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19 jun
By: Blog SIAS 0

A SIAS comemora 40 anos

No dia 29 de maio a SIAS completou 40 anos de existência!

Criada por iniciativa de servidores do IBGE, originariamente para atuar na Campanha Ibgeana contra a Tuberculose (1950), a SIAS passou a operar no segmento de previdência complementar em 1979, com o objetivo de administrar plano de benefícios para complementar a aposentadoria dos empregados do IBGE, então vinculados ao regime CLT, e seus beneficiários.

A Sociedade Ibgeana de Assistência e Seguridade – SIAS teve suas atividades iniciadas em 29/05/1979, nos termos da Resolução IBGE R. PR-10/79, de 16/05/79. Pela Portaria nº 1.474, de 11/04/1979, o Ministro da Previdência e Assistência Social aprovou o primeiro Estatuto da SIAS, bem como o seu funcionamento, conforme publicação no Diário Oficial da União de abril de 1979.

Atualmente a SIAS administra plano de benefícios de aposentadoria por invalidez e pecúlio (Plano RJU) para cerca de 6.500 servidores ativos do IBGE e aposentados pelo Regime Jurídico Único, pagando mensalmente benefícios de aposentadoria por invalidez e pensão para cerca de 250 assistidos. Aos servidores do IBGE aposentados pelo regime CLT, a SIAS mantém plano de benefícios de complementação de aposentadoria e pensão (Plano CLT), garantindo pagamento mensal de benefícios para cerca de 520 assistidos. Além disso, encontra-se aberto para adesões o PrevSIAS, plano instituído e de contribuição definida com 5 anos de existência e mais de 1.000 participantes, entre servidores e ex-servidores do IBGE, funcionários e ex-funcionários da SIAS e seus familiares.

Os participantes e assistidos da SIAS também têm à disposição serviços assistenciais como plano médico-hospitalar, odontológico, seguro de vida, emergências médicas e seguro de automóveis com preços mais atrativos que os de mercado, oferecidos por meio de renomadas operadoras/seguradoras contratadas. Hoje são mais de 10.000 vidas inscritas.

Após 40 anos de história, a SIAS permanece com o compromisso de buscar novidades e melhorias, atuando para a maior satisfação de seus participantes e assistidos que confiaram e confiam na missão da SIAS. Muito obrigado a participantes, assistidos, beneficiários, IBGE, prestadores de serviços e a todos aqueles que estão ao lado da SIAS para que ela possa cumprir a sua missão!

SIAS, há 40 anos presente no seu futuro!

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24 maio
By: Blog SIAS 0

6ª Semana Nacional de Educação Financeira

A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para promover ações de educação financeira de entidades públicas e privadas.

Ano passado, foram quase 7.000 ações, de 280 instituições, alcançando mais de 4 milhões de pessoas em todo o Brasil.

A sexta edição ocorrerá de 20 a 26 de maio de 2019. Você tem acesso às informações dos eventos na Agenda disponível em http://semanaenef.gov.br/iniciativas/agenda.php?, repleta de ações gratuitas oferecidas pelos membros do Comitê e seus parceiros.

A educação financeira tem como objetivo conscientizar o indivíduo sobre a importância do planejamento financeiro, para que desenvolva uma relação equilibrada com o dinheiro e decisões acertadas sobre finanças e consumo.

Quando o cidadão entende os fatores que influenciam suas escolhas financeiras, consegue equilibrar seus desejos imediatos com suas necessidades de longo prazo. Um dos efeitos disso é o aumento do hábito de poupar, outro importante pilar da educação financeira. O cidadão financeiramente educado contribui para o bem-estar coletivo, seja porque essa qualificação resulta em um sistema financeiro mais sólido e eficiente, seja porque cada pessoa tem melhores condições para lidar com emergências e momentos difíceis da vida.

Participe!

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03 maio
By: Blog SIAS 0

Dia D da campanha de vacina contra gripe de 2019

O 4 de maio marca o Dia D da vacinação para a gripe. O que acontece nesta data e quem pode tomar o imunizante para evitar a infecção pelo vírus.

Com o Dia D, o governo espera se aproximar da meta de 95% de vacinação do público-alvo.

