a falar de dinheiro com crianças

A mesada é um importante instrumento de educação financeira que ensina a criança a fazer escolhas mais responsáveis, planejar, poupar e conquistar sonhos. Através dessa ferramenta, é possível ter um primeiro contato com a administração do próprio dinheiro e também a percepção de que esse é um recurso finito.

De acordo com Ana Paula Pregardier, diretora da Intus Forma Educação Financeira, a experiência de administrar e decidir sobre como utilizar o próprio dinheiro é impactante. “Quando uma criança ou adolescente ganha mesada, começa a construir seus hábitos de economia e consumo que levará para toda a vida. Os pais devem auxiliar os filhos nessa experiência sem substituí-los na tomada de decisão. A tomada de decisão sobre como usar o dinheiro é o ponto-chave de aprendizado, é o momento onde são criados os hábitos financeiros”, destaca.

Quando começar e quanto dar de mesada?
Para Ana Paula, a educação financeira das crianças deve começar desde bebê com o exemplo dos pais, já a mesada deve começar a partir do momento em que a criança consegue fazer contas.

A especialista recomenda que o valor da mesada deve acompanhar a capacidade da criança de contar e calcular. “Se a criança consegue fazer contas de somar e subtrair até dez, deve receber até R$ 10, se consegue fazer as contas até 50, deve receber no máximo R$ 50”, diz.

O que fazer se a situação financeira da família ficar apertada?
É importante que a criança participe da vida financeira da casa. “Ou seja, quando a família se reunir para organizar as contas e fazer o planejamento mensal, deixe que a criança esteja junto. Essa participação ajudará a construir uma cultura de organização financeira”, afirma Ana Paula.

Quando a família ficar “apertada”, a dica é conversar com a criança e deixá-la ajudar na criação de um “plano” para economizar. “Mesmo que as sugestões do filho pareçam ter um impacto monetário pequeno, incentive e componha o plano da família com as estratégias da criança”, ensina.

Os filhos estão liberados para comprar o que desejarem?
De acordo com Ana Paula, deixar o filho comprar tudo o que quiser não traz benefícios para a construção dos hábitos financeiros. “Mesmo que você tenha como comprar tudo, ensine que o dinheiro é um recurso finito. Isso ajudará seu filho a aprender a dar valor as coisas e pensar antes de consumir”.

O que fazer se o filho “falir” antes do final do mês?
Considerando que as crianças não têm contas fixas ou de subsistência para pagar, se “falir” antes do final do mês, é preciso conversar e explicar. “Não dê mais dinheiro, pois assim os filhos começarão a perceber e aprender como suas ações causam resultados (tanto bons, quanto ruins)”, afirma Ana Paula.

Os pais devem remunerar atividades domésticas?
As atividades domésticas fazem parte da vida familiar, por isso é muito importante que as crianças contribuam e ajudem com as atividades que são adequadas a sua faixa etária. Ainda que a mesada deva ser merecida, a recomendação da especialista é que ela não deve ser tratada como um salário ou moeda de troca por trabalho ou comportamento.

Mesada não é só dinheiro
Apesar de ser uma ótima ferramenta para educar financeiramente a nova geração, o educador financeiro Reinaldo Domingos avalia que nem toda mesada envolve dinheiro. Segundo ele, a forma como são inseridos os valores em notas e moedas na vida da criança pode ser associada a questões de sustentabilidade, consumo consciente, coletividade, empreendedorismo e outros temas relevantes.

Autor do livro “Mesada não é só dinheiro – Conheça os 8 tipos e construa um novo futuro”, Domingos acredita que cada tipo de mesada pode ensinar algo para os pequenos. A mesada econômica, por exemplo, baseia-se em economizar o máximo possível, tanto em dinheiro quanto em recursos materiais.

“Uma lâmpada acesa sem precisar, além de televisão e computador ligados sem ser usados, elevam o valor da conta no fim do mês e acarretam no adiamento da realização de sonhos e desejos”, explica Reinaldo.

Outro tipo de mesada defendida por Domingos é a de troca, que pode ajudar as crianças a adquirirem coisas novas e a se desfazerem das que não usam mais. “As crianças podem trocar brinquedos, livros, figurinhas. Não gastar e ter o hábito de trocar dará a elas a liberdade de escolha com relação ao uso do dinheiro, além de possibilitar o exercício do desapego”, enfatiza.

Já a mesada empreendedora nasce do desejo de ganhar o próprio dinheiro, como fruto da imaginação e criatividade de criar algo que interesse a outras pessoas. Dessa forma, a criança pode ganhar dinheiro fazendo doces, vendendo desenhos, brinquedos de sucata e etc. Vale ressaltar que essa deve ser uma atividade recreativa, e deve ser encarada com prazer, e não como um trabalho remunerado.

Fonte: Dinheirama

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Dicas para uma aposentadoria mais tranquila

Quando estamos com 20, 30 anos, a aposentadoria parece ser algo muito distante, mas quanto mais cedo fizermos o planejamento para esta fase da vida, melhor poderemos aproveitá-la. Muita gente se preocupa apenas com a questão financeira, mas há outros aspectos que devem ser levados em conta e que, certamente, terão grande impacto nesta fase da vida.