A campanha de vacinação contra a gripe de 2019 terá seu Dia D no 4 de maio, sábado. Nessa data, os postos de saúde abrem excepcionalmente no Brasil inteiro para imunizar todos os grupos prioritários.

Até o dia 30 de abril, 21% do público-alvo foi imunizado. A meta do Ministério da Saúde é aumentar bastante essa porcentagem no fim de semana. Inclusive porque, segundo a programação original, a campanha não passa do dia 31 de maio e o objetivo é alcançar 90% de cobertura.

As puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz) são a turma com mais alta taxa de vacinação: 38,8%. Elas são seguidas das gestantes (33,4%), indígenas (27,6%), crianças (26,4%), idosos (21,5%), trabalhadores de saúde (17,1%) e professores (14,2%).

Além deles, podem tomar o imunizante na rede pública:
• Indivíduos com mais de 60 anos
• Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas
• População privada de liberdade
• Funcionários do sistema prisional
• Membros das forças de segurança (policiais e exército)

Outras pessoas podem buscar sua dose nas clínicas privadas. Nesse caso, é possível buscar a versão tetravalente.

Além das vacinas, o Dia D conta com ampla divulgação sobre a gripe em si. Em cada estado, é possível que shoppings, estações de metrô e outros locais também ofereçam doses contra o vírus influenza.

Essa data especial é firmada bastante tempo antes do inverno – quando os casos da doença aumentam naturalmente – justamente para dar tempo de vacina surtir efeito.

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/dia-d-da-campanha-de-vacina-contra-gripe-de-2019-acontece-neste-sabado/

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03 maio
By: Blog SIAS 0

Receita recebe IR de quem não entregou no prazo

Os contribuintes que perderam o prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda das Pessoas Físicas 2019 podem enviar o documento a partir de hoje (2).

O contribuinte é multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor. Não será preciso baixar um novo programa. O próprio sistema fará a atualização dos valores na hora de imprimir a guia.

A Receita Federal recebeu até 30 de abril, último dia do prazo de entrega, 30.677.080 de declarações, crescimento de 4,8% em relação ao ano passado. De acordo com o Fisco, a causa provável para o aumento é que mais contribuintes resolveram entregar a declaração dentro do prazo este ano.

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2019, ano base 2018, está disponível no site da Receita Federal. Também é possível preencher e enviar o documento por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

Restituições
O pagamento das restituições começa em 17 de junho e vai até 16 de dezembro, em sete lotes mensais. Quanto antes o contribuinte tiver entregado a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo será ressarcido. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

Extrato
Segundo a Receita, o contribuinte pode acompanhar o processamento da declaração no serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita. Por meio do extrato, é possível verificar pendências e fazer uma declaração retificadora para evitar cair na malha fina.

Neste ano, está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2018, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2018, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados do contrato de venda.

Fonte: Agência Brasil

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22 mar
By: Blog SIAS 0

Como economizar até R$ 500,00 por mês?

Está difícil fazer o dinheiro durar o mês inteiro? Pode parecer impossível … e, na maioria das vezes, é quase isso! Mas, geralmente, o que ocorre é que estamos tão acostumados com alguns tipos de gastos que nem cogitamos a possibilidade de ‘cortá-los’. Por isso, vamos fazer um exercício aqui para que você consiga economizar pelo menos R$ 500 por mês!

Como você pode imaginar, para conseguir este nosso objetivo, vamos ter que deixar de gastar, o que é uma maneira bonita de dizer que vamos eliminar despesas e comprar menos. Aqui vão algumas dicas:

1. Troque o seu carro por outro, “um nível abaixo” do atual
Sim, isso vai ser ‘dolorido’, mas é de grande ajuda para o seu orçamento. Já falamos várias vezes aqui que carro não é investimento e que, além do custo do automóvel em si, há uma série de outros gastos associados: IPVA, seguro, manutenção, combustível, etc.
Não estamos pedindo para você vender o seu automóvel e só andar de transporte público (o que seria realmente interessante, mas pouco viável em muitos casos). O que queremos é somente que você ‘desça um degrau’ e use um carro mais simples.
Por exemplo, se você tem um carro que vale hoje R$ 50.000, que tal trocá-lo por outro mais simples que custe R$ 40.000? Isso dá uma economia de R$ 10.000! Considerando que o carro será trocado a cada 4 anos, a economia anual é de R$ 2.500, em uma conta bastante simplista.
Temos que somar ainda a economia adicional nos impostos e seguro, estimados em cerca de R$ 350 por ano.
Chegamos a R$ 2.850 por ano … ou R$ 237,50 por mês.

2. Corte o plano de TV a cabo
Como? Ficar sem assistir aquele seriado preferido? Ok, não prometi nada 100% agradável … mas ninguém vai se matar com este tipo de corte. Afinal, em vez de ficar parado na frente da TV, não é melhor fazer um exercício ou ler um livro?
E também não precisa eliminar totalmente o seu plano de TV a cabo. Mas troque-o pelo pacote mais simples, o que já vai lhe proporcionar um bom número de canais de entretenimento. E, já que estamos radicalizando, aproveite para diminuir também um pouco o seu plano de internet!
Com tudo isso, uma redução de cerca de R$ 80,00 mensais é totalmente viável!

3. Diminua o número de “cafés gourmet”
Tomar aquele cafezinho expresso depois do almoço está virando quase uma atividade obrigatória, ainda mais estando junto com os seus colegas de trabalho. Não sei se todos os cafés são ‘gourmet’, mas o preço deles certamente o são: podem chegar facilmente a valores acima de R$ 4,00!
Supondo que você tome um destes a cada dia de trabalho, temos 20 por mês. Digamos que você consiga diminuir este número à metade: a economia seria de R$ 40,00 por mês!

4. Não troque o seu telefone (‘smartphone’) por outro mais moderno
Este caso é bem parecido com o do carro, a diferença é que talvez não valha trocar o seu atual telefone, já que o aparelho usado tem um valor muito baixo na hora da revenda.
Mas, se você está pensando em comprar aquele último lançamento de ‘smartphone’ que tem 1001 utilidades, lembre-se que quem tem que ser ‘smart’ é você: o seu telefone pode ser um pouco mais ‘burro’.
Só evitando este gasto você pode economizar no mínimo uns R$1.500. Considerando que esta nova compra é feita a cada 2 anos, a economia anual é de R$ 750 … ou R$ 62,50 mensais.
E aproveite também para rever o seu plano de telefonia, principalmente no quesito conexão à internet que costuma encarecer bastante o valor a ser pago. Dá para economizar facilmente cerca de R$ 40,00 por mês com alguns sacrifícios a mais.

5. Comer fora? Escolha bem a ocasião
Atualmente o custo de se fazer uma refeição em restaurantes, principalmente nas grades cidades, está cada vez mais alto. Sem contar o valor que normalmente você vai gastar com o estacionamento (o famoso ‘vallet service’) no próprio local.
Um jantar a dois em um restaurante razoável dificilmente sairá por menos de R$ 60,00 por pessoa.
Não estamos pedindo muito: deixando de ir somente uma vez a menos, você já terá a economia de R$ 60,00 por mês!

6. Totalizando tudo
Somando todas as economias, chegamos a R$ 520,00 por mês! Muito bom, certo? E tenho a certeza de que se você pensar em outros possíveis cortes, é fácil chegar a R$ 1.000,00 mensais.
Bem, pode ser que nem todos os casos acima se aplicam a você. Ou, então, você pode ser aquela pessoa que já economiza normalmente e consegue poupar algum valor todo mês. Ainda assim, não deixe de sempre buscar maneiras de gastar bem. Afinal, “despesas são como unhas, temos sempre que cortá-las, senão, elas crescem”.

Fonte: Blog Minhas Economias

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22 mar
By: Blog SIAS 0

1º emprego: como economizar para realizar sonhos

O tão sonhado primeiro emprego chegou. Ele é o primeiro contato dos jovens com o dinheiro por meio do trabalho e não mais de mesadas ou extras recebidos de familiares para curtir o final de semana.

É comum que o primeiro salário seja destinado para a compra de algum “sonho de consumo”, como um tênis da moda ou aquela viagem no feriado com os amigos, mas é essencial que após fazer essa extravagância seja feito um planejamento para os próximos salários e para que este tipo de atitude não vire rotina ou uma forma de recompensa por ter trabalhado duro durante o período.

Para realizar seus sonhos no futuro é preciso focar e planejar desde o primeiro emprego e pra isso a Boa Vista preparou algumas dicas para você cuidar do seu dinheiro e curtir a vida numa Boa.