1 – Investir na saúde
O que adianta conseguir se aposentar financeiramente bem, se a saúde (ou melhor, a falta de) não lhe permitir aproveitar a vida? Além disto, manter a saúde acaba ajudando também no aspecto financeiro, pois isto significa um gasto menor com remédios e tratamentos, sem contar ainda com eventuais acompanhantes como enfermeiros ou cuidadores. Por isto, é importante fazer atividade física sempre e ter uma alimentação saudável. Não é preciso abrir mão dos pequenos prazeres da vida: uma cervejinha com os amigos, um doce para acompanhar o café ou o chá, até mesmo um pouquinho da gordura que acompanha a picanha. Basta ter moderação!
Outra coisa importante é estar com os exames médicos em dia. Prevenir doenças acaba representando um ganho financeiro tanto na economia com remédios e tratamentos, quanto na diminuição de faltas no trabalho por problemas de saúde.

2 – Investir em alguma atividade para ser feita no período da aposentadoria
Falamos no item anterior da questão física, mas é importante também não negligenciar a parte mental. Ter uma atividade para quando estiver aposentado ajuda a manter sua saúde mental e pode também vir a ajudar na sua saúde financeira. Você pode simplesmente investir seu tempo em algum hobby, mas pode ser ainda mais interessante trabalhar em algo de seu interesse; melhor ainda se for remunerado ou lhe trouxer algum tipo de receita, que possa complementar a renda de sua aposentadoria
O grande ponto aqui é que você deve planejar esta atividade antes da aposentadoria, para que possa pôr em prática assim que pendurar as chuteiras. Para alguns, algo que seja em tempo parcial funciona melhor, pois libera tempo para dar mais atenção à família ou mesmo para se dedicar a um hobby ou viajar pelo mundo. Outros, no entanto, preferem algo que lhes deem realização pessoal e não se importam de dedicar todo o seu tempo nisto.

3 – Ajustar o padrão de vida
Para muita gente, ter pequenos luxos é o que a vida lhes oferece de melhor. Frequentar lugares badalados, ter sempre o último modelo de celular, dirigir carros de luxo podem trazer satisfação pessoal. No entanto, será que eu consigo manter este mesmo padrão quando eu me aposentar? Na grande maioria das vezes, a resposta é não. E o mais difícil é se acostumar com um padrão de vida mais simples quando se está acostumado com um padrão mais alto. Por isto, é importante listar as prioridades de vida e ajustar o padrão de consumo para um nível que possa ser mantido não só no presente como também no futuro. Isto vale não só para você , como também para a sua família.

Fonte: Blog Minhas Economias

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09 ago
By: Blog SIAS 0

Quanto dinheiro preciso poupar todo mês?

Bem, a resposta ideal é: guarde o maior valor possível todos os meses. Mas isso não ajuda muito, certo? Não há exatamente um valor certo a poupar, mas seria bom termos alguma espécie de parâmetros comparativos. Ou pelo menos algumas diretrizes para buscar o valor ideal para cada um.

1. Comece com um percentual pequeno de seu salário: 10%.

A maneira mais fácil de iniciar o hábito de poupar é guardar 10% do seu salário, religiosamente. Pode ser que em algum mês você poderá guardar mais e em outros meses menos. Se isso acontecer:

– Nos meses que você puder guardar mais, faça isso e considere o montante adicional como uma reserva.

– Nos meses que você não conseguir chegar nos 10%, use a sua reserva para completar a diferença.

Com isso você também já começará a criar outro hábito importante: sempre manter uma reserva para imprevistos.

A medida que o seu salário melhore e você tenha um melhor controle financeiro, vá aumentando gradativamente o percentual do seu salário que é poupado.

2. Defina um objetivo e um prazo para alcança-lo.

Dizem que todo rico foi, no passado, um pobre com um grande objetivo ou sonho. Ou seja, é sempre mais fácil de se motivar a poupar quando temos um objetivo bem definido. Por exemplo, comprar um imóvel, um carro, fazer uma viagem, etc.

Além do aspecto motivacional, o objetivo com prazo permite você calcular exatamente o valor que terá que poupar por mês. E assim também ficará mais fácil controlar se você está conseguindo seguir à risca o plano de realizar o seu objetivo.

3. Defina como será a sua aposentadoria.

Um dos objetivos de sua vida poderia ser a busca de uma aposentadora tranquila. Para isso, entenda quais são seus objetivos de longo prazo e quando eles deverão ocorrer. Isso lhe ajudará a melhor calcular o quanto você pode gastar hoje sem comprometer o futuro.

4. Analise a qualidade de vida que você está levando.

Há também uma outra maneira de medir se o quanto você está poupando é adequado ou não: analise a qualidade da vida que você está levando.

Se a sua vida é cercada de luxos e mimos constantes, provavelmente você está gastando muito! E consequentemente estará poupando pouco.

De preferência, também procure a opinião de alguma pessoa próxima que possa lhe dar uma opinião confiável: afinal, nesta situação a nossa própria opinião pode não ser tão isenta quanto deveria ser.

Fonte: Blog Minhas Economias

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