1. Não gaste mais do que ganha
Pode parecer óbvio, mas junto com o primeiro emprego, chega também a abertura de uma conta corrente e linhas de crédito (cartões de crédito, crediários, empréstimos etc.). É importante manter os pés no chão e não se enrolar gastando o saldo da conta e os limites de crédito.

2. Coloque tudo no “papel”
Coloque no papel ou planilha todos os seus rendimentos e todos os gastos, desde o pagamento da fatura do cartão até o docinho após o almoço. O celular pode ser um aliado, pois fica mais fácil anotar tudo com algo que está sempre à mão. Para ajudar nessa tarefa, você pode consultar nosso modelo de planilha do orçamento doméstico.

3. Invista em educação
Para crescer na carreira, conquistar cargos e salários maiores, o ideal é investir parte do salário em cursos que possam agregar ao seu currículo, como: idiomas, graduação, intercâmbios e profissionalizantes. O resultado costuma aparecer a médio ou longo prazo e o conhecimento adquirido permanecerá durante toda a carreira, diferentemente de um item comprado que depois de um tempo sofre desvalorização.

4. Crie o hábito de investir parte do salário
A vantagem de quem está ingressando no mercado de trabalho é a ausência de hábitos ruins para o bolso neste momento. Um erro comum é achar que se deve guardar apenas o que “sobra” do salário; o ideal é programar um valor fixo que deve ser depositado mensalmente. É possível deixar programado para que o valor seja debitado automaticamente em sua conta corrente.

5. Estabeleça metas
Seja aquela viagem de férias dos sonhos, um intercâmbio para o exterior ou um carro novo, estabelecer metas pode ajudar para que você se programe. Faça cotações e veja quanto é preciso guardar todos os meses para conquistar o que quer.

6. Reserva de emergência
Destine uma parte do que receber para uma poupança de emergência. É uma forma de conseguir agir com mais tranquilidade em eventuais problemas que possam surgir, como: perder o emprego, gastos extras com saúde ou roubo.

7. Tipos de aplicações financeiras
Buscar informações sobre as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, faz parte da sua educação financeira e da meta de construir um patrimônio a médio ou longo prazo.

 

Fonte: Blog Consumidor Positivo

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22 mar
By: Blog SIAS 0

Receita abre envio da declaração do IR 2019

Contribuintes têm até 30 de abril para transmitir os dados à Receita Federal

A partir desta quinta-feira (7), contribuintes de todo o País já podem entregar a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) 2019. O prazo para envio dos dados à Receita Federal vai até 30 de abril.

Devem fazer a declaração todos aqueles que tenham recebido, em 2018, rendimentos tributáveis cuja soma supere R$ 28.559,70, ou rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte com soma superior a R$ 40 mil. No caso de atividade rural, a quantia deve ser maior do que R$ 142.798,50.
Também deve declarar quem teve ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas. A declaração é obrigatória, ainda, para aqueles que tenham propriedades de bens e direitos cujo valor seja superior a R$ 300 mil.

Como declarar
O contribuinte tem à disposição três alternativas para fazer a declaração: por meio do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2019, disponível no site da Receita Federal; pelo aplicativo Meu Imposto de Renda, para tablets e smartphones; e pelo serviço Meu Imposto de Renda, que deve ser acessado pelo Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) do portal da Receita por meio do uso de certificado digital.

Novidade
Neste ano, a Receita Federal exige que os declarantes informem o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) de todos os dependentes. Antes, a informação era obrigatória somente nos casos de crianças a partir de oito anos.

Multa
Quem apresentar a declaração após o término do prazo estará sujeito a multas, que vão de R$ 165,74 a 20% do valor do Imposto de Renda devido.

A expectativa da Receita Federal é de que 30,5 milhões de declarações sejam entregues neste ano.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Receita Federal

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28 fev
By: Blog SIAS 0

Vendas não autorizadas em nome da SIAS

A SIAS tem recebido informações de que corretores estão indo às casas de participantes e assistidos oferecendo um seguro de vida e que o mesmo seria um benefício da SIAS.

Entretanto, alertamos de que a SIAS não envia corretores e não está relacionada com essas visitas.
Os serviços oferecidos pela SIAS são contratados pelos participantes e assistidos diretamente via Central de Atendimento e por meio da Mapma, Administradora de Benefícios e Corretora.

A Central de Atendimento da SIAS está à disposição para o esclarecimento de eventuais dúvidas.

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12 fev
By: Blog SIAS 0

Mesada: aprenda a utilizar do jeito certo

Mesada aos filhos. Está aí um assunto que deixa praticamente todos os pais com a orelha em pé.
E não é por menos. As dúvidas são muitas sobre aderir ou não a esta prática, e as experiências (e resultados) são divergentes.

A pergunta que fica é: como dar mesadas aos seus filhos sem que isso gere desarmonia familiar, atritos entre cônjuges, anseios entre as crianças?

Antes de seguirmos, saiba que, se bem feita, a prática é saudável e pode ensinar seus filhos a lidar com o dinheiro da forma correta e com ótimos resultados.

Para termos uma melhor compreensão do lado positivo da mesada, listamos algumas dicas para você aprender e aplicar, conforme a realidade de sua estrutura familiar.

Defina a periodicidade das mesadas

Entre as formas de como aprender a dar mesadas a seus filhos está o fator idade e periodicidade. Até uns 6 anos, por exemplo, a mesada aos filhos deve ser eventual, e não frequente. Isso faz com que as crianças comecem a compreender o que é o dinheiro.

É importante este contato com o assunto, e os pais precisam se policiar para tratar o tema de forma natural, e não como se o dinheiro fosse algo “sujo” ou “escasso”. Lembre-se que por mais que você ensine por palavras, as crianças irão aprender mesmo é pelo seu exemplo.

Entre os 6 e 8 anos aproximadamente, o fator periodicidade entra em questão. Nessa idade, o intervalo entre a mesada pode ser semanal, para a criança começar a se habituar.

Como nessa faixa etária a maioria das crianças ainda não compreende bem a questão da periodicidade, este será um bom exercício.

Assim ela irá aprendendo aos poucos sobre o valor do dinheiro no tempo, e passará a perceber a necessidade de controlar a quantidade de gasta.

Entre os 8 e 11 anos, os pais já podem planejar a mesada dos filhos para que aconteçam a cada 15 dias. Agora a criançada já começa a se acostumar com a ideia do aumento desse intervalo de tempo.

Quando romperem com a barreira dos 11 anos aproximadamente, as crianças já podem praticar o intervalo mensal, exatamente como é na vida da maioria dos adultos.

Noções de orçamento

Desse ponto em diante, entra um aprendizado dos mais importantes, e que devem perdurar por toda a vida: o orçamento familiar.

É a partir daí que elas podem começar a compreender como os pais precisam lidar com os compromissos regulares que envolvem o dinheiro.

É importante que os filhos percebam e participem, entendo como acontecem os gastos recorrentes, os urgentes, e principalmente como poupar dinheiro para adquirir um bem de maior valor.

Valor da mesada

Outra dúvida muito recorrente é qual deve ser o valor dessa mesada. Uma coisa importante na hora de definir isso é que os pais expliquem aos filhos a situação financeira da família.

Os filhos não precisam de mesadas altas. O principal objetivo da mesada é que ela seja uma ferramenta de educação financeira que gere resultados positivos.

Assim, defina um valor que seja suficiente para eles comprarem algumas coisas corriqueiras que gostam, e que permita que eles administrem esses recursos para precisarem poupar, se desejarem comprar algo mais caro.

Observe e instrua

Depois de toda esta rotina estabelecida, lembre-se de acompanhar frequentemente a maneira como seus filhos lidam com a mesa.

Instrua-os a controlar os gastos num caderninho desde cedo. Dê a orientação adequada caso observe que eles estejam se comportando como “gastadores”.

Explique que se pouparem parte da mesada e somarem à mesada do mês seguinte, poderão ter mais poder de compra.

Alguns cuidados

Não penso que seja bom a criança utilizar esse dinheiro da mesada para pagar, por exemplo, cursos extracurriculares, como inglês, natação, música, etc.

Também não deve ser utilizada como uma “barganha” para os pais conseguirem que a criança tire notas altas ou mesmo realize algumas tarefas domésticas, que na verdade são obrigações.

Atitudes assim podem desvirtuar o objetivo principal da mesada, conforme comentei.

Considerações finais

Por fim, utilize essas dicas para trabalhar o assunto com seus filhos, mas sempre lembrando que cada família possui situações financeiras diferentes.

O importante é que você perceba a essência por trás do assunto, e independente se você concorda ou discorda daquilo que foi escrito aqui, não deixe de trabalhar a educação financeira com seus filhos.

Por fim, também recordando outro ponto, seja você o exemplo maior para seus filhos. Eles dificilmente irão aprender algo que você fala, se verem você fazendo outra coisa.

Faço votos para que esse assunto prospere na sua casa e na vida de seus filhos. O dinheiro está presente em quase tudo o que fazemos. Ele é um instrumento de melhoria da sua qualidade de vida.

Despeço-me deixando este vídeo bacana que gravei com a amiga Ana Paula Hornos, que é educadora financeira infantil. Ela deixa mais alguns insights importantes relacionados ao tema. Abraços e até breve!

Fonte: Conrado Navarro – Site Dinheirama

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12 fev
By: Blog SIAS 0

Qual valor ideal de dinheiro para Imprevistos?

Ter um dinheiro guardado especificamente para ser usado com imprevistos é uma das regras básicas da Educação Financeira. Mas, exatamente quanto deve ser este valor? É claro que quanto mais, melhor! No entanto, nem todo mundo tem condições de guardar muito dinheiro, de forma que o ideal é que tenhamos pelo menos um valor mínimo aceitável.

Em primeiro lugar, é sempre bom lembrar de quais ‘Imprevistos’ estamos falando. Por exemplo, uma promoção relâmpago para a compra de um carro ou uma TV não é um imprevisto!

Estamos falando aqui daquelas situações desagradáveis que podem nos ocorrer e pelas quais temos pouco ou nenhum controle: algum problema de saúde, a perda do emprego ou um carro batido.

Calculando o valor mínimo

Para calcular o valor mínimo geralmente usamos a regra dos 3 salários (ou rendimentos) mensais. Ou seja, em caso de algum imprevisto, você teria reservas suficientes para se sustentar por até 3 meses com seu próprio dinheiro, sem recorrer a empréstimos.

Este é um valor razoável para lhe dar uma boa segurança, mas, se por alguma razão for um objetivo muito distante para você, não desista. Defina um objetivo menor, como 2 ou até mesmo 1 salário. E busque ir aumentando este valor com o tempo.

Qualquer valor guardado para este fim já é uma grande conquista!

Quem ganha mais, precisa de mais?

Se você tem um bom salário, poderia argumentar que uma reserva de 3 meses é muito dinheiro. Bem, sim e não.

O que você deve avaliar na verdade são os seus gastos mensais. Vamos supor que você ganhe R$ 15.000 mensais líquidos. Mas, precisa de R$ 5.000 para viver (ou seja, gasta na média este valor mensalmente). Neste caso, somente um salário de reserva já garantiria os seus 3 meses de segurança sem rendimentos!
Agora, se já não sobra nada no final do mês, significa que seus gastos estão perto dos R$ 15.000. Aí você terá que guardar mesmo os 3 meses de salário.

Mudando um pouco a regra

Depois do tópico acima, já deu para perceber que é melhor mudarmos um pouco a regra dos “3 salários”, para que os gastos de cada um também sejam levados em conta.

Ou seja, o ideal é que cada um tenha uma reserva contra imprevistos suficiente para passar até 3 meses sem trabalhar.

Melhorou, certo?

Será que todo mundo guarda este valor?

Não temos muitos dados sobre isso aqui no Brasil, mas nos Estados Unidos um estudo da instituição financeira “JPMorgan Chase & Co” com seus correntistas indicou que a grande maioria deles não tinha condições de cobrir nem mesmo 1 mês dos seus salários.

Eu tenho a impressão de que aqui no Brasil a situação também não deve ser muito diferente disso …

Outras formas de poupança para imprevistos

O cuidado com os imprevistos não necessariamente precisa ser composto somente por uma reserva em dinheiro.

Algumas outras formas para se precaver são os diversos tipos de seguros, por exemplo. Ou ter uma fonte de renda extra na família. Seja criativo e aumente ainda mais a sua segurança!

Fonte: Blog Minhas Economias

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